Preço da gasolina sobe em 21 estados e no DF na 1ª semana do ano

Apenas em cinco estados brasileiros houve recuo nos preços médios do combustível de petróleo; na média nacional, houve alta nos postos de 0,24%, de R$ 4,099 para R$ 4,151 o litro ante a semana final de 2017 O valor médio da gasolina vendido nos postos brasileiros subiu em 21 estados brasileiros e no Distrito Federal na semana inicial de 2018, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pelo AE-Taxas. Apenas em cinco estados brasileiros houve recuo nos preços médios do combustível de petróleo. Na média nacional, houve alta nos postos de 0,24%, de R$ 4,099 para R$ 4,151 o litro ante a semana final de 2017. O etanol, combustível feito a partir da cana, tem poder calorífico menor que o da gasolina, derivada do petróleo. Foto: Epitácio Pessoa/Estadão Parte inferior do formulário Em São Paulo, maior consumidor do País e com mais postos pesquisados, o litro da gasolina subiu 0,76% na semana passada, de R$ 3,945 para R$ 3,975, em média. No Rio de Janeiro, o combustível saiu de R$ 4,548 para R$ 4,657, em média, alta de 2,40%. Em Minas Gerais houve alta média no preço gasolina de 3,27%, de R$ 4,188 para R$ 4,325 o litro. Etanol. Os valores médios do etanol hidratado seguem vantajosos sobre os da gasolina apenas em postos dos estados de Mato Grosso e Goiás, ainda de acordo com dados da ANP. O levantamento considera que o combustível de cana, com menor poder calorífico, precisa ter preço limite de 70% do derivado de petróleo nos postos para ser considerado vantajoso. Em Mato Grosso, onde o etanol é o mais competitivo, o biocombustível é vendido em média por 59,91% do preço da gasolina. Em Goiás e paridade está em 66,58%. Em Minas Gerais o etanol vale, em média, 70,50% do preço da gasolina, bem próximo do limite de paridade com o combustível de petróleo. Em São Paulo, a paridade está em 71,09%. A gasolina é mais vantajosa no Amapá. Naquele estado, o preço do etanol atinge 93,70% do cobrado em média pela gasolina.

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Multas de trânsito terão alta de até 66%; usar celular será infração gravíssima

Motorista que dirigir e falar no celular ao mesmo tempo irá pagar R$ 293,47; mudanças endurecem as punições previstas no Código de Trânsito Brasileiro e valem a partir de novembro A partir de novembro, as multas de trânsito serão reajustadas em até 66% e o motorista que for flagrado falando ou mexendo no celular será punido com uma infração gravíssima – e não mais média, como ocorre atualmente. Com isso, o valor da multa passará de R$ 85,13 para R$ 293,47. As mudanças, que endurecem as punições previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), foram sancionadas nesta quinta-feira (5) pela presidente Dilma Rousseff. No texto do Código será incluída a palavra "manuseando", para punir também o motorista que estiver mandando mensagens de texto ou acessando as redes sociais, por exemplo. O valor da infração leve terá a maior alta, de 66%, passando de R$ 53,20 para R$ 88,38. A infração média aumentará 52%, indo de R$ 85,13 para R$ 130,16, e a grave, que terá o mesmo porcentual de reajuste, de R$ 127,69 para R$ 195,23. A gravíssima – como falar ao celular – subirá 53%, de R$ 191,54 para R$ 293,47.

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