Negado mais um habeas corpus a acusados da morte do jornalista Décio Sá
José de Alencar Miranda de Carvalho e Glaucio Alencar Pontes Carvalho continuam presos por participação na morte de Décio Sá...

Negado mais um habeas corpus a acusados da morte do jornalista Décio Sá

A 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) negou, por unanimidade, pedido de habeas corpus em favor de José de Alencar Miranda de Carvalho e Glaucio Alencar Pontes Carvalho, acusados de envolvimento no assassinato do jornalista Décio Sá, ocorrido em abril de 2012, na avenida Litorânea. O pedido de habeas corpus foi impetrado sob a alegação de flagrante excesso de prazo nas prisões cautelares dos acusados, que estariam privados do direito de ir e vir desde junho de 2012. Suas custódias, segundo a defesa, foram mantidas por ocasião da pronúncia, em decisão desprovida de fundamento legal. Entre outros argumentos, a defesa afirma também que os acusados têm residência fixa, são réus primários, não havendo motivos novos que justifiquem a manutenção da prisão.

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O Globo Catuca Roseana, ao noticiar fuga e sequestro praticados por Júnior Bolinha
Júnior Bolinha sai da cadeia e vai à festa...

O Globo Catuca Roseana, ao noticiar fuga e sequestro praticados por Júnior Bolinha

Preso deixa cadeia à noite e sequestra empresário no Maranhão Júnior Bolinha é acusado de ser um dos mandantes do assassinato do jornalista Décio Sá Na última quinta-feira, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ofício à governadora do Maranhão, Roseana Sarney, pedindo informações atualizadas sobre a situação do sistema carcerário do estado SÃO LUÍS (O GLOBO)- Acusado de ser um dos mandantes do assassinato do jornalista Décio Sá no Maranhão, em abril de 2012, Raimundo Sales Silva Júnior, conhecido como Júnior Bolinha, aguarda julgamento na cadeia, mas foi preso novamente na noite de sábado, quando sequestrava um empresário que lhe devia R$ 180 mil. Júnior Bolinha tinha saídas facilitadas durante à noite na Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos, em São Luís, onde estava preso. Antes de sequestrar o empresário, ele ainda promoveu uma festa com amigos e familiares. A delegada geral da Polícia Civil do Maranhão, Cristina Menezes, disse na manhã de domingo que a polícia já estava monitorando as movimentações de Júnior Bolinha, depois que descobriu que ele tinha combinado um encontro para cobrar débitos pendentes. - Estávamos monitorando as condutas dele e das pessoas que o rodeiam. Estava havendo uma ameaça a um empresário que devia uma quantia em dinheiro a ele por parte do próprio Bolinha, por parte do advogado e de parentes dele – afirmou a delegada. Cristina Menezes garantiu que Bolinha foi seguido pela polícia desde que deixou a delegacia até o sequestro do empresário, após a festa que realizava em sua residência. - Nós o seguimos. O empresário foi colocado dentro do veículo. No um momento em que Bolinha parou o carro, os policiais aproveitaram para fazer a abordagem, mas ele arrancou – disse. Somente após uma longa perseguição é que o Júnior Bolinha resolveu se entregar.

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