Flávio Dino assina pacto para gestão integrada e preservação do Rio Parnaíba

Segundo rio mais importante do Nordeste brasileiro, o Rio Parnaíba ganhou um importante instrumento de proteção e preservação de suas águas. O governador Flávio Dino assinou, nesta terça-feira (27), no Palácio dos Leões, o Pacto para Gestão Integrada dos Recursos Hídricos da Bacia Hidrográfica do Rio Parnaíba. O documento cria uma cooperação técnica entre os Estados do Maranhão, Piauí e Ceará e representa o passo que faltava para criação do Comitê Gestor, entidade que irá gerenciar itens como uso da água e preservação, dentre outros. Participaram da ocasião o secretário de Meio Ambiente, Marcelo Coelho, o deputado estadual Rafael Leitoa e o chefe de gabinete do senador Elmano Férrer, Solon Braga. No Maranhão, o Rio Parnaíba banha 34 municípios. Além disso, 99% do estado do Piauí e municípios do Ceará são por ele abastecidos. “O Maranhão ganha porque esse comitê de bacias tem sido debatido há anos para ser criado, e agora, juntamente com o Governo do Piauí e Ceará, conseguimos concretizar esse feito”, explicou o secretário Marcelo Coelho. Segundo ele, a gestão significará “o uso melhor da água, administração de conflitos e a aplicação de recursos no rio e nas pessoas”.

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Mundo cão – Criança morre após ser esquecida dentro de carro pelo pai, em Minas

Uma criança de dois anos morreu após ser esquecida pelo pai dentro do carro, em Janaúba, Minas Gerais, na última quinta-feira, 15. Segundo o pai da menina, por volta de meio-dia, ele saiu de casa para levar a filha à escola, quando parou em frente ao seu estabelecimento comercial. Ao estacionar o veículo, seu telefone tocou e ele desceu e atendeu a ligação, entrando na loja e permanecendo lá. Quando se lembrou da sua filha, ele correu totalmente desesperado para o veículo, onde já se deparou com a criança inconsciente. Com a ajuda de uma testemunha, depois de observar que a menina ainda apresentava sinal de pulsação, ele se dirigiu imediatamente para o Hospital Fundajan, onde foi feita tentativa de reanimação.

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Relator condena e aumenta pena de Lula para 12 anos e 1 mês de prisão. Segue a sessão do TRF-4, e ainda faltam dois votos

O desembargador Pedro Gebran Neto, relator da Lava Jato no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre, deu na manhã desta quarta-feira, 24, o primeiro voto no julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no caso do triplex do Guarujá, no qual considerou o petista culpado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro e recomendou uma pena total de 12 anos e 1 mês de prisão em regime fechado, maior que a pena de 9 anos e seis meses estabelecida pelo juiz Sérgio Moro. Durante um largo voto, que durou mais de 3h horas, Gebran Neto rejeitou os pedidos da defesa que tentavam questionar a competência do juiz Sergio Moro e da 8ª Turma de Curitiba para julgar Lula. Ele também considerou existir provas de que o triplex era do ex-presidente e a reforma foi feita no apartamento no Guarujá. como compensação da empreiteira OAS para obter contratos com o governo federal. O julgamento começou às 8h30 com a e leitura do processo. Durante ela, o desembargador Pedro Gebran Neto lembrou que ex-primeira-dama Marisa Letícia, que inicialmente também era acusada, mas foi retirada após sua morte. Ele também lembrou que quatro réus foram absolvidos por Sérgio Moro: Paulo Okamotto, Paulo Roberto Gordilho, Roberto Moreira Ferreira e Fábio Hori Yonamine. O MPF recorreu da absolvição dos três últimos. O procurador da República da 4.ª Região Mauricio Gotardo Gerum afirmou no começo da sessão que ‘lamentavelmente, Lula se corrompeu’. O investigador falou durante cerca de 20 minutos no julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro e outros cinco réus pelo Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4). O advogado Cristiano Zanin Martins, que defende Lula, afirmou nesta quarta-feira, 24, ‘que o tríplex não é do ex-presidente Lula’. Segundo o defensor, que falou durante cerca de 15 minutos no julgamento do petista, perante o Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), Lula ‘também não tem a posse’ do imóvel do Guarujá, no litoral de São Paulo.

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É hoje, companheiro! Julgamento do recurso de Lula pelo TRF-4 prende a atenção do país
HR SÃO PAULO/SP20/12/2017 - ENTREVISTA LULA POLITICA - Entrevista com o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, no Instituto Lula, na zona sul de São Paulo. Foto: HÉLVIO ROMERO/ESTADÃO

É hoje, companheiro! Julgamento do recurso de Lula pelo TRF-4 prende a atenção do país

Tribunal da Lava Jato, a partir de 8h30, julga recurso do ex-presidente contra a condenação de 9 anos e seis meses imposta pelo juiz Sérgio Moro no processo do famoso triplex; País angustiado e apreensivo se divide sobre o futuro do petista; muitos o imaginam algemado, outros querem sua absolvição e caminho aberto na arena política A partir de 8h30, o Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), o Tribunal da Lava Jato, sediado em Porto Alegre, começa a decidir a sorte de Lula Lula foi condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no valor de R$ 2,2 milhões a 9 anos e 6 meses de prisão no processo envolvendo o triplex do Guarujá. A decisão, de julho do ano passado, considerou que havia provas de que o imóvel era parte da propina destinada ao petista pela empreiteira OAS. Foi a primeira vez que um ex-presidente da República sofreu condenação por crime comum no Brasil. Lula nega que tenha aceitado o imóvel da construtora e apela por sua absolvição. O ex-presidente será julgado pela 8.ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4). Os desembargadores Gebran Neto, relator do caso, Leandro Paulsen e Victor dos Santos Laus decidirão o futuro de Lula. Se a decisão do juiz Sérgio Moro for mantida, Lula pode ficar inelegível e ter prisão decretada. Também serão julgados o ex-presidente da OAS José Adelmário Pinheiro Filho, conhecido como Léo Pinheiro, Agenor Franklin Magalhães Medeiros, ambos condenados, o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, Paulo Roberto Valente Gordilho, Roberto Moreira Ferreira e Fabio Hori Yonamine – estes quatro inocentados no julgamento do ano passado. Saiba como será o julgamento e o que a defesa alega aqui.

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Ronco durante o sono – a cura em cinco passos

Foi-se o tempo em que roncar era considerado apenas curioso, engraçado ou desagradável para quem dormisse por perto. Se por um lado sabemos que por trás do ronco pode haver uma doença potencialmente fatal (apneia do sono), por outro temos atualmente condições de levar a quase todos a cura do ronco. Veja como. CONTINUE LENDO. Acesse LEIA MAIS...

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Dormir com alguém que ronca: genuína prova de amor…

Ruth Manus* - Retratos e relatos do cotidiano Existem, sem sombra de dúvida, milhares de formas de demonstrar amor por alguém. Levar café da manhã na cama, ajudar o outro a fazer a declaração de imposto de renda, dividir um sanduíche de mortadela, escrever longas e bonitas cartas, aguentar coisas na família do outro que, por vezes, nem na sua você aguentaria. Sim, há muitas formas de demonstrar amor. Mas existe uma prova de amor que, segundo estudos das melhores universidades, está entre as maiores do mundo: dormir ao lado de alguém que ronca. Pessoas que não fazem suas malas e vão embora apesar do ronco do outro têm um grau elevadíssimo de altruísmo e de compreensão, assemelhando-se, em alguns aspectos, à Madre Teresa de Calcutá ou ao Gandhi. As pessoas que roncam podem ser classificadas em algumas espécies: as que negam que roncam, as que quase admitem que roncam, as que roncam muito mas só admitem que roncam um pouquinho e, por fim, as que roncam tanto que nem tem qualquer condição de negar que parecem britadeiras noturnas assombrando a vizinhança. Hoje em dia, com o auxílio da tecnologia, ficou muito mais fácil provar ao roncador o tamanho do incômodo que ele gera àqueles que o cercam. Através da gravação de vídeos e de áudios fica comprovado o ato, de uma vez por todas, evitando respostas evasivas como “ela diz que eu ronco, mas eu nunca ronquei na vida, não é possível, ela deve sonhar com isso”. E, acerca do ronco em sim, há diferentes tipos de volume. Aquele ronquinho que atrapalha o sono de quem dorme ao lado, mas não chega a acordá-lo; aquele ronco médio que acorda o companheiro, mas que permite que ele adormeça de novo e, por fim, o ronco de animais suínos, que faz um barulho insuportável, sendo resistente a portas fechadas, travesseiros na orelha e tampões de ouvido. Também temos diversos comportamentos noturnos dos roncadores. Aqueles que se assustam com o próprio ronco e acordam gritando coisas como “ESSVIZGRL MONGS DA AERONAVE EU TAVA RONCANDO??!!”. Outros que roncam horrores mas são carinhosos e vão abraçando a outra pessoa até que consigam roncar exatamente em cima da orelha dela, num misto de afeto e tortura. Outros, nada dóceis, que, ao roncar, recebem do companheiro um toquinho na barriga como tentativa de reduzir o ruído ou de fazê-los virar, e, o roncador, achando que era um carinho, responde grunhidos como “sai”, “me deixa dormir” ou “pára com isso”. Seja qual for a espécie: os roncadores assumidos ou não assumidos, de volume alto ou baixo, fofinhos ou ásperos, dormir ao lado deles nunca será uma tarefa fácil. E alguém que decida, no pleno exercício da sua liberdade, ter noites turbulentas dia após dia, pela simples vontade de dormir ao lado de quem se ama, é alguém digno de algum louvor. Trata-se, de fato, de uma genuína e intensa prova de amor. Valorizem-nos, pessoas que roncam, valorizem-nos porque não está sendo fácil.

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Lista de resoluções: seis propósitos sexuais para melhorar as relações em 2018

Nossa lista de resoluções de Ano Novo está destinada a descobrir o tipo de animal erótico que temos dentro de nós, e a satisfazê-lo adequadamente. Por algum motivo chegamos à maioridade neste século 1. Planejar o lazer tanto quanto o trabalho Quando somos adolescentes ou estamos apaixonados nossos hormônios e órgão genitais têm um peso considerável nas atividades diárias, e eles mesmos encontram espaços em nossas agendas apertadas. No entanto, a coisa muda quando ficamos mais velhos ou passamos muito tempo com a mesma pessoa. O trabalho, as obrigações cotidianas, o estresse, a academia, as crianças, as compras, as redes sociais, a série de televisão do momento... Tudo fica à frente da sexualidade, essa maravilhosa e gratuita capacidade de passar bem que começamos a explorar cada vez menos, mesmo que evoquemos com verdadeiro fervor. Deixar as relações sexuais nas mãos da espontaneidade, se não se pertence aos grupos anteriores, é como esperar que nosso chefe nos chame e aumente o nosso salário. Planejar e reservar momentos de lascívia, seja sozinho/a ou acompanhado/a, e transformá-los em compromissos inadiáveis é uma boa maneira de o sexo não passar a ser uma recordação vintage. Aqui acontece como o exercício físico. Se não nos inscrevemos em uma academia ou atividade às segundas, quartas e sextas de 7h às 9h, será muito difícil que a gente faça atividade esportiva em casa. Marque um dia na semana para a bagunça, no meu caso as dirty fridays, e vai ver que a coisa tem outro swing. 2. Atrever-se a experimentar coisas novas Vejo as mães tentando que seus filhos pequenos experimentem receitas e alimentos novos, sempre com o mesmo argumento, “se não provar nunca vai saber se gosta ou não”. Enquanto isso, os filhos têm três listas separadas: aquilo que gostam, aquilo que não gostam e aquilo que ainda não experimentaram. “Gosta de bacalhau, Carlinhos?”, “Não sei, nunca comi”. “Quer um pouco?”. “Não, obrigado”. A vida sexual deveria ser parecida com essa etapa infantil em que estamos permanentemente em fase de experimentação e na qual, pouco a pouco, vamos reduzindo a lista de experiências desconhecidas. É claro que há coisas que à primeira vista não ativam nem de longe os nossos sucos gástricos; mas exceto esses exemplos extremos, talvez deveríamos ser mais propensos a nos deixar surpreender pelos sabores do mundo. Ideias preconcebidas, estereótipos ou regras autoimpostas são alguns dos principais obstáculos para provar coisas novas. “E o senso de ridículo”, afirma Francisca Molero, sexóloga e ginecologista, “é um grande inibidor sexual que nos impede de fazer muitas coisas. Porque além disso, o riso não cai muito bem com o sexo na nossa mentalidade, e não deveria ser assim”. Todos, cada um adaptado à sua personalidade sexual, temos coisas que gostaríamos de provar e que não nos atrevemos. É a hora de experimentar. VEJA AS DEMAIS. Acesse LEIA MAIS...

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Comunidades quilombolas no MA se recusam a pagar taxa de uso a fazendeiros

Capatazes chegam com chicotes em punho para cobrar o foro: uma espécie de imposto pago pelos quilombolas aos fazendeiros para poder viver nas terras e plantar. Sem muita conversa, recolhem a maior e melhor parte da produção da lavoura, fruto de meses de trabalho. Mandioca, milho, arroz, maxixe, abóbora. Quando julgam que a colheita não foi suficientemente farta, exigem dinheiro e confiscam tudo o que encontram. Carregam até pratos, panelas e cavalos. Botam fogo em casa de farinha para retaliar. Ameaçam de expulsão e morte quem se atreve a resistir. Deixam famílias inteiras para trás passando fome. Embora pareçam saídos de um livro de história do século 19, os relatos são de fatos recentes e acontecem ainda hoje em quilombos do Maranhão --comunidades formadas pelos descendentes de quem viveu a escravidão naquela época. Em comunidades da Baixada Maranhense, é comum fazendeiros que se dizem donos das terras, muitas vezes sem ter nenhum documento de comprovação, obrigarem os moradores a repartir o que cultivam. É um sistema que se repete há décadas e, durante longo tempo, foi seguido sem questionamentos pelos quilombolas. Mas, à medida que eles foram tomando consciência de seus direitos, passaram a resistir e os conflitos se acirraram. "Houve um fenômeno esquisito no Estado, as fazendas eram vendidas com as pessoas dentro, como se fossem coisas", pontua Sandra Araújo dos Santos, advogada da CPT (Comissão Pastoral da Terra). "Os negros não entendiam dessas questões de documentação, então iam sendo submetidos ao que os novos donos queriam, como ao pagamento de taxas absurdas... CONTINUE LENDO. A MATÉRIA DA REPÓRTER BRASIL.. ACESSE LEIA MAIS...

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“A realidade do Rio, de três facções criminosas em disputa, se revela no país inteiro”

Faz um ano e dois meses que Roberto Sá (Barra do Piraí, 1964) assumiu a Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro. As Olimpíadas acabavam de terminar, o Estado já tinha decretado calamidade financeira, e os índices de letalidade violenta prenunciavam níveis de dez anos atrás. “Eu gosto de desafios, mas não esperava que fosse dessa monta”, afirma. O cenário, desde então, não melhorou, a violência continua aumentando, e o horizonte não é nada esperançoso. O orçamento da pasta em 2018 vai diminuir quase 5% e um corte de 500 milhões, quase 10% do total, vai fazer tremer a Polícia Militar, que já tem mais da metade das viaturas paradas por falta de manutenção. O ajuste vai deixar as convalidas Unidades de Polícia Pacificadora com apenas 10.000 reais para despesas, o equivalente a cerca de 50 pneus, contra os 5,4 milhões deste ano. Sá, no entanto, diz que recuou do seu plano, anunciado em agosto, de enxugar o programa e deslocar 3.000 homens das UPPs para patrulharem o asfalto. Os constantes conflitos na Rocinha lhe fizeram repensar a estratégia. Em encontro com um grupo de correspondentes estrangeiros no dia 13 de dezembro, o secretário voltou a cobrar um rigor maior da progressão de pena e das leis para punir criminosos e abriu a porta a delações premiadas de narcotraficantes. O secretário, que já protagonizou embates com o Governo federal elogiou, desta vez, a presença das Forças Armadas no Estado que vêm apoiando operações contra o tráfico com resultados modestos. Na avaliação de aliados de Michel Temer e do governador Luiz Fernado Pezão, do PMDB, a participação dos militares no Estado coroou o "sequestro" do Governo do Rio pela gestão federal, mas para Sá trata-se de o Governo federal ter entendido que tem sua responsabilidade num contexto de violência urbana. O Rio, lamentou o secretário, vive “um momento dramático”. Preocupado, segundo ele, com a letalidade das ações policiais, afirmou não saber o que aconteceu na madrugada do dia 11 de novembro quando uma operação da Polícia Civil com apoio do Exército deixou sete mortos –um oitavo morreu um mês depois. Pergunta. O senhor anunciou que pode recuar do pedido de transferência de Rogério 157, pivô do conflito na Rocinha, a um presídio federal se ele fizer delação. Se isso acontecer, poderia abrir a porta a novas delações premiadas e, em consequência, uma nova maneira de combater o tráfico de drogas? Poderia se esperar um impacto comparável ao que as delações estão tendo na Lava Jato? Leia a entrevista inteira. Acesse LEIA MAIS

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