Polícia Civil apresenta Pacovan e mais 18 presos por agiotagem e lavagem de dinheiro

Só em uma fazenda na BR-135 a PolíciaCivil apreendeu 61 caminhões de diversas marcas e tamanhos. Segundo a polícia, eram dados em garantia a empréstimos tomados a Pacovan. Empresário Pacovan, preso por suspeita de agiotagem e lavagem de dinheiro, entre outros crimes A Polícia encontrou e apreendeu 61 caminhões numa fazenda que seriam dados em garantia a emprestimos... Estão sendo apresentadas, neste momento, na Secretaria de Segurança Pública, 18 pessoas presas na mega-operação "Jenga" - nome dado em referência a um jogo de empilhamento, em que uma peça retirada derruba toda a torre - desencadeada pela Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic) da SSP. À frente de todos, o empresário Josival Cavalcante da Silva, o Pacovan, que, segundo a Polícia Civil, comandaria uma rede de agiotagem e lavagem de dinheiro com faturamento em torno de 200 milhões de reais. Junto com Pacovan, foi presa a sua esposa, Edna Maria Pereira. Paconvan já havia sido preso outras 7 vezes, pela acusação de agiotagem, mas sempre conseguiu alvará de soltura concedido pela Justiça. A Policia for para as ruas, baseando a operação no município de Itapecuru-Mirim, para cumprir 21 mandados de prisão preventiva (cumpriu 18) e 35 de busca e apreensão. Numa fazenda de Pacovan, na BR-135, a polícia encontrou e apreendeu 61 caminhões de várias marcas e tamanhos. Os veículos, segundo a policia, eram dados em garantia a empréstimos tomados por todo o tipo de gente, notadamente deputados, prefeitos, vereadores O secretário de Segurança, Jeferson Portela, disse que a reincidência é uma traição ao Poder Judiciário, já que ele" não soube honrar a confiança depositada e voltou a reincidir no crime". Ao contrário, teria, segundo Portela, ampliado os tentáculos de sua rede criminosa, ao comprar vários postos de combustíveis e usar para lavagem de dinheiro: - Ele simulava entrega de combustíveis para prefeituras e outros órgãos, mas não entregava o produto, pois aquilo era o pagamento ao dinheiro emprestado a juros altíssimos, principalmente para financiar campanhas políticas - acrescentou Jeferson Portela.

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