Grave! Moro teria ignorado investigação da PF sobre provas ilegais no caso Odebrecht

Vasconcelo Quadros Moro condenou réus antes de conclusão da sindicância da PF Interceptação irregular de empresa canadense foi usada por acusação Grampos de Youssef foram confirmados por depoimentos de policiais Documentos anexados pela defesa de executivos da Odebrecht no processo da Lava Jato sugerem que fatos ocorridos em 2013, quando a Lava Jato era restrita à Polícia Federal (PF), foram ignorados pelo ex-juiz Sergio Moro, que recebeu denúncias sobre supostas ilegalidades na obtenção de áudios e e-mails relacionados aos doleiros Carlos Habib Chater e Alberto Youssef. A Agência Pública analisou recursos de advogados de executivo da Odebrecht, na condenação antes da delação negociada com MP, e concluiu que a "sentença veio com sindicância da PF em andamento". É assim que publica longa reportagem sobre o assunto, que reproduzimos agora, depois de ouvir advogados do acusados e ter acesso às mensagens obtidas por interceptação junto a uma empresa de telefonia canadense, sem intermediação das autoridades dos dois países, o que já se configuraria uma ilegalidade. Segundo recursos que tramitaram na 13ª Vara da Justiça Federal de Curitiba e em tribunais superiores, as decisões teriam caracterizado “eloquente cerceamento de defesa” e teriam levado o juiz a sentenciar réus de forma “açodada” e “à revelia de relevantes questões” levadas aos autos do processo pela defesa. Os depoimentos de policiais foram prestados no âmbito da ação penal 5036528-23.2015.4.04.700, segundo advogados, mostram que mensagens trocadas por celular entre os doleiros Carlos Habib Chater e Alberto Youssef, que foram obtidas diretamente pela PF a empresa de telefonia do Canadá

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Doleiros falam de propina da Petrobras a Roseana Sarney, mas não revelam quem entregou
Paulo Roberto e Alberto Youssef confirmam propina, mas quem entregou?

Doleiros falam de propina da Petrobras a Roseana Sarney, mas não revelam quem entregou

Operação Lava Jato: novos depoimentos foram marcados para esta terça-feira (23) na Justiça Federal em Curitiba. A Justiça Federal vai ouvir cinco testemunhas de acusação convocadas pelo Ministério Público Federal. São réus neste processo os ex-deputados federais Pedro Corrêa, que era do Partido Progressista, e Luiz Argolo, afastado do Solidariedade. As audiências começam às 14h em Curitiba. Na segunda, a Polícia Federal fez uma acareação entre os dois principais delatores do escândalo na Petrobras. Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef mantiveram os depoimentos que já tinham prestado. A acareação na Polícia Federal em Curitiba durou mais de oito horas. O ex-diretor de abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef ficaram frente a frente para esclarecer divergências nos depoimentos. Os delatores falaram sobre o repasse, de R$ 2 milhões, para a campanha de Roseana Sarney, do PMDB, ao governo do Maranhão e mantiveram as versões dos depoimentos anteriores: Paulo Roberto Costa falou que Alberto Youssef entregou o dinheiro. Já o doleiro disse que o pagamento existiu, mas que não foi ele que fez. “O que o Alberto contesta não é a existência ou não da operação, foi quem realizou a operação em si, quem foi que efetivou a entrega do dinheiro”, disse o advogado de Youssef, Tracy Reinaldet.

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TJ do Maranhão manda recalcular dívida com empresa da Lava Jato

A juíza Luzia Madeiro Neponucena, da 1ª Vara da Fazenda Pública da Justiça estadual do Maranhão, determinou na sexta-feira (20) o recálculo da dívida do governo do Maranhão com a empresa Constran, uma das investigadas na Operação Lava Jato. A dívida é fruto de uma obra realizada pela empreiteira na década de 80. Para uma parte do valor a ser quitado pelo governo, de cerca de R$ 100 milhões, foi firmado um acordo, que resultou na expedição de um precatório (dívida convertida em título judicial). Esse acordo é alvo de suspeitas porque teria envolvido pagamento de propina com a intermediação do doleiro Alberto Youssef.

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Corrupção na Petrobrás é pior que o mensalão, diz defesa de doleiro
Doleiro Alberto Youssef, personagem central da Operação Lava Jato

Corrupção na Petrobrás é pior que o mensalão, diz defesa de doleiro

A defesa do doleiro Alberto Youssef, personagem central da Operação Lava Jato, comparou o esquema de corrupção e propinas na Petrobrás ao mensalão, escândalo que abalou o primeiro governo Lula e culminou com a condenação do ex-ministro chefe da Casa Civil José Dirceu. Em defesa prévia entregue à Justiça Federal do Paraná, base da Lava Jato, os advogados de Youssef refutaram a acusação de que ele foi o líder da organização criminosa que se instalou na estatal petrolífera e afirmaram que “o domínio da organização criminosa estava nas mãos de agentes políticos”. “Sua participação foi subsidiária às ordens de agentes políticos e públicos os maiores responsáveis pelo esquema que desviou fabulosas quantias dos cofres da Petrobrás visando a manutenção de um projeto de poder bem definido, a vontade de submeter partidos, corromper ideias e subverter a ordem constitucional”, afirma o criminalista Antonio Figueiredo Basto, que coordena o núcleo de defesa do doleiro.

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Leia na íntegra o depoimento de Alberto Youssef sobre o pagamento de propina a João Abreu

O doleiro Alberto Youssef afirmou em delação à Polícia Federal que efetuou pagamento de propina a um integrante do alto escalão do governo Roseana Sarney no Maranhão em nome da UTC no dia de sua prisão. Ele foi preso em março, em um hotel de São Luís (MA), durante as investigações da Operação Lava Jato. Segundo Youssef, a entrega do dinheiro ocorreu momentos antes da prisão. Ao perceber que seria preso –após retornar uma ligação que descobriu ser de policiais federais do Paraná–, ele diz ter levado R$ 1,4 milhão ao quarto de João Abreu, a um emissário do então secretário da Casa Civil de Roseana Sarney.

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Vale a pena ver! Taiana Camargo, ex-namorada de Alberto Youssef, a capa de Playboy de janeiro
Taiana Camargo, ex-namorada do doleiro Youssef, aparece na Playboy com dinheiro na calcinha...

Vale a pena ver! Taiana Camargo, ex-namorada de Alberto Youssef, a capa de Playboy de janeiro

Tem sido assim: protagonizou escândalo com algum figurão, seja ele um bandido ou não, e tendo algum corpinho para mostrar, as revistas masculinas caem cima. Mônica Veloso, ex-namorado do atual presidente do Senado, Renan Calheiros, fez sucesso. Agora é a vez de Taiana Camargo, ex-namorada do doleiro Alberto Youssef, o homem da Operação Lava Lato que negocia com a Polícia Federal e a Justiça o benefício da delação premiada. O romance entre Taiana Camargo e Alberto Youssef terminou em março do ano passado, quando ele foi preso. Ela e o doleiro se conheceram quando a moça se mudou para São Paulo para trabalhar com vendas. Segundo a Polícia Federal, o número dela apareceu 10.222 no celular de Youssef entre 2010 e 2013. Famosa por ser pivô do escândalo que resultou na Operação Lava Jato, Taiana Camargo, cearense de 30 anos, foi parar na capa da “Playboy” de janeiro.

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