Fim dos tempos! Mãe é presa por participação em estupro da filha de 13 anos

ma mulher de 32 anos foi presa na última sexta-feira (2) em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, suspeita de participação no estupro da filha de 13 anos. Segundo a Polícia Civil, a mulher teria favorecido o abuso e feito fotografias de um amigo dela com a filha. A mulher teve o mandado de prisão preventiva cumprido e deve responder por corrupção de menores e por registrar cena de pornografia envolvendo criança ou adolescente. As investigações contra a mulher começaram após uma denúncia anônimo ao Conselho Tutelar sobre o estupro da menina. De acordo com a denúncia, a mãe teria favorecido o abuso da filha e registrado em imagens o amigo com a filha em rio daquele município. Nas imagens, os dois aparecem seminus e o suspeito tocando as genitais da adolescente. Na casa da mulher, a polícia apreendeu dois celulares com as fotografias, caracterizando o crime de produzir ou reproduzir cena de sexo explícito ou pornográfica, envolvendo criança ou adolescente. A menina e outros três filhos da suspeita foram encaminhados ao Conselho Tutelar.

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Presa freira que ajudava dois padres a estuprar crianças surdas na “Casinha de Deus”

Durante anos muitos menores foram abusados em um centro da Igreja Católica, na Argentina. Ninguém quis ouvir as denúncias das vítimas ou seus familiares (EL PAÍS) Eram crianças, surdas e muito pobres. As vítimas ideais. Foi fácil convencê-las a não contar nada. E se contassem, como aconteceu com algumas, ninguém iria acreditar nelas. Ainda hoje, com vinte e poucos anos, surpreendem advogados e promotores pelos rostos de terror que fazem em rodadas de reconhecimento quando veem o padre Corradi, de 82 anos. Colocam a mão na boca e fecham o punho. Ainda têm medo mesmo com ele na cadeia. São as crianças do Provolo de Mendoza (oeste da Argentina), um instituto para surdos onde foram cometidos abusos sexuais de todos os tipos durante anos contra menores, inclusive de cinco anos. Realizados principalmente por sacerdotes, às vezes com a ajuda de uma freira que testava meninas e meninos para encontrar os mais fracos e entregá-los aos sacerdotes. Aqueles que resistiam, se salvavam. Os que eram submissos acabavam sendo abusados Há seis pessoas detidas e o centro foi fechado em dezembro. Nem a Igreja tem coragem de negar o que acontecia lá dentro. Os estupros e as humilhações de todo tipo – uma adolescente denuncia que foi acorrentada e abusada por quatro pessoas ao mesmo tempo – quase sempre aconteciam em um sótão, em uma sala que chamavam de “a casinha de Deus”. A polícia encontrou as correntes e material pornográfico. “Ao subir as escadas em uma inspeção, uma vítima apontou uma imagem da Virgem e disse: ‘Sempre que passava por aqui, a freira malvada fazia o sinal da cruz’. Como podia ser tão hipócrita?”, pergunta o promotor do caso, Gustavo Stroppiana, que tem problemas para dormir à noite – tem filhos pequenos – depois das coisas que ouviu na investigação. A freira foi presa esta semana pelas provas encontradas. estupros e as humilhações de todo tipo – uma adolescente denuncia que foi acorrentada e abusada por quatro pessoas ao mesmo tempo – quase sempre aconteciam em um sótão, em uma sala que chamavam de “a casinha de Deus”. A polícia encontrou as correntes e material pornográfico. “Ao subir as escadas em uma inspeção, uma vítima apontou uma imagem da Virgem e disse: ‘Sempre que passava por aqui, a freira malvada fazia o sinal da cruz’. Como podia ser tão hipócrita?”, pergunta o promotor do caso, Gustavo Stroppiana, que tem problemas para dormir à noite – tem filhos pequenos – depois das coisas que ouviu na investigação. A freira foi presa esta semana pelas provas encontradas. “Várias testemunhas concordam. Primeiro, a freira Kumiko Kosaka batia nos menores para testá-los. Aqueles que resistiam, se salvavam. Os que eram submissos acabavam sendo abusados”, explica Sergio Salinas, advogado de várias vítimas e grande incentivador da causa apoiado por sua associação, Xumek. Uma menina de cinco anos, agora adolescente, foi repetidamente estuprada por Corbacho, outro padre do Provolo que está preso. “A freira a levava ao quarto do padre, sabendo o que acontecia, e um dia colocou uma fralda para esconder a hemorragia e levá-la ao refeitório. Doía tanto que não podia se sentar. Ela mostrava pornografia, fazia as meninas se tocarem. Eram crianças muito pobres, com famílias problemáticas, que pouco viam os filhos porque estavam internados. Além disso, os escolhidos eram aqueles que tinham mais dificuldade para se comunicar com os pais, que não conheciam a linguagem de sinais”, diz Salinas.

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