Ex-menudo revela que era estuprado pelo empresário do grupo
Roy Rossello faz revelações sobre sua carreira no 'Conexão repórter'. (foto: SBT/Reprodução)

Ex-menudo revela que era estuprado pelo empresário do grupo

Em conversa com o apresentador Roberto Cabrini, no programa 'Conexão repórter', do SBT, Roy Rossello diz que tentou se matar por causa dos abusos O ex-Menudo Roy Rossello concedeu uma entrevista ao apresentador Roberto Cabrini durante o programa Conexão Repórter, do SBT, neste domingo, 16. Em uma conversa reveladora, ele se emocionou ao afirmar que sofreu agressões e abuso sexual de seu antigo empresário, Edgardo Díaz, durante os três anos que integrou o conjunto, quando tinha entre 13 e 16 anos de idade. De acordo com o ex-integrante, o primeiro abuso ocorreu durante sua turnê inaugural no grupo, no Rio de Janeiro. ''Foi em Copacabana. Eu saí com algumas meninas e, quando cheguei ao hotel, Edgardo estava na recepção. Ele me puxou pelo cabelo, para dentro do Copacabana Palace, me batendo, chutando, maltratando'', contou Roy. Segundo o astro dos anos anos 1980, quando chegaram ao quarto, o empresário mandou que tirasse a roupa. ''Tomei banho, saí de toalha e ele falou: 'eu quero te ver, eu quero te ver completo, eu quero ver seu corpo, suas partes íntimas'''. O cantor relatou que, neste episódio, foi estuprado. ''Aí ele me estuprou, praticamente. Não houve consentimento, não houve pena da parte dele, não houve nenhuma pena'', detalhou. Depois que voltou para Porto Rico, Roy afirma ter tentado se matar mais de uma vez tendo, inclusive, chegado a se jogar na frente de carros em uma avenida.

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Homem é condenado por torturar a mulher para exigir confissão de traição
Getty Images Homem exigia que mulher confessasse ter tido relações com filho do patrão, diz denúncia

Homem é condenado por torturar a mulher para exigir confissão de traição

Pena para o crime é maior que a de lesão corporal, normalmente aplicada em casos de agressão física Um morador da Região Metropolitana de São Paulo foi condenado a três anos e um mês de prisão por torturar a mulher para que ela confessasse uma suposta traição. A pena para esse tipo de crime é maior do que a de lesão corporal, de três meses a um ano, normalmente aplicada em casos de agressão. Segundo a decisão, o marido chegou em casa por volta das 22h e acusou a mulher de manter relações extraconjugais. Em seguida, passou agredi-la com socos, pontapés, tapas e puxões de cabelo, e a ameaçou de morte caso não confessasse a traição. O homem desconfiava do filho do patrão. Por volta das 7h, a mulher conseguiu fugir de casa - um imóvel de uma janela e uma porta -, foi até a escola de um dos filhos e ligou para a polícia. Detido, o homem confessou o crime e disse não ser a primeira vez que a agredia. A mulher foi socorrida ao pronto-socorro, com ferimentos na cabeça e no pescoço. A lei que prevê penas específicas para a tortura entrou em vigor em 1997, e define o crime como o ato de "constranger alguém com emprego de violência ou grave ameaça, causando-lhe sofrimento físico ou mental". No caso, ficou claro que o homem espancou a mulher pois queria que ela "declarasse ter mantido relacionamento extraconjugal que imaginava ter ocorrido entre ela e o filho de seu patrão", escreveu o desembargador Juvenal Duarte. Por isso, não se tratava apenas de um caso de lesão corporal, como alegou a defesa do acusado.

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