JB já vinha advertindo sobre as enormes dificuldades que Dilma teria para se reeleger
Talvez resida nesse séquito as dificuldades da presidenta se reeleger...

JB já vinha advertindo sobre as enormes dificuldades que Dilma teria para se reeleger

Jornal do Brasil

Jornal do Brasil, desde fevereiro deste ano, já vinha antecipando que a presidente Dilma enfrentaria sérios problemas para se reeleger. A campanha da grande mídia falando de corrupção e o cenário desfavorável nos estados trariam graves problemas para a candidata do PT.

No dia 17 de fevereiro, o JB fez uma análise comparando o cenário da eleição de 2010 com a atual, e frisou: “Esse panorama no qual fazemos uma reflexão deve estar tirando o sono de muitos que torcem pela reeleição e sucesso do governo.”

Vamos aos fatos…

Eleições presidenciais 2014 – um panorama bem diferente de 2010 

A presidenta Dilma Rousseff ganhou as eleições de 2010 com 55.752.983 votos, fazendo 56% dos votos no segundo turno. Eleição apertada onde, na realidade, disputava com um candidato já derrotado em eleição anterior para o ex-presidente Lula, e que tinha 43% de rejeição.

O candidato José Serra tinha uma grande oposição em Minas Gerais. Os mais próximos do tucano afirmam que ele não perdoava o governador Aécio Neves, candidato a senador. Outro candidato ao Senado, o ex-presidente Itamar Franco apoiava o candidato tucano ao governo, mas ostensivamente votava para Presidência da República contra José Serra. Com tudo a favor de Dilma, ela teve 56% dos votos.

Em Pernambuco, Dilma teve uma magnífica vitória com 77% dos votos. Na Bahia, o petista Jaques Wagner também teve mais de 70% dos votos. No Ceará, Dilma teve mais de 77% dos votos. No Piauí, somou 70%. No Maranhão, com o apoio da família Sarney e também do governador Jackson Lago, Dilma obteve mais de 80% dos votos.

No Rio de Janeiro, centro cultural do Brasil, o candidato a governador Sérgio Cabral vinha de uma boa administração, tendo conseguido para o Brasil a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Ainda não tinha sofrido os escândalos do helicóptero, do Maracanã, da Delta, dos guardanapos e etc.

No Rio Grande do Sul, o petista Tarso Genro conseguiu uma expressiva vitória, com mais de 50% dos votos.

Em São Paulo, mesmo com a eleição de Geraldo Alckmin, Dilma não sofreu muito, pois Serra era quase um anti-candidato do povo. 

Hoje o cenário é bem diferente.

Em Minas Gerais, tudo leva a crer que dificilmente conseguirá superar os 60% de Aécio. No Maranhão de Roseana Sarney, após os escândalos das péssimas condições dos presídios, Dilma não deve repetir os 80%.

Na Bahia, com a má administração de Jaques Wagner e a derrota na prefeitura para o DEM, Dilma vai ter dificuldades para conseguir os 70% que obteve nas últimas eleições.

Em São Paulo Fernando Haddad, que vai muito mal nas pesquisas, atrapalhará a performance que Dilma teve em 2010, com mais de 50% dos votos.

Em Goiás e outros estados do Sudeste, tendo a grande imprensa fazendo campanha ostensiva contra o governo, Dilma poderá sofrer em estados importantes como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e até mesmo no Distrito Federal, em função do mau governo que vem fazendo o petista Agnelo Queiroz, com a onda de crimes e a falta de segurança que abala a capital do País.

No Rio Grande do Sul, Dilma pode também não repetir o desempenho que teve. Ana Amélia conta com o apoio de Aécio Neves contra Tarso Genro.

Não queremos abordar a crise econômica. Crise que se reflete não só nos juros, mas na falta de investimento que prejudica o crescimento, podendo trazer manifestações que atingirão claramente o governo.

Sobre a Copa do Mundo, não vamos fazer nenhum tipo de prognóstico. As manifestações já tomam conta do País, principalmente contra a arrogância da nefasta Fifa. 

Esse panorama no qual fazemos uma reflexão deve estar tirando o sono de muitos que torcem pela reeleição e sucesso do governo.

>> Eleições presidenciais 2014 – um panorama bem diferente de 2010

No dia 24 do mesmo, mês, novo artigo do JB reforçava desta vez os cenários diferentes de Lula em 2002 e de Dilma em 2014. O texto destacava: “As diferenças se acentuam entre os cenários enfrentados por Lula e Dilma quando se faz uma análise das alianças nos estados e nos resultados das eleições para governador.”

Eleições: Dilma tem pela frente um cenário bem diferente do que Lula enfrentou 

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (22) mostra a presidente Dilma Rousseff com 47% das intenções de voto. Aécio Neves aparece em segundo, com 17%, e Eduardo Campos em terceiro, com 12%. 

Nas eleições de 2002, Luís Inácio Lula da Silva tinha, em março, 24% das intenções de voto, contra 16% de José Serra.  Já nas eleições de 2006, Lula somava em março 43% das intenções de voto, contra 19% de Geraldo Alckmin.

As diferenças se acentuam entre os cenários enfrentados por Lula e Dilma quando se faz uma análise das alianças nos estados e nos resultados das eleições para governador.

Em 2002, Lula contou, no segundo turno, com o apoio dos então também candidatos à presidência Ciro Gomes e Anthony Garotinho, ex-governadores do Ceará e do Rio. O ex-governador de Pernambuco, Miguel Arraes, e outro ex-governador do Rio, Leonel Brizola, também manifestaram apoio a Lula. Antônio Carlos Magalhães, então o político mais influente da Bahia, foi mais um a aderir ao petista. Os ex-presidentes José Sarney e Itamar Franco levaram as forças do Maranhão e de Minas Gerais também para Lula. 

Entre os governadores que se elegeram naquela ocasião estavam José Reinaldo Tavares, no Maranhão (com apoio dos Sarney), e Rosinha Garotinho, no Rio.

Lula obteve 46,44% dos votos, contra 23,19% de Serra, no primeiro turno. No segundo, Lula somou 61,27%, contra 38,72% de Serra.

Já em 2006, Lula ampliou a base de apoio nos Estados com a vitória de mais cinco aliados: Ana Júlia Carepa (PT-PA), Sérgio Cabral (PMDB-RJ), Eduardo Campos (PSB-PE), Roberto Requião (PMDB-PR), Wilma de Faria (PSB-RN) e Jackson Lago (PDT-MA). Dos 27 governadores eleitos, Lula contava com o apoio de pelo menos 15.

No Norte-Nordeste, o PT venceu no primeiro turno na Bahia, com Jaques Wagner; em Sergipe, com Marcelo Déda; no Piauí, com Wellington Dias; e no Acre, com Binho Marques. Com Ana Júlia no Pará, o PT conquistou o poder em cinco Estados – dois a mais que na eleição de 2002.

Na base aliada, o presidente contava com o apoio de Eduardo Campos (PSB) em Pernambuco; Cid Gomes (PSB), no Ceará; e Wilma de Faria (PSB), no Rio Grande do Norte.

No Centro-Oeste e no Norte, Eduardo Braga (PMDB), no Amazonas; Jackson Lago (PDT), no Maranhão; Wáldez Góes (PDT), no Amapá; Marcelo Miranda (PMDB), em Tocantins; e Blairo Maggi, reeleito do Mato Grosso, apoiavam Lula.

No Sul-Sudeste, Lula contava com apoio de Sérgio Cabral, no Rio; e de Roberto Requião, no Paraná, ambos do PMDB.

Mesmo com todo este apoio, Lula teve um primeiro turno apertado em 2006: obteve 48,61% dos votos, contra 41,64% de Geraldo Alckmin. No segundo turno, o petista obteve 60,83% dos votos, enquanto Alckmin somou 39,17%.

Para 2014, apesar de Dilma contar com 47% das intenções de voto contra 17% de Aécio Neves, no âmbito dos estados, o cenário é bem diferente do vivido por Lula.

Em Minas Gerais, dificilmente conseguirá chegar aos 46% obtidos em 2010. No Maranhão de Roseana Sarney, após os escândalos das péssimas condições dos presídios, Dilma não deve repetir os 70%.

Na Bahia, com a má administração de Jaques Wagner e a derrota na prefeitura para o DEM, Dilma vai ter dificuldades para conseguir os 62% que obteve nas últimas eleições. Em Pernambuco, de Eduardo Campos – pré-candidato à Presidência -, não repetirá os 61%.

Em São Paulo Fernando Haddad, que vai muito mal nas pesquisas, atrapalhará a performance que Dilma teve em 2010, com 37% dos votos. No Rio de Janeiro o cenário é ainda pior. Com a popularidade de Sérgio Cabral despencando, Dilma não alcançará os 43% de 2010.

Em Goiás e outros estados do Sudeste, com a forte pressão exercida pela grande imprensa, Dilma poderá sofrer em estados importantes como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e até mesmo no Distrito Federal, em função do mau governo que vem fazendo o petista Agnelo Queiroz, com a onda de crimes e a falta de segurança que abala a capital do País.

No Rio Grande do Sul, Dilma pode também não repetir o desempenho que teve em 2010, quando obteve 46% dos votos, já que Ana Amélia conta com o apoio de Aécio Neves contra Tarso Genro.

>> Eleições: Dilma tem pela frente um cenário bem diferente do que Lula enfrentou

No dia 7 de abril, novo artigo do JB citava também as estratégias de campanha de Dilma e o cenário econômico, enfatizando as dificuldades por vir: “Com o não crescimento da China, a estagnação da Europa e um crescimento pífio – de 2% ou 3% – dos EUA, quais são os prognósticos para o Brasil? Aí, sim, pode-se justificar que os assessores da campanha de Dilma vejam com ceticismo uma reeleição, e tudo estará justificado.”

O comitê da campanha de Dilma e o desprezo com o resultado das eleições 

O desprezo com que coordenadores da campanha para a reeleição de Dilma Rousseff tratam Lindbergh Farias, do PT, não é de quem tem vontade de ganhar a eleição, porque não tem consistência política. É um desprezo que só pode ter como justificativa uma motivação pessoal.

Lindbergh é o único candidato que tem comprometimento com o voto em Dilma Rousseff e com o seu partido, o Partido dos Trabalhadores. 

O senador Francisco Dornelles está levando o grupo do governador Luiz Fernando Pezão para votar em Aécio Neves, como informou uma revista de grande circulação. Ao mesmo tempo, Pezão conta com apoio de Dilma na disputa no Rio, e não deu qualquer declaração afirmando que não aceita este tipo de divisão.

Nas pesquisas, os três primeiros no Rio são Anthony Garotinho (PR), Marcello Crivella (PRB) e Lindbergh Farias (PT). Se estas posições se mantiverem até o dia da eleição, dois desses vão para o segundo turno. Mas se esta ordem não for respeitada pela força da máquina do governo, Pezão disputará a eleição com um dos três. No jogo dos palanques, é claro que o único que não tem condições de votar em Dilma no segundo turno das eleições Presidenciais é Pezão: os eleitores de Crivella são eleitores de ministro da Dilma (Crivella deixou a Pesca, que foi assumida por Eduardo Lopes, também do PRB), e vão votar nela. Os eleitores de Garotinho não podem votar no Aécio Neves porque Aécio é do grupo de Dornelles, que apóia Pezão. E Lindbergh é, como todos sabem, do mesmo partido da Presidenta.

Se Crivella, Garotinho e Lindbergh votam em Dilma, em quem Pezão vai declarar seu voto durante a disputa do segundo turno com um desses três? Em Dilma também? Ou Pezão vai se inclinar para os outros grupos que apoiam sua campanha, mas na batalha pela Presidência são adversários de Dilma?

Se levarmos em consideração que a disputa para a Presidência também se encaminha para um segundo turno, com Dilma, Aécio e Eduardo Campos à frente, estas questões ficam ainda mais evidentes.

A relação dos palanques para do governo do Rio e da Presidência nos leva às seguintes análises:

Os eleitores de Crivella não podem votar em Eduardo Campos. Os de Lindbergh também não e muito menos os de Garotinho, que tem como adversário político o deputado estadual Marcelo Freixo, do Psol, que por sua vez apóia Eduardo Campos. 

Ciro Nogueira, presidente do PP, foi chamado para indicar um ministro, imaginando que isso representa que vai ter de Dilma apoio para seu partido. Contudo, dos três maiores estados do país, em dois – Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro -, o PP vai estar apoiando Aécio Neves – Ana Amélia, em articulação feita pelo senador Francisco Dornelles, já fechou este apoio.

Em Santa Catarina, o PP de Espiridião Amim vai apoiar Aécio Neves. Aliás, o mesmo PP que vai ganhar um ministério de Dilma.

Junta-se neste caldeirão o suposto envolvimento do ex-ministro Mario Negromonte, do PP, nas denúncias envolvendo a Petrobras.

Todo este emaranhado político leva a crer que, na realidade, há um desprezo pelo resultado das eleições. Parece que existe um serviço de inteligência identificando uma crise em 2015, quando dificilmente qualquer candidato eleito poderá governar. Principalmente se a crise na Petrobras já tiver passado, permitindo o fim do subsídio aos preços da gasolina, o que inexoravelmente fará subir a inflação, mesmo sendo 0,25% como os técnicos mais competentes avaliam.

Com o não crescimento da China, a estagnação da Europa e um crescimento pífio – de 2% ou 3% – dos EUA, quais são os prognósticos para o Brasil? Aí, sim, pode-se justificar que os assessores da campanha de Dilma vejam com ceticismo uma reeleição, e tudo estará justificado.

>> O comitê da campanha de Dilma e o desprezo com o resultado das eleições

Um mês depois, no dia 7 de maio, mais um texto do Jornal do Brasil destacava as dificuldades que Dilma teria nos apoios nos estados, e reforçava o crescimento de Aécio Neves.

Eleições: Dilma enfrenta mais perdas nos estados; Aécio cresce 

Recentes pesquisas apontam queda nas intenções de voto da Presidenta Dilma Rousseff, e o crescimento de Aécio Neves. O Jornal do Brasil já vinha publicando editoriais antecipando que o cenário político em 2014 será bem diferente do enfrentado por Dilma em 2010, que era amplamente favorável.

Nos últimos dias, Aécio cresceu em Brasília e no Espírito Santo, passando a estar à frente de Dilma. E também vem aumentando as intenções de voto em Mato Grosso do Sul, equilibrando a disputa. Tudo indica que na pesquisa Datafolha que sairá esta semana, o tucano apresente novo crescimento. 

Histórico

Nas eleições de 2002, Luís Inácio Lula da Silva tinha, em março, 24% das intenções de voto, contra 16% de José Serra.  Já nas eleições de 2006, Lula somava em março 43% das intenções de voto, contra 19% de Geraldo Alckmin.

As diferenças se acentuam entre os cenários enfrentados por Lula e Dilma quando se faz uma análise das alianças nos estados e nos resultados das eleições para governador.

Em 2002, Lula contou, no segundo turno, com o apoio dos então também candidatos à presidência Ciro Gomes e Anthony Garotinho, ex-governadores do Ceará e do Rio. O ex-governador de Pernambuco, Miguel Arraes, e outro ex-governador do Rio, Leonel Brizola, também manifestaram apoio a Lula. Antônio Carlos Magalhães, então o político mais influente da Bahia, foi mais um a aderir ao petista. Os ex-presidentes José Sarney e Itamar Franco levaram as forças do Maranhão e de Minas Gerais também para Lula. 

Entre os governadores que se elegeram naquela ocasião estavam José Reinaldo Tavares, no Maranhão (com apoio dos Sarney), e Rosinha Garotinho, no Rio.

Lula obteve 46,44% dos votos, contra 23,19% de Serra, no primeiro turno. No segundo, Lula somou 61,27%, contra 38,72% de Serra.

Já em 2006, Lula ampliou a base de apoio nos Estados com a vitória de mais cinco aliados: Ana Júlia Carepa (PT-PA), Sérgio Cabral (PMDB-RJ), Eduardo Campos (PSB-PE), Roberto Requião (PMDB-PR), Wilma de Faria (PSB-RN) e Jackson Lago (PDT-MA). Dos 27 governadores eleitos, Lula contava com o apoio de pelo menos 15.

No Norte-Nordeste, o PT venceu no primeiro turno na Bahia, com Jaques Wagner; em Sergipe, com Marcelo Déda; no Piauí, com Wellington Dias; e no Acre, com Binho Marques. Com Ana Júlia no Pará, o PT conquistou o poder em cinco Estados – dois a mais que na eleição de 2002.

Na base aliada, o presidente contava com o apoio de Eduardo Campos (PSB) em Pernambuco; Cid Gomes (PSB), no Ceará; e Wilma de Faria (PSB), no Rio Grande do Norte.

No Centro-Oeste e no Norte, Eduardo Braga (PMDB), no Amazonas; Jackson Lago (PDT), no Maranhão; Wáldez Góes (PDT), no Amapá; Marcelo Miranda (PMDB), em Tocantins; e Blairo Maggi, reeleito do Mato Grosso, apoiavam Lula.

No Sul-Sudeste, Lula contava com apoio de Sérgio Cabral, no Rio; e de Roberto Requião, no Paraná, ambos do PMDB.

Mesmo com todo este apoio, Lula teve um primeiro turno apertado em 2006: obteve 48,61% dos votos, contra 41,64% de Geraldo Alckmin. No segundo turno, o petista obteve 60,83% dos votos, enquanto Alckmin somou 39,17%.

Para 2014, no âmbito dos estados, o cenário é bem diferente do vivido por Lula.

Em Minas Gerais, dificilmente conseguirá chegar aos 46% obtidos em 2010. No Maranhão de Roseana Sarney, após os escândalos das péssimas condições dos presídios, Dilma não deve repetir os 70%.

Na Bahia, com a má administração de Jaques Wagner e a derrota na prefeitura para o DEM, Dilma vai ter dificuldades para conseguir os 62% que obteve nas últimas eleições. Em Pernambuco, de Eduardo Campos – pré-candidato à Presidência -, não repetirá os 61%.

Em São Paulo, reduto tucano, Dilma não repetirá a performance que teve em 2010, com 37% dos votos. No Rio de Janeiro o cenário é ainda pior. Dilma não alcançará os 43% de 2010.

No Rio Grande do Sul, Dilma pode também não repetir o desempenho que teve em 2010, quando obteve 46% dos votos, já que Ana Amélia conta com o apoio de Aécio Neves contra Tarso Genro.

>> Eleições: Dilma enfrenta mais perdas nos estados; Aécio cresce

Agora, o anúncio público e antecipado da saída do ministro da Fazenda, Guido Mantega, num possível segundo mandato, é o reconhecimento do fracasso na economia, que se comprova com as sucessivas divulgações de não crescimento e de uma iminente recessão. Estes números colocam o governo em posição de defesa, na qual a resposta não precisa mais ser dada. Parece ser o sentimento do próprio povo.

José Machado

José da Silva Machado. Natural de Duque Bacelar - Maranhão, onde nasceu em 14 de junho de l957. Graduado em Comunicação Social, pela Universidade Federal do Maranhão, especialização Jornalismo. Foi repórter, editor e secretário de Redação nos jornais Pequeno, O Imparcial e Diário do Norte, em São Luís. Também foi diretor de Telejornalismo na TV Difusora (Rede Globo), no período 1985/198). Exerceu o cargo de Secretário de Estado de Imprensa e Divulgação do Governo do Estado (2006-2007). É poeta e escritor, tem lançado o livro "As Quatro Estações do Homem" e conclui o livro; "Os vinte contos de réis". Pai de 5 filhos e 1 neto.

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