Uma mulher grávida aos 99 anos? Hospital diz que sim

Doris Ayling recebeu uma carta do hospital que requeria a sua presença numa consulta neonatal no dia 4 de setembro de 2015. A história não teria nada de extraordinário não fosse a mulher em causa ter 99 anos. A carta incluía uma identificação correta desta avó de sete netos e 13 bisnetos, incluindo a sua data de nascimento: 21 de novembro de 1915, mas ainda assim tratava a idosa como se estivesse grávida. “Tenho três filhos e 20 netos, mas há 70 anos que não engravido”, brincou a idosa, em declarações ao The Sun. Ao mesmo jornal, o filho Brian, de 76 anos, diz que a carta foi encarada com humor e “serviu para todos darem umas boas gargalhadas”. O hospital admitiu o erro e pediu desculpas

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Governadores do NE entregam carta em defesa da Democracia e pauta à Dilma Rousseff

O governador Flávio Dino integrou a comitiva do Nordeste que fez a defesa do Estado Democrático de Direito frente à atual conjuntura política e apresentou pautas comuns aos estados para a presidenta Dilma Rousseff. “Neste momento, o Brasil precisa da união das forças políticas em nome do pleno funcionamento das instituições da República e do cumprimento da Constituição. Viemos reforçar esse compromisso com a legalidade e conclamar todos os brasileiros na defesa das regras democráticas” destacou o governador, na tarde desta quarta-feira, 25, durante o encontro em Brasília. Os nove governadores do Nordeste reuniram-se com a presidenta Dilma Rousseff para apresentar pautas políticas e administrativas dos estados da região. Construir políticas públicas integradas entre os estados e garantir a continuidade do desenvolvimento da região foi o centro da pauta apresentada pelos administradores estaduais à chefe do Executivo Federal. Acesso a financiamentos internos e externos, continuidade de investimentos em infraestrutura e convênios, financiamento da Saúde Pública, priorização na aplicação de política de Segurança Pública e combate às drogas, além de ações emergenciais para o combate à seca foram os temas apresentados como prioritários para os Estados nordestinos.

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Ator Ary Fontoura escreve carta de Natal e dá “lição de moral” em Dilma Rousseff
Ator Ary Fontoura e "conselhos de Natal" a Dilma

Ator Ary Fontoura escreve carta de Natal e dá “lição de moral” em Dilma Rousseff

Carta à Presidente da República Federativa do Brasil - Dilma Rousseff Meu nome é Ary Fontoura, sou brasileiro, tenho 81 anos, e exerço o ofício de ator. Acredito que, por também ser uma figura pública, Vossa Excelência tenha assistido algum dos meus trabalhos, seja no teatro, no cinema, ou na televisão. Visto que vivemos num país onde a liberdade de expressão é primazia, venho solicitar, através desta carta, me utilizando desta rede social, em nome de mais de duzentos milhões de brasileiros, a sua renúncia. Esforço-me, contudo, em explicar o meu pedido e, antes, permita-me algumas considerações. Já vivi o bastante e ao longo de todos esses anos pude ver um grande número de presidenciáveis que, desde a Proclamação da República, seja por indicação direta das Forças Armadas, por movimentos revolucionários, por Golpe Militar, ou por voto direto, governaram este país. Assim como a Senhora, sobrevivi aos duros Anos de Chumbo e, confesso, fui um admirador dos companheiros, cujos ideais socialistas lutaram contra o Regime Militar. Mas, depois de todo esse tempo, ainda aguardo um grande Presidente para o nosso país. E acrescento que continuaremos sem tê-lo, enquanto houver um “telefone vermelho” entre Brasília e o Guarujá ou São Bernardo do Campo. Em 24 de agosto de 1954, o Presidente Getúlio Vargas se matou em seu quarto com um tiro no peito. Na carta-testamento ele registrou: “Eu vos dei a minha vida. Agora ofereço a minha morte. Nada temo. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na história”, preferindo o suicídio a se submeter à humilhação que os adversários queriam com a sua renúncia. Em 1961, o então Presidente Jânio Quadros, alegando “forças ocultas”, renunciou e disse: “Desejei um Brasil para os brasileiros, afrontando, nesse sonho, a corrupção, a mentira e a covardia que subordinam os interesses gerais aos apetites e às ambições de grupos ou de indivíduos, inclusive do exterior. Sinto-me, porém, esmagado. Forças terríveis levantam-se contra mim e me intrigam ou infamam, até com a desculpa de colaboração”. No próximo dia 1º, Vossa Excelência subirá a Rampa do Planalto em direção à governança. No entanto, a subida será solitária, ainda que partidária e com bases aliadas. Mas saiba que duzentos milhões de brasileiros, mais uma vez, subirão com a Senhora, na esperança de se desenvolverem como cidadãos, e de ascenderem coletivamente num país melhor. Por isso, reforço o meu pedido inicial de “renúncia”. Como chefe maior dessa Nação, como Presidente ou Presidenta, renuncie à corrupção, aos corruptores, aos corrompíveis, aos corrompidos; renuncie à roubalheira política, aos escândalos na Petrobras; renuncie à falta de vergonha e aos salários elevados de muitos parlamentares; renuncie aos altos cargos tomados por ladrões; renuncie ao silêncio e ao “eu não sabia”; renuncie aos Mensaleiros; renuncie ao apadrinhamento político, aos parasitas, ao nepotismo; renuncie aos juros altos, aos impostos elevados, à volta da CPMF; renuncie à falta de planejamento, à economia estagnada; renuncie ao assistencialismo social eleitoreiro; renuncie à falta de saúde pública, de educação, de segurança (Unidade de Polícia Pacificadora não é orgulho para ninguém); renuncie ao desemprego; renuncie à miséria, à pobreza e à fome; renuncie aos companheiros políticos do passado, a velha forma de governar e, se necessário, renuncie ao PT. (SAIU AGORA)

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Perseguição ao Data M – Um artigo e uma carta aberta a José Machado, por Iranildo Azevedo
Iranildo Azevedo: crítica e solidariedade de quem conhece

Perseguição ao Data M – Um artigo e uma carta aberta a José Machado, por Iranildo Azevedo

Carta aberta a José Machado ARTIGO PUBLICADO NO FACE, COM OS COMENTÁRIOS DE MAYARA MORAES MACHADO SOARES, FILHA DO JORNALISTA JOSÉ MACHADO, E A VERDADEIRA PROPRIETÁRIA DO DATA m DATA M & JOSÉ MACHADO Por: Iranildo Azevedo Instituto Data M e Machadinho estão com a bola tão cheia pelos resultados colhidos ano passado, após haver acertado na mosca e divulgado com antecipação e exatidão os resultados do primeiro e segundo turnos da eleição de prefeito em São Luís, que tudo o que eu disser aqui para lhes externar meu reconhecimento e admiração, certamente, em nada irá modificar o consagrado patamar do “IBOP” que eles já conquistaram. No entanto, acho relevante expressar quanto é confortante ao cidadão comum, constatar e contar em seu meio com a presença de um instituto de pesquisas de opinião, cuja credibilidade foi conquistada com base na eficácia de um trabalho imprimido a partir da isenção do seu principal dirigente. Comandado por José Machado, jornalista de profissão e ofício, carinhosamente chamado de Machadinho por todos que o conhecem, o Data M dá-me a impressão de que se funde numa perfeita simbiose da criatura com o seu criador. É como se Machado e o Data M fossem a mesma pessoa. É nisso que se constrói a confiança. Machadinho, em que pese seu permanente estado elevado de bom humor, é um daqueles sujeitos do qual se pode dizer: é um homem sério. Digno, profissional competente, respeitado na sociedade local e no âmbito de sua profissão. Machado é idôneo o bastante para honrar a confiança que certamente os maranhenses têm ou hão de ter no titular de um instituto de pesquisa e no próprio instituto. É, porque antes dos resultados apresentados pelo Data M nas últimas eleições, tínhamos somente enganação em pesquisas de opinião divulgadas em períodos eleitorais no estado do Maranhão. Portanto, sem ser necessário citar nomes de institutos locais ou de atuação nacional, que usaram e abusaram da paciência e da boa fé dos maranhenses, rogo ao jornalista José Machado continuar trabalhando com dignidade e decência na apuração e difusão dos dados, que por ventura seu Data M possa vir a apurar, pois agindo assim, ele estará prestando especial serviço ao povo, contribuindo para o fortalecimento do sistema democrático, e, certamente, formando um órgão de pesquisa de opinião que leve aos maranhenses certeza nos resultados obtidos no Maranhão e quiçá pelo Brasil afora. Aliás, um instituto assim, todos creem – por isso todos querem... COMENTÁRIOS AO PRIMEIRO ARTIGO: Mayara Machado Soares Conheço o caráter, a honestidade e princípios de meu pai, José Machado, assim como qualquer pessoa que já conviveu o mínimo com ele o sabem também!!Julgar e falar sem argumentos é muito fácil, afinal quem tem boca fala o que querl!! Quisera ter a sorte esse cidadão e tantos outros que criticam tivessem filhos e amigos que tem tanto orgulho de seu pai igual nos temos do nosso por ser exemplo de pai, amigo e profissional!! Meu pai sempre nos ensinou que deitar com a cabeça tranquila no travesseiro ao final do dia não tinha preço!!! E é assim que eu, meu pai, meus irmãos e minha família continuaremos a fazer!! Dormir e acordar com a consciência tranquila, por que tudo que temos é fruto do trabalho suado e honesto!! há 5 horas · Curtir · 1

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Estranha carta enviada ao senador José Sarney é publicada na Folha
Manifestações intestinas transformam-se em carta a Sarney

Estranha carta enviada ao senador José Sarney é publicada na Folha

Remissão voluntária GREGORIO DUVIVIER Caro Senador, Quem lhe escreve é o seu tumor. Passei um tempo no seu corpo, trabalhando, sem muito sucesso, lembra? Escrevo essa carta porque saí sem me despedir e acho que fiquei lhe devendo explicações. Não se abandona a casa de um anfitrião assim, sem mais nem menos. Mesmo quando o anfitrião é uma pessoa péssima, como o senhor. Como o senhor deve ter percebido, o período que passei aí dentro do seu corpo não foi uma época boa. Para ser bem sincero, a convivência com o senhor foi muito difícil. Não sou de falar mal de quem me recebe, mas acontece que o clima aí dentro é horroroso, o cheiro é fétido e seus órgãos são todos pessoas péssimas. O fígado está desviando sangue do rim, que rouba o sangue do pulmão, que recita trechos do seu livro (aliás, que livro ruim, hein, senhor). O estômago não repassa os alimentos pro intestino, porque eles são inimigos políticos. O intestino nomeia parentes por meio de atos secretos. Resumindo: não há um órgão do senhor que se salve, do ponto de vista do caráter. Fui à procura de partes que pudessem ser boa companhia. Seu coração existe, mas só bombeia sangue pros órgãos que ele tem afinidade. O cérebro estava ocupado com discursos parnasianos e poemas populistas (talvez fosse o contrário). Procurei, em vão, pelo sentimento de culpa. Nada. A vergonha também não estava na cara, nem em qualquer outro lugar. É verdade que não conferi na região retal, onde me disseram que o senhor guarda a ética. Eu sei que o Brasil estava torcendo por mim. Mas nessas horas confesso que sou um tumor pouco profissional. Não sei agir sob pressão. Preciso de um bom ambiente para trabalhar. Tenho colegas que não ligam para essas coisas. Mas eu não consigo exercer minha profissão quando o santo não bate. O meu trabalho exige uma certa identificação e empatia. E tem um tipo de gente com que eu prefiro não me misturar. Pensei em me instalar na sua filha, já que ela estava sempre por perto. Mas, ao que parece, o mal é de família. Sou alérgico a lagostas, especialmente às superfaturadas. Prefiro a lixeira hospitalar. Além do mais, logo percebi que não havia grande mal a ser feito, quando comparava com a sua obra. O que quer que eu fizesse com o senhor não seria pior do que o que o senhor fez com o Maranhão. Gregorio Duvivier é ator e escritor. Também é um dos criadores do portal de humor Porta dos Fundos.

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