Revista cita escândalo das Copas de 2002 e 2006 para explicar relação entre Globo e Fifa
"Não causaria surpresa se o FBI batesse na porta dos irmãos Marinho", diz revista Reprodução/ Carta Capital

Revista cita escândalo das Copas de 2002 e 2006 para explicar relação entre Globo e Fifa

Carta Capital utilizou documentos do livro “O Lado Sujo do Futebol” para apontar associação entre emissora e entidade A Carta Capital que chegou às bancas na última sexta-feira (5) apontou novos atores para o maior escândalo de corrupção da história do futebol. A revista utilizou documentos reproduzidos no livro O Lado Sujo do Futebol, dos jornalistas Luiz Carlos Azenha, Leandro Cipoloni, Amaury Ribeiro Jr. e Tony Chastinet, para incluir a Rede Globo na investigação que culminou na prisão de sete dirigentes do alto escalão da Fifa. A publicação diz que a relação da emissora com os principais envolvidos vem de longa data, como no milionário esquema abastecido pela extinta ISL. A empresa intermediava a negociação das cotas de tevê para as Copas do Mundo de 2002 e 2006. Como lembra a revista, nesse esquema deflagrado pela promotoria suíça, o ex-presidente da Fifa João Havelange e o ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira receberam propinas equivalentes a R$ 45 milhões. O processo foi desencadeado pela própria Fifa, que cobrou da massa falida da ISL sua parcela da quantia paga pela Globo. A emissora havia dissolvido uma empresa nas Ilhas Virgens Britânicas para pagar o pacote da Fifa sobre os direitos do Mundial de 2002. A Receita Federal identificou irregularidades na operação e a Globo, que na época contestou a sonegação, foi condenada a pagar R$ 615 milhões. A capa da revista monta um álbum de figurinhas estilizado com a manchete "álbum incompleto". Lá estão Ricardo Teixeira (indiciado pela Polícia Federal), Joseph Blatter (presidente renunciado da Fifa), Jérôme Valcke (investigado pela Justiça dos Estados Unidos), José Hawilla (réu confesso) e José Maria Marin (preso na Suíça). A sexta imagem apresenta o símbolo da Rede Globo e um ponto de interrogação, questionando quais outras figurinhas carimbadas ainda serão queimadas.

Continuar lendo Revista cita escândalo das Copas de 2002 e 2006 para explicar relação entre Globo e Fifa

Governador Flávio Dino: “O PMDB se tornar uma força hegemônica é desastroso”

Em 2014, Flávio Dino (PCdoB) foi eleito governador do Maranhão e pôs fim ao ciclo de quase 50 anos da família Sarney e do PMDB no poder no Estado. Ainda que tenha sido um opositor ferrenho do partido, Dino não é um crítico da aliança entre governo federal e a legenda como parte dopresidencialismo de coalizão que garante a governabilidade para a gestão petista. Para Dino, a crise que agora deixa o PT refém de seu principal aliado no Congresso nasceu, na verdade, com a política de “duopólio” praticada pelos petistas e que privilegiou mais o PMDB do que outros partidos da base aliada. “Essa peemedebização da política é muito negativa. O que estou dizendo é que o PMDB existir e ser aliado é normal. Agora ele se tornar uma força hegemônica é realmente desastroso porque o PMDB não se notabiliza por ter um programa claro”, analisa o governador. Nesta entrevista a CartaCapital, Flávio Dino disse também que nenhuma aliança pode “sacrificar” o programa eleito nas urnas, mas diz crer que Dilma Rousseff “ainda” não contrariou suas promessas de campanha, só errou na “dose”.

Continuar lendo Governador Flávio Dino: “O PMDB se tornar uma força hegemônica é desastroso”
Carta Capital revela que quem vaiou Dilma foram os croatas… Pode?
Mino Carta esclareceu o incidente. Será?

Carta Capital revela que quem vaiou Dilma foram os croatas… Pode?

A Carta Capital desta semana, em um furo exclusivo de reportagem, revela que as vaias e xingamentos proferidos contra a presidente Dilma Rousseff não foram oriundas de brasileiros, mas sim de croatas. Segundo Mino Carta, “analisamos as imagens e vimos que a torcida brasileira não xingou nem vaiou a presidente. As vaias partiram dos croatas”. Mino esclarece que “alguns setores liberais-fascistas vão dizer que estou sendo mais baba ovo que o habitual, ‘que vivo de boquetear o governo, mas que isso já é demais’, mas devo dizer que nenhum brasileiro seria capaz de vaiar Dilma, a não ser uma meia dúzia de elitistas que não admitem o fato de os pobres estarem viajando de avião”. O jornalista também esclarece que na Croácia, as vaias significam apoio e respeito e a frase que em português pareceu um xingamento, na verdade é um elogiou no idioma de nossos então adversários no jogo de abertura da copa. “Vai tomar no cu, em croata, significa, ‘muito obrigado por tudo”, explicou Mino Carta. Ao fim de nossa conversa, agradeci em croata: “Mino, ‘vai tomar no cu’ pela entrevista”, e recebi um efusivo aperto de mão do jornalista.

Continuar lendo Carta Capital revela que quem vaiou Dilma foram os croatas… Pode?