Candidato a presidente? Enigmático, Luciano Huck diz em artigo que vai participar da renovação política do Brasil

Em artigo publicado no jornal Folha de S.Paulo, nesta quarta-feira, o apresentador e empresário fala em "ocupar" esses espaços, mas não deixa claro se vai se candidatar em 2018. O apresentador e empresário Luciano Huck disse que “quer e vai participar” do processo de renovação política do Brasil, mas não deixou claro se vai se candidatar a algum cargo nas eleições do ano que vem. “Como já me comprometi publicamente antes, quero e vou participar deste processo de renovação política no Brasil”, diz o texto. “Reafirmo que continuo achando que, de onde estou, fora do dia a dia da política, minha contribuição pode ser mais efetiva e relevante”. No texto, Huck afirma que o Brasil foi arrastado para uma “crise econômica e caos social sem precedentes” e disse que os brasileiros precisam aproveitar melhor esse “assustador vácuo de liderança”. “Sinto que ela pode ser uma das maiores oportunidades para abrir um novo ciclo na história da República, ressignificar nossas instituições e, principalmente, reorientar os valores e princípios daqueles que querem servir”, escreveu o apresentador.

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Acredite se quiser: José Reinaldo Tavares defende pacto pelo Maranhão. Nele, entraria até José Sarney…

O ex-governador do Estado e atual deputado federal José Reinaldo Tavares (PSB), aliado político de longas datas que, no governo, rompeu com o grupo do ex-presidente José Sarney, e foi peça fundamental para a eleição do Dr. Jackson Lago, em 2006, continuando a ser um crítico ferrenho "da oligarquia", surpreendeu a todos com um artigo, em seu blog - PACTO PELO MARANHÃO - em que defende a união de todos em favor do Maranhão, em cujo pacto caberia nada mais nada menos que o próprio José Sarney (PMDB). O artigo ganha importância quando se sabe que José Reinaldo é aliadíssimo do governador Flávio Dino (PCdoB) e um dos seus principais conselheiros... No artigo, José Reinaldo, diz que Sarney ficou devendo muito em relação ao que poderia ter feito, pelo Maranhão,"considerando o seu poder pessoal e político incontestáveis. Mas, enfim, este não é um artigo para criticá-lo. Isso já fiz muitas vezes ao longo de muitos anos e por isso recebi muitas vezes o peso de sua ira. Contudo, isso ficou para trás e tenho que olhar para a frente e não ficar remoendo o passado". "Mas, enfim, este não é um artigo para criticá-lo. Isso já fiz muitas vezes ao longo de muitos anos e por isso recebi muitas vezes o peso de sua ira. Contudo, isso ficou para trás e tenho que olhar para a frente e não ficar remoendo o passado" - aliviou, mandando o petardo: - O que pretendo é unir todos pelo desenvolvimento do Maranhão. É escolher pelo debate alguns projetos realmente fundamentais para alavancar o crescimento do estado e melhorar a vida sofrida de nossa população. Entre nós temos vários políticos de enor, me prestígio, a começar pelo governador Flávio Dino e pelo ex-presidente José Sarney, juntando senadores, deputados federais e estaduais. Temos força política para, juntos nesse propósito, conseguirmos grandes avanços, desde que todos puxem numa só direção -LEIA O ARTIGO, NA ÍNTEGRA...

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Prefeito Edivaldo Holanda Júnior, “um ser perigoso” em artigo no JP

Um rápido mergulho na palavra de Deus, no Livro dos Provérbios, nos traz a constatação sagrada de que as mulheres são sim verdadeiras obras de Deus e, portanto, merecem de nós todo o respeito. “É mais preciosa do que rubis; nada do que você possa desejar se compara a ela”, está dito em Provérbios 3:15. Historicamente, elas cumpriram nobre papel na construção de nosso país, o que reafirma nossa convicção de que só será possível evoluirmos rumo ao desenvolvimento a partir da plena garantia de seus direitos e a necessária superação da opressão, que ainda as deixa como vítimas em pleno século XXI.

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Prefeito Edivaldo Holanda Júnior, “pisa em terra firme”, em artigo no JP

prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior, estreou , domingo, uma série de artigos que vai publicar aos domingos no Jornal Pequeno, sempre falando de ações, obras e realizações do seu governo, também respondendo preocupações da comunidade. Sob o título, "Pisando em terra firme", Edivaldo incia, dizendo que "o diálogo tem sido um aliado de toda hora no exercício de governar". E prevê uma série de textos autoriais por meio doas quais pretende expor "idéias, valores e ações importantes de serem compartilhadas com a população a que sirvo". O secretário de Comunicação de São Luís, jornalista Batista Matos, que convenceu o prefeito Edivaldo Holanda a, também, colocar "a boca no trombone", declarou-se, hoje, 2, satisfeitos com a repercussão do artigo que já foi reproduzido em blogs, e outros espaços das redes sociais, além de ser lido em emissoras de rádio. E promete se utilizar de todos os meios de comunicação para levar o pensamento do prefeito até a população da capital maranhense O ARTIGO "PISANDO EM TERRA FIRME" O diálogo tem sido um aliado de toda hora no exercício de governar. Na perspectiva de ampliar os canais de conversação com os mais variados segmentos é que dou início, neste domingo, à publicação de uma série de textos autorais por meio dos quais exponho ideias, valores e ações importantes de serem compartilhadas com a população a quem sirvo. Para tanto, é motivo de muita honra ocupar espaço neste respeitado veículo de comunicação, que historicamente sempre esteve alinhado aos interesses e causas do povo, especialmente das classes menos favorecidas – o Jornal Pequeno. Estar à frente da cidade e dos seus desafios estruturais, administrativos e políticos, esbarrando na escassez de recursos para tanto, tem nos exigido buscar alternativas as mais variadas em busca de condições reais para o enfrentamento dos problemas e buscados resultados que a população espera. E que depositou em nós a confiança para obtê-los. A infraestrutura urbana de São Luís não acompanhou o elevado crescimento populacional, ocasionando problemas crônicos a serem enfrentados, como o da mobilidade urbana. Neste sentido, nos últimos dois anos avançamos de maneira significativa na realização de obras de saneamento, com o objetivo de preparar a cidade para o enfrentamento de desastres naturais provocados pelas chuvas, evitar o acúmulo de água sobre as vias e ampliar a vida útil da pavimentação. Anteriormente, os serviços de infraestrutura não possuíam um planejamento urbano efetivo, com sinalização clara de um plano de drenagem para a cidade. O que representou, a meu ver, um grande equívoco, considerando que o sistema de infraestrutura urbana é composto por subsistemas que refletem diretamente no funcionamento de toda a cidade. A drenagem, propriamente dita, é o que viabiliza o adequado escoamento da água das chuvas, evitando os alagamentos e assegurando, dentre outras coisas, o trânsito das pessoas e veículos, além da proteção às edificações. Essa questão foi esquecida nas últimas gestões, e, consequentemente, a conta chegou até nós.

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Roberto Rocha dedica mandato ao pai, a Jackson Lago e Eduardo Campos. E lembra Bruno Matos

MEU PAI, MEU MELHOR AMIGO! Assumo hoje, em Brasília, o honroso mandato de Senador da República que o povo do Maranhão me confiou. A cerimônia, singela, consiste no juramento de fidelidade à Constituição e às leis do país. Para mim ela guarda também uma dimensão pessoal que evoco com emoção. O cargo de Senador foi o único que meu Pai não exerceu na sua trajetória exitosa, de vereador a governador. Em pensamento, consagro a ele, Luiz Rocha - meu Pai, meu melhor Amigo - esse momento tão especial. Do ponto de vista político o cargo também pertence a dois outros grandes Homens que o destino nos ceifou: o ex-governador Jackson Lago, que dedicou e consumou a vida na construção do caminho da mudança do Maranhão; e o nosso líder Eduardo Campos, que acreditou e sustentou desde a primeira hora a nossa postulação, jamais fraquejando diante dos obstáculos. Registro ainda a ferida nunca cicatrizada do sacrifício do jovem amigo, advogado Brunno Matos, assassinado covardemente no instante em que celebrava a vitória para a qual ele tanto contribuiu. A Justiça será feita, em honra a sua breve e fulgurante vida. Ao povo do Maranhão repito o que disse em praça pública, durante a campanha. Meu mandato será marcado pela crença na capacidade de nosso povo em construir um futuro de oportunidades e transformações. Meu gabinete em Brasília e as representações no Estado estarão sempre abertos para as entidades da sociedade, as prefeituras, as associações de classe e todo o conjunto cívico que constitui a nossa gente maranhense. Todas as ferramentas modernas de comunicação e interação estarão disponíveis para que o vigor e a dinâmica da vida social esteja representada em suas necessidades, projetos e ambições. Consigno ainda a distinção de substituir no Senado o eminente senador Epitácio Cafeteira, assinalando o reconhecimento a ele devido pela trajetória de vida de um dos grandes líderes políticos do nosso Estado. Quis o destino que a minha posse coincidisse com a notícia da suspensão das atividades da Refinaria de Bacabeira, um empreendimento que refinou apenas votos e demarcou o significado de pouca expressão que o nosso Estado tem no cenário nacional. O maior eleitorado proporcional do país, responsável pela reeleição da presidenta, recebe como prêmio um simples comunicado de que deve cancelar o seu futuro. É contra isso que me rebelarei, desde o primeiro dia de mandato. O Maranhão não pode continuar a ser visto como um estado de segunda classe. Por último reafirmo que meu companheiro de chapa, o governador Flávio Dino, terá em mim no Senado um incansável advogado das causas de nosso Estado. O Maranhão tem pressa para recuperar o tempo perdido. Rogo a Deus para que cubra de bênçãos todas as famílias maranhenses.

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Maranhão, 30 dias de trabalho e mudança
Governador Flávio Dino faz balanço do seu primeiro mês de governo

Maranhão, 30 dias de trabalho e mudança

FLÁVIO DINO Advogado, 46 anos, Governador do Maranhão. Foi presidente da Embratur, deputado federal e juiz federal Completamos hoje um mês à frente do Governo do Estado, com muitos desafios…

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Ricardo Noblat e a Petrobras: Dia Nacional do Otário é todo dia
Os maranhenses vão pagar mais que uma dívida de Estado dos bilhões gastos e desviados da finada refinaria de Bacabeira - Vão amagar os vários calotes dos nativos que investiram no município e perderam tudo...

Ricardo Noblat e a Petrobras: Dia Nacional do Otário é todo dia

DIA NACIONAL DO OTÁRIO É TODO O DIA RICARDO NOBLAT E no dia em que a Petrobras divulgou o mais desastroso balanço de sua história nos últimos 50 anos, o Diário Oficial da União circulou com decretos assinados pela presidente Dilma Rousseff criando o Dia Nacional do Milho, o Dia Nacional do Técnico Agrícola, o Dia Nacional da Parteira Tradicional e o Dia Nacional da Vigilância Sanitária. A parteira não tradicional talvez venha a merecer seu dia. Em seguida, Dilma embarcou para a Costa Rica onde se celebra a III Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos. Em discurso maçante, alertou seus colegas para a crise econômica mundial, algo que certamente escapava ao conhecimento deles. E elogiou seu próprio governo, como de hábito. Sim, falou do programa Minha Casa, Minha Vida. Quanto à manutenção à frente da Petrobras da atual diretoria nomeada por ela, Dilma não disse uma única palavra. Nem os jornalistas tiveram a chance de perguntar a respeito. A última vez que a presidente conversou com eles foi às vésperas do Natal do ano passado. Desde então ela os evita para escapar a perguntas embaraçosas. As perguntas se acumulam. Somente ontem, com a queda de mais de dez pontos percentuais no valor de suas ações, a Petrobras encolheu quase R$ 14 bilhões. Lula se elegeu, se reelegeu e elegeu Dilma dizendo que a oposição, mais precisamente o PSDB de Fernando Henrique Cardoso, planejava privatizar a Petrobras caso voltasse ao poder. O PT fez diferente: afundou a Petrobras. E a tudo assistimos desinteressados. A direção da empresa emitiu dois poderosos sinais negativos para o mercado. Não consegue calcular o valor dos ativos da Petrobras. Nem o valor do estrago produzido pela corrupção. Um balanço assim é tudo menos um balanço que mereça crédito. De resto, é um balanço que não foi auditado por técnicos independentes. Que crédito merece a palavra da atual diretoria da Petrobras? Ela já deveria ter sido demitida há muito tempo. Não foi e dificilmente será porque Graça Foster, a presidente da Petrobras, é amiga querida de Dilma. Que precisa dela dentro da empresa para evitar que algo venha a atingi-la no futuro. Ou a Lula. Graça é militante de carteirinha do PT. Carrega três estrelas tatuadas em um dos seus antebraços, duas pintadas de vermelho. A redução anunciada de investimentos da empresa para este ano, somada à redução de investimentos das 23 empreiteiras envolvidas com a Operação Lavo-Jato, poderá representar uma contração de quase dois pontos percentuais na economia do país. Quem pagará uma conta monstruosa como essa? Ora, cada um de nós. O Estado é o maior acionista da Petrobras. Somos nós que a mantemos.

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Artigo – A raiva política de Sarney
Sarney, o raivoso...

Artigo – A raiva política de Sarney

Do blog do JM Cunha Santos Desde a invenção de que Epitácio Cafeteira havia mandado assassinar Reis Pacheco, que continuava vivo, o grupo Sarney não se entregava à mitomania com tanta dedicação. Inventou Sarney agora que foi o grande responsável pela nomeação para a Embratur do homem de quem mais raiva, hoje: o candidato a governador do Maranhão, Flávio Dino. É contra ele que Sarney dedica, atualmente, cada minuto de sua vida. E, para dar foros de verdade à sua pregação fantasiosa, disse que Flávio Dino foi à sua casa agradecer pessoalmente. A reação de Flávio Dino foi a reação intempestiva de quem não segurou a revolta. O candidato tratou Sarney de “velhaco mentiroso”. Na verdade, os ditos, falas, difamações, insultos que o candidato da oposição tem suportado extrapolam qualquer nível de serenidade. Contra ele, as injúrias e difamações são jogadas de helicóptero, a ele o senador João Alberto praticamente chamou de Satanás publicamente, contra ele vendedores de calúnias atuam dia e noite na internet e sente-se, com isso, que o desespero pela derrota iminente começa a afetar mentalmente os eternos donos do poder no Maranhão.

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O Data M não tem nada a esconder. Principalmente os números que levanta…

José Machado * O Instituto Data M já existia, em 2003, quando ganhou o “3” – Data M3 – novo nome de fantasia e a nova firma M. M. Machado (de Mayara Moraes Machado, minha filha) e o CNPJ 05.833.992/0001-51. Como muitas empresas que nascem micro, sua sede foi registrada tendo como local o endereço em que morávamos, à Rua 19, Quadra 34, casa 12 – Cohatrac IV. Aos poucos o trabalho foi ficando maior e tivemos que buscar um novo local para escritório de treinamento, entrega e recebimento de questionários, etc., à Rua C, Quadra 4, casa 12 – Parque Atenas II – Cohajap. Empresa de pesquisa no Maranhão, com honrosas exceções, tipo aquelas que ganham contratos no setor público, trabalha muito mesmo somente em ano de eleição, o que a força terceirizar a maior parte do trabalho. Daí a dificuldade que muitas têm para se manter abertas, esperando o próximo pleito. Tem sido assim a peleja dos profissionais que tocam o Data M: o jornalista José Machado, graduado em Comunicação Social pela Universidade Federal do Maranhão; a fonoaudióloga Mayara Moraes Machado Soares, o comunicólogo José Machado Júnior, o matemático e engenheiro civil João Moraes Filho, além da estatística Eulina Silva Santos e a Sra. Maria Leudimar Teixeira Silva, estas duas últimas sempre dando força o ano inteiro. Recentemente, incorporou-se ao Data M o recém-graduado em Relações Internacionais, pela UNIPAMPAS-RS, Eduardo Augusto Moreira Machado. No Brasil, salvo as gigantes do mercado, pouca gente ganha muito dinheiro com pesquisa de opinião. Mas pesquisa é a melhor forma de distribuição de renda: o dinheiro arrecadado com os contratos é distribuído com o entrevistador, o coordenador, o pessoal da conferência, a telefonista, o motorista, o estatístico. Consome-se: gasolina, hotel, papel, computador, tinta, dezenas de milhares de cópias, camisetas, crachás, lapiseiras, pranchetas. E pagam-se impostos. Escrevo isso para mostrar que não temos o que esconder; principalmente os números que levantamos. Queremos poupar o tempo dos paparazzi. Por isso, avisa-se a qualquer um que não esteja satisfeito com as pesquisas que o Data M vem realizando e divulgando: que procure o jornalista José Machado para tomar satisfações. Ou a Justiça Eleitoral. Da nossa parte, se for preciso, pretendemos acionar a Polícia, o Ministério Público e o Judiciário contra aqueles que, usando máscaras, tentam invadir a privacidade dos meus familiares, filmando, fotografando ou usando outros ardis condenáveis. Querem nos intimidar. Mas, logo, logo poderemos saber de quem se trata, caso os interessados queiram usar essa bandidagem na campanha eleitoral, o que já denotaria o baixo nível que vamos presenciar durante o horário eleitoral gratuito, no rádio e na TV. Por fim, repetimos o aviso: o nosso candidato é o acerto. *Jornalista e diretor do Instituto Data M. (Publicado no Jornal Pequeno e blogs de John Cutrim e Cunha Santos)

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Eleições 2014: sem espaços para amadorismos
Abdon Marinho: as oposições e as armadilhas

Eleições 2014: sem espaços para amadorismos

POR ABDON MARINHO* O senador Sarney, na coluna política/eleitoral que assina n’O Estado do Maranhão, deu a senha para a campanha do grupo governista: todos os pontos negativos dos opositores serão explorados. Vão além. Nas costas do candidato ao governo deverá ser colocado tudo. E já começa jogando pesado, colocando na conta dele (Flávio Dino) todos os mortos do período ‘stanilista’, período em que a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas – URSS, era dirigida por Josef Stalin. Flávio Dino nasceu bem depois de Stalin ter deixado esse plano de existência. Quando veio se entender por gente na vida, o Muro de Berlim já havia caído e a URSS já esfarinhava, ainda assim é o culpado pelas mortes havidas entre os anos 30 e 50 naquele país. Essa é apenas uma amostra do quão renhida será a batalha. Mas o que esperar de uma campanha em que o candidato a governador, usando o poder de comunicação de uma emissora de rádio, oferece recompensa para quem se dispor a entregar os ‘podres' do adversário? A ameaça de perder o poder por parte do grupo dominante faz com que o jogo de interesses desconheça quaisquer fronteiras, sejam elas éticas ou as impostas pela legislação eleitoral. Aliás, o que mais temos visto nesta campanha são os contendores cometerem algum tipo de abuso. Seja na antecipação da campanha, seja nos comerciais dos partidos, etc.

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