Perseguição ao Data M – Um artigo e uma carta aberta a José Machado, por Iranildo Azevedo
Iranildo Azevedo: crítica e solidariedade de quem conhece

Perseguição ao Data M – Um artigo e uma carta aberta a José Machado, por Iranildo Azevedo

ARTIGO PUBLICADO NO FACE, COM OS COMENTÁRIOS DE MAYARA MORAES MACHADO SOARES, FILHA DO JORNALISTA JOSÉ MACHADO E A VERDADEIRA PROPRIETÁRIA DO DATA M

DATA M & JOSÉ MACHADO
Por: Iranildo AzevedoInstituto Data M e Machadinho estão com a bola tão cheia pelos resultados colhidos ano passado, após haver acertado na mosca e divulgado com antecipação e exatidão os resultados do primeiro e segundo turnos da eleição de prefeito em São Luís, que tudo o que eu disser aqui para lhes externar meu reconhecimento e admiração, certamente, em nada irá modificar o consagrado patamar do “IBOP” que eles já conquistaram.
No entanto, acho relevante expressar quanto é confortante ao cidadão comum, constatar e contar em seu meio com a presença de um instituto de pesquisas de opinião, cuja credibilidade foi conquistada com base na eficácia de um trabalho imprimido a partir da isenção do seu principal dirigente.
Comandado por José Machado, jornalista de profissão e ofício, carinhosamente chamado de Machadinho por todos que o conhecem, o Data M dá-me a impressão de que se funde numa perfeita simbiose da criatura com o seu criador. É como se Machado e o Data M fossem a mesma pessoa. É nisso que se constrói a confiança.
Machadinho, em que pese seu permanente estado elevado de bom humor, é um daqueles sujeitos do qual se pode dizer: é um homem sério. Digno, profissional competente, respeitado na sociedade local e no âmbito de sua profissão. Machado é idôneo o bastante para honrar a confiança que certamente os maranhenses têm ou hão de ter no titular de um instituto de pesquisa e no próprio instituto.
É, porque antes dos resultados apresentados pelo Data M nas últimas eleições, tínhamos somente enganação em pesquisas de opinião divulgadas em períodos eleitorais no estado do Maranhão.
Portanto, sem ser necessário citar nomes de institutos locais ou de atuação nacional, que usaram e abusaram da paciência e da boa fé dos maranhenses, rogo ao jornalista José Machado continuar trabalhando com dignidade e decência na apuração e difusão dos dados, que por ventura seu Data M possa vir a apurar, pois agindo assim, ele estará prestando especial serviço ao povo, contribuindo para o fortalecimento do sistema democrático, e, certamente, formando um órgão de pesquisa de opinião que leve aos maranhenses certeza nos resultados obtidos no Maranhão e quiçá pelo Brasil afora.
Aliás, um instituto assim, todos creem – por isso todos querem…
COMENTÁRIOS AO PRIMEIRO ARTIGO:
  • Mayara Machado Soares Conheço o caráter, a honestidade e princípios de meu pai, José Machado, assim como qualquer pessoa que já conviveu o mínimo com ele o sabem também!!Julgar e falar sem argumentos é muito fácil, afinal quem tem boca fala o que querl!! Quisera ter a sorte esse cidadão e tantos outros que criticam tivessem filhos e amigos que tem tanto orgulho de seu pai igual nos temos do nosso por ser exemplo de pai, amigo e profissional!! Meu pai sempre nos ensinou que deitar com a cabeça tranquila no travesseiro ao final do dia não tinha preço!!! E é assim que eu, meu pai, meus irmãos e minha família continuaremos a fazer!! Dormir e acordar com a consciência tranquila, por que tudo que temos é fruto do trabalho suado e honesto!!

José Machado

José da Silva Machado. Natural de Duque Bacelar - Maranhão, onde nasceu em 14 de junho de l957. Graduado em Comunicação Social, pela Universidade Federal do Maranhão, especialização Jornalismo. Foi repórter, editor e secretário de Redação nos jornais Pequeno, O Imparcial e Diário do Norte, em São Luís. Também foi diretor de Telejornalismo na TV Difusora (Rede Globo), no período 1985/198). Exerceu o cargo de Secretário de Estado de Imprensa e Divulgação do Governo do Estado (2006-2007). É poeta e escritor, tem lançado o livro "As Quatro Estações do Homem" e conclui o livro; "Os vinte contos de réis". Pai de 5 filhos e 1 neto.