Prazo dado por Moro se encerrou às 17 horas; Lula e advogados negociam para ele se entregar

Um dos mais próximos e antigos colaboradores de Lula, o ex-assessor da Presidência Gilberto Carvalho defendeu, em entrevista ao Estado, que a militância faça um cordão humano em torno do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo - onde o ex-presidente permanece desde a noite passada, sem falar ao público ou à imprensa. Aliados informaram que o ex-presidente não vai viajar até Curitiba para se entregar à Polícia Federal, como determinou o juiz Sérgio Moro em . Muitos defendem que ele permaneça no reduto petista e aguarde a chegada da PF para prendê-lo. A defesa fez novo pedido de habeas corpus ao STJ. MST organiza protestos com bloqueios em 50 estradas de mais de 20 Estados do País. Lula foi condenado a 12 anos e um mês de prisão no processo do caso do triplex do Guarujá. Na madrugada da quinta-feira, o petista sofreu revés no Supremo Tribunal Federal (STF), que negou o pedido para que ele recorresse contra a condenação em liberdade até a última instância. Integrantes do grupo mais próximo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disseram ao Estado que ele vai aguardar na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC o cumprimento da ordem de prisão expedida pelo juiz Sérgio Moro.

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