Como em 2012, o Data M só favorece um candidato: o acerto.
Jornalista José Machado - diretor do Data M

Como em 2012, o Data M só favorece um candidato: o acerto.

Jornalista José Machado – diretor do Data M

GENTE LIGADA AO GRUPO SARNEY, NA MÍDIA E NO PARLAMENTO, INICIA CAMPANHA DE DESCRÉDITO CONTRA O DATA M E SEU DIRETOR POR CAUSA DOS BAIXOS ÍNDICES DE INTENÇÃO DE VOTO DIVULGADOS PELO INSTITUTO

O texto abaixo  foi encaminhado para algumas figuras da mídia que fizeram comentários desairosos sobre o Data M e as pesquisas eleitorais  – estadual e municipal de São Luís -, realizadas em 2014, querendo desacreditar a empresa – a única a acertar o resultado da eleição de 2012 em São Luís, contrariando prognósticos dos demais. Serve também de orientação ao deputado estadual César Pires, que deflagrou, hoje, na Assembléia Legislativa, uma campanha de descrédito contra a empresa, talvez  com o objetivo  de rentar minimizar os efeitos provocados com os números obtidos  pelos pré-candidatos do seu grupo político ao Governo do Estado e ao Senado da República.

Pelo que estamos informados, o discurso de Pires é o início de várias ações desenvolvidas pelo grupo Sarney para tentar desacreditar e enfraquecer o Data M e o seu diretor, o jornalista José Machado, que incluem desde processos judiciais a ameaças de morte.

Na eleição de 2012, o Data M foi vítima de campanha igual e mostrou, com trabalho, que estava certo, como muitos foram obrigados a engolir. Só o ex-prefeito João Castelo (PSDB) questionou, judicialmente, quatro das pesquisas realizadas pelo Instituto. Perdeu todas. Porque os números mostrados  pelo instituto se confirmaram nas urnas do TRE-MA.

O Jornalista José Machado, ao realizar e divulgar pesquisas, com as mesmas metodologias utilizadas pelos mais diversos institutos do país, não quer apenas fazer disso o seu suado  ganha-pão, faz pela convicção de que a honestidade de propósitos ainda pode vencer a o abuso de poder, a hipocrisia, o fanatismo, a subserviência e a mentira.

O deputado estadual César Pires está exercendo o papel que sempre teve dentro do Grupo Sarney, o de ventríloquo.

Se não formos vítima de alguma bala perdida ou atiradas por algum motoqueiro encapuzado, continuaremos a trabalhar para sustentar nossa família .

As eleições de 2014 ocorrerão em outubro. Lá, com certeza , daremos  a César o que é de César…

A NOTA QUE DISTRIBUÍMOS:

Como em 2012, o Data M só favorece um candidato: o acerto

Nem gostaria de me pronunciar. Sou profissional e homem o bastante para suportar a perfídia até que os fatos por  si só se esclareçam. Prometi que deixaria,  primeiro, a opinião pública julgar essas pessoas que gostam de enlamear a reputação alheia;  segundo, esperaria  o próprio tempo encarregar-se de repor a verdade, o que deverá ocorrer em outubro de 2014, assim como ocorreu em 2012 – quando  uma penca de formadores de opinião, com ou sem conhecimento de causa, tentou desacreditar meu instituto.

O Data M (firma M.M Machado – derivado de Mayara Moraes Machado – que é o nome de minha filha, portanto o M é o símbolo do nome da nossa família), todo o Maranhão e o Brasil sabem,  foi o único instituto a acertar o resultado do pleito em São Luís, em 2012, nos dois turnos.  O resultado da última pesquisa por nós realizada, divulgada um dia antes do segundo turno do  pleito municipal, bateu,  até mesmo nos decimais, com o do TRE-MA. Ou já esqueceram  que muitos foram  obrigados a se curvar a esse fato?

O Data M sempre  favorece um só candidato,  nas eleições que virão e em todas que se passaram: o acerto. Assim, a cada ano, esforça-se, mesmo  sendo uma pequena empresa, para melhorar seus métodos e sua metodologia. Quase toda pesquisa,  eleitoral ou não, claro,  é “de encomenda”, exceto aquelas de iniciativa do próprio instituto. Um partido político, um político com ou sem mandato, uma empresa, etc. Isso não se constitui em novidade alguma.  Mas o cliente, independentemente  do contratante, tem que ser o resultado. Que deve espelhar, com toda a honestidade e frieza, o que encontrou no campo pesquisado.

No Maranhão, costuma-se jogar lama nas pessoas limpas. Parece até que ser honesto é que é a coisa errada.  Fico abismado como muitos blogueiros do Maranhão usam esse instrumento tão democrático patrocinado pelo mundo virtual para espalhar boatos e falsear a verdade, desde que lhes seja conveniente.

Pior é tentar sempre vincular profissionais corretos com políticos, empresários, bispos, macumbeiros, canalhas e até a assassinos. Tenho amizade com as pessoas. Não tenho chefes a quem deva obediência. Assim, ninguém pode  influenciar o resultado de uma pesquisa do Data M.

Podemos errar. Uma pesquisa que se faz há vários meses de um pleito não poder ser exata nem denotar sentença, como uma feita bem na proximidade da disputa.  Se fosse o pessoal do governo, tiraria proveito dos números agora divulgados, já que eleição é uma corrida de chegada. Não uma corrida de largada.

Assim, os números do Data M são dinâmicos, como dinâmica são a opinião e a vontades das pessoas entrevistadas pelo instituto. Se amanhã, ao fazermos outra rodada e for encontrada uma nova realidade, esta, com certeza, será revelada, com  transparência, como exigem a lisura de quem faz,  a lei e as  resoluções do TSE.

Na pesquisa estadual divulgada no final de janeiro de 2014, o plano amostral feito pelo estatístico responsável divide o Maranhão em seis regiões: norte, sul, leste, oeste, centro e região metropolitana . Nesta, foram entrevistados  eleitores de São Luís, Paço do Lumiar e São José de Ribamar.  Não há um resultado só para “São Luís”. Quando queremos definir um resultado só para a “capital” do Maranhão, costumamos ouvir 800 pessoas, como foi feito  com a pesquisa finalizada e publicada esta semana. O quadro de “São Luís” divulgado como “vazamento”  está contido no bojo da pesquisa estadual  e foi tornado público junto com a divulgação. Mas não pode ser levado em conta como número “só” de São Luís. Compõe-se com os números de todo o Estado, que destoam dos encontrados em cada região.

No mais, recomendamos que os “críticos” do Data M pelo menos estudem a matéria POP antes de emitir suas desastradas opiniões sobre o assunto.

São Luís, 19 de fevereiro de 2014.

José Machado – Diretor do  Data M

José Machado

José da Silva Machado. Natural de Duque Bacelar - Maranhão, onde nasceu em 14 de junho de l957. Graduado em Comunicação Social, pela Universidade Federal do Maranhão, especialização Jornalismo. Foi repórter, editor e secretário de Redação nos jornais Pequeno, O Imparcial e Diário do Norte, em São Luís. Também foi diretor de Telejornalismo na TV Difusora (Rede Globo), no período 1985/198). Exerceu o cargo de Secretário de Estado de Imprensa e Divulgação do Governo do Estado (2006-2007). É poeta e escritor, tem lançado o livro "As Quatro Estações do Homem" e conclui o livro; "Os vinte contos de réis". Pai de 5 filhos e 1 neto.

Este post tem 3 comentários

  1. Coreiro

    Não se intimide, essa turma não quer mesmo largar o osso.

  2. Luma Maranhão

    Sabemos da seriedade e da ética de como conduz o seu trabalho,continue sempre assim e não se intimide.Parabéns por isso…

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