Na blogosfera, um certo “Machado do Maranhão” promete “cortar os males pela raiz”… Não confundam com este blog…

Não conhecia, até hoje, nem de nome nem de sobrenome. Nunca havia lido ou ouvido falar de um novo blog na praça da blogosfera intitulado “O Machado do Maranhão”, que promete, como slogan, “cortar os males pela raiz”. ´ É que quase uma dezena de amigos me procuraram, nesta segunda-feira, para saber se eu era o tal “machado”. Tudo por conta de uma denúncia desse blog, envolvendo um certo assessor da Assembleia Legislativa e também blogueiro - que também não conheço - chamado Antônio Martins. Este, pela denúncia do “machado”, estaria chantageando pessoas com poder aquisitivo, em troca de vantagens. Não conheço a causa. Nem o efeito. Assim, faço o esclarecimento. Meu nome é José Machado. Sou jornalista, graduado pela Universidade Federal do Maranhão e registro no proscrito Ministério do Trabalho. Desde 2012, assino o “Blog do Machado”, cujo link é www.blogdomachado.com.br. Que padece de sazonalidades, porque não dependo e nem quero depender financeiramente dele. Para mim, blog seria apenas um espaço pessoal para a discussão de ideias... Faço o esclarecimento para não ter que explicar mais aos meus amigos que esse machado... “foice”. Não sou eu...

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Olhem eu aqui! De novo…

Ainda bem que as pessoas de bem que passam a vista neste blog me conhecem! Porque eu havia dado uma parada,  ano passado, por conta da sobrecarga de atividades no Instituto de Pesquisas Data M, mas anunciado o retorno em 8 de agosto... Pois não é que, por essas ironias do destino, dois dias depois, uma bradicardia me levou a uma internação hospitalar de 20 dias, culminando com a implantação de um aparelho marca-passo para regular o coração.  Fui obrigado a parar. Para não perder o embalo,  após um período de repouso e dietas, submeti-me a uma cirurgia nos olhos e, agora, enxergando até agulha em palheiro, eis-me aqui de novo. Pela ausência, peço desculpas.  Blog é uma coisa que não se consegue terceirizar. Até mesmo quando se reproduz uma informação que não é sua: tem que saber selecionar, tem que se pensar em quem está do outro lado, no computador, tablet, celular... Imagina eu colocar uma pessoa pra me substituir e, no dia seguinte, ter que ler no meu próprio espaço, um texto bajulatório, aético e ainda com erros de Português? Vou parar no hospital, outra vez... É melhor que fique desatualizado... Para o jornalista, parar de escrever é como o tomador de cachaça.. Muito difícil. Assim, estou de volta, outra vez... Ainda não será com a intensidade que gostaria de imprimir a este espaço, mas vamos religar o motor e acelerando aos poucos. Até que ele atinja o ponto ideal para a tarefa. Um grande abraço a todos!

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Jornalismo do achaque: Claudio Humberto nas delações da Friboi é acusado de extorsão

Claudio Humberto é conhecido no meio político como o ex-porta-voz do ex-presidente Fernando Collor. Ele aparece nas delações da JBS, liberadas pelo STF. Ricardo Saud em sua delação acusa Cláudio Humberto de fazer achaque, chantageando-o para receber mesada. O texto referido por Saud foi publicado no blog de Cláudio Humberto, no Correio Braziliense e até em Uberaba, terra do diretor da Friboi. De acordo com Saud ele foi conversar com Renan Calheiros e este o avisou que Claudio Humberto “vive disso” (de achaque) e que era pra Saud dar uma mesada para o colunista chantageador. Humberto queria um contrato de 32 mil reais e negociaram 18 mil mensais, para que ele parasse de escrever textos contra Saud. Assista, ao final da matéria, ao vídeo da delação e a descrição detalhada que faz o diretor da Friboi sobre os aludidos achaques de Cláudio Humberto:

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Atestados de maus antecedentes colocam sob suspeita pesquisa do Ibope em São Luís

Blog do Raimundo Garrone Entre as quatro pesquisas de intenções de votos publicadas esta semana, o que mais chama a atenção são os números paralelamente divergentes do Ibope e Data M. Enquanto o levantamento patrocinado pela TV Mirante apontou uma liderança do candidato Eduardo Braide (PMN) com 51% contra 43% de Edivaldo Holanda (PDT), o instituto contratado pelo Sinduscon/TV Difusora apresentou o inverso, com 53,7% para Edivaldo e 42,7% para Braide. Uma diferença que, por não caber no mesmo universo pesquisado, só pode ser explicada pela manipulação para influenciar o eleitor e beneficiar o candidato A ou B. Neste caso, permitindo o beneplácito da dúvida, o Ibope possui uma folha corrida de erros vexaminosos em todo o País, especialmente no Maranhão, onde sempre procurou contribuir com a eleição dos candidatos da família Sarney. Aao contrário do Data M, que tem se notabilizado por uma série de acertos.... Quem não se lembra de 2006, quando disse que Roseana Sarney (PMDB) venceria as eleições no primeiro turno com 70 % dos votos e ela teve apenas 47,21% e acabou perdendo para Jackson Lago (PDT) no segundo turno? Nas eleições municipais de 2012, ele voltou a errar grosseiramente, tanto no primeiro quanto no segundo turno ao apontar a liderança seguida de vitória do candidato João Castelo (PSDB), que foi derrotado por Edivaldo Holanda.

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Blog sem atualização desde dezembro de 2015

O www.blogdomachado.com.br esteve praticamente por todo o mês de dezembro de 2015, e até o momento, sem atualização constante. O principal motivo foi o seu editor haver se submetido a uma cirurgia nos olhos, de demorada recuperação, período em que o médico recomendou repouso extremo, nem sempre sendo obedecido por seu paciente. Para 2016, o nosso destino ainda não está definido. Mas, se a decisão for continuar, passaremos por uma reformulação gráfica e de conteúdo, além de garantirmos suporte para que o blog mantenha-se constantemente atualizado. Esclarecimento em respeito aos milhares de internautas que tem nos acessado.

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O Brasil está se especializando em matar blogueiros! Em 20 dias, dois são assassinados no Maranhão

Blog do Leonardo Sakamoto O blogueiro Orislandio Timóteo Araújo foi assassinado em Buriticupu, interior do Maranhão, no último sábado (21), por um motoqueiro com um disparo na cabeça. A polícia trabalha com hipótese de vingança por sua atividade. Já Ítalo Diniz foi assassinado no dia 13, por dois motoqueiros em Governador Nunes Freire, também no Maranhão. Ele já tinha avisado a polícia que estava sofrendo ameaças de morte. Eles são apenas os últimos de uma lista que não é curta. Se a vida já é difícil para comunicadores que trabalham para veículos conhecidos, imagine os blogueiros que estão praticamente sozinhos ao relento, contando com apoios bissextos e a sorte para não se tornarem estatísticas de violência. A situação piora violentamente no interior do país, onde muitos blogs se tornaram a única forma de fiscalizar os desmandos de autoridades públicas. A internet garante um plataforma que facilita a liberdade de expressão, mas encarar essa liberdade de cara limpa e de forma não anônima gera um custo que, para muita gente que tombou pelo caminho, se mostrou alto demais. Lembro de uma história que circulou no início deste ano. Por criticar autoridades religiosas, o blogueiro Raif Badawi foi condenado a dez anos de prisão e a 50 chibatadas por semana durante 20 semanas no ultraconservador reino da Arábia Saudita. Depois de ter levado as primeiras 50, estavam esperando suas costas cicatrizarem-se para mais 50. Isso fez com que o país se tornasse alvo de críticas internacionais. Você pode dizer que aqui não é a Arábia Saudita. Será que não? Considerando que parte das mortes de blogueiros tem como suspeitos autoridades públicas que eles denunciavam, qual a diferença? Na prática, é um discussão semelhante à questão da tortura: é proibida por lei, mas quem se importa? Nós, jornalistas, preenchemos tão bem o papel de gado para abate que não conseguimos nos mobilizar em quase nenhuma circunstância. Será que realmente nos consideramos melhores do que os outros trabalhadores? Ou, quiçá, nos sentimos travestidos de alguma estúpida missão, flanando acima do bem e do mal, fazendo de conta que não é com a gente? Ou decidimos que blogueiros que não fazem parte de veículos conhecidos, sejam tradicionais ou alternativos, não produzem jornalismo e, portanto, não merecem nosso respeito? Em outras profissões, teríamos protestos ou uma ação coletiva mais forte para denunciar o que está acontecendo. Talvez até cruzaríamos os braços. Por aqui, abaixamos a cabeça e damos graças a Deus que isso não é conosco – assumindo o mesmo padrão que adotamos quando uma demissão coletiva assola um veículo de comunicação sem que, antes, patrões e empregados tenham conversado para checar se essa era mesmo a única saída. Abaixar a cabeça. Feito um avestruz.

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Josias de Souza: Sarney fez do Brasil puxadinho de sua biografia
Sarney: despedida melancólica, no Senado...

Josias de Souza: Sarney fez do Brasil puxadinho de sua biografia

Blog do Josias Principal representante vivo da irracionalidade arcaica brasileira, José Sarney despediu-se do Senado e dos quase 60 anos de atividade política. Planejou a própria imolação com o esmero de um Napoleão se descoroando. Discursou por quase uma hora para um plenário ermo. Vangloriou-se o tempo todo, exceto num parágrafo, que reservou à autocrítica. “Precisamos levar a sério o problema da reeleição, que precisa acabar, estabelecendo-se um mandato maior”, disse. “Até fazendo mea-culpa, de arrependimento, eu penso que é preciso proibir que os ex-presidentes ocupem qualquer cargo público, mesmo que seja cargo eletivo. […] Eu me arrependo, acho que foi um erro que eu fiz ter voltado, depois de presidente, à vida pública.” A caída em si de Sarney foi extraordinária. Só não atingiu a plenitude da perfeição porque chegou com o atraso de uma vida. Ainda assim, trouxe uma dose de alívio. A alturas tantas, Sarney declarou-se grato “ao povo brasileiro”, que lhe deu “a oportunidade de ser presidente da República.” Como se sabe, não foi bem assim. Depois de encher as praças na luta pelas eleições diretas, a Nova República viu subir ao poder, pela via indireta do Colégio Eleitoral, José Sarney, o vice mais versa da história, grande amigo da ditadura militar até seis meses antes. O povo brasileiro é inocente. Sarney deve sua presidência às conspirações do acaso e às bactérias que invadiram o organismo de Tancredo Neves atrás de encrenca. Sarney foi um presidente da República precário. Governou mal tão bem que não teve condições políticas de indicar um nome para sucedê-lo. Seu aval cairia sobre qualquer candidatura como uma sentença de morte. Mas havia um grande número de brasileiros dispostos a lançar um olhar condescendente sobre sua ex-presidência. A despeito de tudo o que houve de execrável na sua gestão, Sarney completara, aos trancos e barrancos, a transição da ditadura para a primeira eleição direta. Deu em Fernando Collor. Mas essa é outra história. O que impediu a reabilitação historiográfica foi a decisão de Sarney de continuar o seu destino de Sarney, candidatando-se a senador pelo Amapá. Eleito, reeleito e re-reeleito, Sarney foi mais Sarney do que nunca. Presidiu o Senado quatro vezes. Estrelou o escândalo dos atos secretos. Deu emprego a uma sobrinha de sua mulher que morava em Campo Grande; deu um contracheque a uma sobrinha do genro que residia em Barcelona; alçou à folha do Estado um personagem (“Secreta”) que trabalhava como mordomo na casa da filha Roseana Sarney… Não era o Amapá ou o país que tinha um senador. Era Sarney que tinha o Brasil. Sob FHC e Lula, foi brindado com pedaços do Estado. Sempre fez da administração pública o seu ápice existencial. Cavalgando-a, alcançou a prosperidade privada. Seu nome fundiu-se ao patrimonialismo. Sarney transformou o Brasil em puxadinho de sua próspera biografia.

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Aposentadoria de Sarney é vitória histórica do PT Amapá que resistiu às pressões do oligarca

Por Heverson Castro (de Macapá), editorial do blog Uma vitória da aliança PT/PSB e de toda a Frente Popular, iniciada em 2010, ainda no primeiro turno da campanha eleitoral e ampliada no segundo turno com a adesão de outros partidos e forças políticas como o PCdoB. Assim pode definir o anúncio da aposentadoria política do senador José Sarney (PMDB_. A aliança do PT com o PSB em 2010 elegeu o governador Camilo Capiberibe e a vice-governadora Dora Nascimento, consolidando uma derrota histórica ao grupo que durante oito anos governou o Amapá, saqueando os cofres, sufocando e cooptando parte da "esquerda", sob o comando do maestro Sarney que conduzia e comandava, mesmo distante do solo amapaense, o consórcio de poder denominado "harmonia". A vitória contra Sarney também é reflexo da posição adotada pelo grupo da vice-governadora e do presidente estadual do PT, Joel Banha, apoiado por delegados e militantes do PT Amapá que ousaram enfrentar Sarney e ao mesmo tempo não cederam às pressões do coronel maranhense sob Lula e Dilma para que o petismo local se aliasse ao PMDB. Ao contrário do que muitos analistas de plantão propalavam, o petismo local aprovou a reedição da aliança de 2010 em Encontro, garantindo apoio a reeleição do governador Camilo Capiberibe e ousou ao homologar a pré-candidatura de Dora Nascimento ao Senado, que já tinha sido debatida e aprovada em outras instâncias partidárias. Não contente, o PT ainda aprovou no seu Encontro Estadual realizado no último dia 14, uma moção de repúdio à Sarney sob o título: "Sarney não nos representa".

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Flávio Dino reafirma que Roberto Rocha é o candidato a senador da aliança de oposição
Dino rafirma união das oposições com Roberto Rocha pré-candidato ao Senado

Flávio Dino reafirma que Roberto Rocha é o candidato a senador da aliança de oposição

Blog do Jorge Vieira Ao participar, nesta manhã de quinta-feira (29), do lançamento do livro “Olhar pra Frente, Uma Visão de Futuro”, do pré-candidato ao Senado pelas oposições, Roberto Rocha (PSB), o pré-candidato ao Governo do Estado, Flávio Dino (PCdoB), reafirmou que seu candidato a senador e dos nove partidos que integram a aliança é o vice-prefeito de São de Luís. Dino reafirmou ainda que “esta é a única candidatura posta à mesa” - “Eu, particularmente, tenho sustentado que o acordo feito na mesa partidária seja mantido, em torno da pré-candidatura do Roberto Rocha. Por isso, ele é o nosso candidato ao Senado. A realidade hoje existente é que temos nove partidos unidos e uma ampla liderança. É lógico que o outro lado, este sim com muitas dificuldades, tente impedir esta ampla união”, observou. O pré-candidato ao governo, mostrando bastante tranquilo, mas transbordando de otimismo com a união da oposição para derrotar a última oligarquia remanescente do país, ressaltou, no entanto, ser legítimo o pleito de Castelo, mas advertiu que este é um assunto para ser resolvido internamente pelo PSDBS, visto que essa discussão nunca foi colocada na mesa para discussão com os nove partidos. “O governador João Castelo tem legitimidade para pleitear qualquer cargo público. Mas este é um assunto interno do PSDB. Não existe esse debate na mesa dos partidos que integram a aliança. A única situação posta relativa ao PSDB é a pré-candidatura do deputado Carlos Brandão a vice-governador”, pontuou. Dino se mostrou convicto na união de todos os partidos do campo da oposição na aliança que está sendo costurada e disse acreditar que o PDT, partido que ainda discute internamente o caminho a seguir em 2014, também estará no palanque da mudança.

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Sobre a soltura de suspeitos de queimar ônibus em São Luís
Julian Jefferson (de tatuagem no abdômen), e Sansão (de camisa): liberdade

Sobre a soltura de suspeitos de queimar ônibus em São Luís

GILBERTO LEDA (http://gilbertoleda.com.br) Tenho lido muita coisa a respeito do despacho da juíza auxiliar da 1ª Vara Criminal de São Luís, Lewman de Moura Silva, que concedeu alvará de soltura a dois dos 16 homens presos por suspeita de participação no ataque a um ônibus na Vila Sarney Filho, que culminou com a morte da menina Ana Clara, de 6 anos. Muita gente “indignada”, “revoltada” com a situação. Usando o caso como prova de que a polícia prende e a Justiça solta. Eu, particularmente, concordo que, em muitos episódios, a lei dá brechas demais a bandidos. Mas, no caso em questão, não parece ter sido isso a determinar a soltura dos suspeitos. Senão, vejamos: Sansão dos Santos Sales, 19, e Julian Jeferson Sousa da Silva, 21, estavam com prisão preventiva decretada desde o dia 5 de janeiro, quando foram presos pela Polícia Militar. Um inquérito foi aberto e posteriormente encaminhado ao Ministério Público, que indiciou sete pelo crime, mas deixou de citar no pedido de prisão os dois jovens. Em nota, o próprio MP informou que deixou de denunciar “os dois por não ter identificado qualquer participação deles nos crimes”. Depois disso, a titular da 1ª Promotoria de Justiça de São José de Ribamar, Geraulides Mendonça Castro, pediu a liberdade imediata de Sansão e Julian. Agora postos em liberdade pela Justiça. O que há de errado nisso?

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