Coronavírus: as estratégias e desafios dos países que estão reabrindo suas escolas

Em Cingapura, alunos limpam as próprias carteiras escolares e fazem um caminho pré-determinado até suas salas de aula. Na França e na Coreia do Sul, algumas escolas reabertas tiveram Getty Images Image caption -de fechar, por conta de novos focos de covid-19. No Reino Unido, um dos países que reabriu as escolas recentemente, menos da metade dos alunos esperados apareceram na volta às aulas em algumas delas. A expectativa de retorno à escola traz sensações mistas de alívio e preocupação a muitos pais - prenunciando uma possível volta à rotina, mas também o medo de expor as crianças (e suas famílias) ao contágio pelo coronavírus. No Brasil, as secretarias estaduais de educação ainda não têm previsão de quando as aulas presenciais retornarão. Estados como Maranhão e Rio Grande do Sul adiaram seus anúncios de abertura de escolas. Mas o Conselho de Secretários Estaduais da Educação (Consed) afirmou que "está trabalhando com suas equipes nas estratégias sanitárias, financeiras e pedagógicas que serão colocadas em prática a partir do momento em que as datas forem definidas".

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USP é a universidade do país mais bem colocada, na 11ª posição. Revista britânica avaliou as 100 melhores instituições entre os emergentes.
Prédio onde fica a biblioteca da Universidade Peking, na China, a mais bem colocada do ranking dos Brics (Foto: Frjj/Creative Commons)

USP é a universidade do país mais bem colocada, na 11ª posição. Revista britânica avaliou as 100 melhores instituições entre os emergentes.

USP é a universidade do país mais bem colocada, na 11ª posição. Revista britânica avaliou as 100 melhores instituições entre os emergentes. Ana Carolina Moreno Do G1, em São Paulo O primeiro ranking mundial que avaliou as 100 melhores universidades de países emergentes tem apenas quatro instituições brasileiras, segundo os dados divulgados no fim da tarde desta quarta-feira (4). A Universidade de São Paulo (USP) é a instituição do país mais bem colocada, na 11ª colocação do Ranking Brics e Economias Emergentes 2014, divulgado pela revista britânica Times Higher Education (THE), com 41,1 pontos. As demais brasileiras no ranking são a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), na 24ª posição (34,7 pontos), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), empatada na 60ª colocação com duas instituições húngaras e uma de Taiwan (24,8 pontos), e a Universidade Estadual Paulista (Unesp), que ficou no 87º lugar, com 20 pontos. O ranking foi feito a partir de dados coletados pelo Projeto Global de Perfis Internacionais da Thomson Reuters em 22 países, entre integrantes do grupo dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e outros países de economia emergente.

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