Idosos e gestantes terão drive-thru para testes de coronavírus em São Luís entre 14 e 30 de setembro

O governador Flávio Dino anunciou o encerramento, nos próximos dias, do Hospital de Campanha em São Luís. Antes do encerramento, no espaço, haverá um drive-thru onde serão feitos testes de…

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Presidente do TSE participa no Senado de debate que trata do adiamento das Eleições Municipais. Sessão é presidida por Weverton Rocha (PDT_MA

Participaram do debate, além de Barroso, juristas, cientistas e médicos. Senadores votarão a proposta nesta terça-->> O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, participou da sessão plenária virtual do Senado Federal desta segunda-feira (22) para – ao lado de médicos, cientistas e especialistas em Direito Eleitoral – debater com os parlamentares da Casa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que permite o adiamento das Eleições Municipais de 2020, em virtude da pandemia de Covid-19. A sessão foi presidida pelo senador Weverton Rocha (PDT-MA), relator da PEC, que será votada na sessão plenária do Senado desta terça-feira (23). Após a abertura dos trabalhos, o ministro Luís Roberto Barroso afirmou que há um consenso médico no sentido do adiamento das Eleições Municipais deste ano por algumas semanas. Com base no posicionamento desses especialistas, ele informou que o TSE propôs aos presidentes do Senado Federal, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e da Câmara dos Deputados, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), e ao relator da PEC o adiamento do pleito de 4 de outubro para uma "janela", sugerida pelo médicos para o período de 15 de novembro a 20 de dezembro. A data de realização das eleições seria uma escolha política do Congresso Nacional, enfatizou Barroso ao explicar o motivo pelo qual a Corte não sugeriu um dia específico. "Portanto, o TSE endossa o consenso médico da conveniência de se adiarem as eleições por algumas semanas para dentro dessa janela que está sendo considerada", disse. O presidente do TSE ressaltou que não convém aproveitar a emergência da pandemia para fazer mudanças estruturais no sistema eleitoral em vigor ou em datas de posse de cargos eletivos, devendo as mudanças ser concentradas em questões relacionadas à pandemia causada pelo novo coronavírus. Barroso solicitou que, ao apreciar a PEC, os senadores considerem a possibilidade de permitir ao TSE adiar, por ainda mais algumas semanas, as eleições, eventualmente já transferidas para novembro – embora sempre dentro do ano de 2020 –, em municípios em que isso precise ocorrer.

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Maranhão prepara chegada de mais 170 mil testes para coronavírus, declara governador Flávio Dino

O Maranhão ultrapassou a marca dos 93 mil testes realizados para a Covid-19. O indicador faz com que o estado figure entre as três unidades da federação com maior volume de testes para o novo coronavírus. O número, que já é expressivo em relação ao contexto nacional, deve crescer ainda mais nas próximas semanas. O governador Flávio Dino afirmou que “a meta é triplicar o número”, com a entrega de mais 70 mil testes para os municípios nesta semana e a compra de outros 100 mil exames. “Estamos em um trabalho desde o início de garantir que haja máxima testagem possível para que nós possamos ter um panorama o mais exato quanto possível acerca da ocorrência do coronavírus no nosso estado. Nas próximas semanas, a nossa previsão é de triplicar o número de testes”, frisou o governador.

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Supremo autoriza PF a fazer buscas na casa de blogueiros, de Roberto Jefferson e Luciano Hang, alvos da operação “Fake News

A Polícia Federal cumpre, na manhã desta quarta-feira (27), mandados de busca de apreensão relacionados à investigação conduzida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) que averigua origens de fake news com ameaças e ofensas à Corte. Alguns dos alvos são o blogueiro Allan dos Santos, além do ex-deputado federal Roberto Jefferson e o empresário Luciano Hang. O deputado estadual Douglas Garcia (PSL-SP) também está na lista.  Os mandados foram expedidos pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, relator do inquérito que investiga os ataques à Corte. Ao todo, a Polícia Federal cumpre 29 ordens de busca e apreensão em cinco estados, além do Distrito Federal: Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso, Paraná e em Santa Catarina. Allan dos Santos é proprietário do blog Terça Livre e é muito presente nas redes sociais, com postagens em apoio ao governo do presidente Jair Bolsonaro. Em novembro do ano passado, Allan prestou depoimento na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News, após ser acusado de disseminar notícias falsas. Em publicações recentes, o blogueiro fez coro ao ataque do ministro da Educação Abraham Weintraub direcionado ao STF. Weintraub, durante reunião ministerial no dia 22 de abril, chamou os membros da Corte de "vagabundos" e que "todos deveriam estar na cadeia".

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“O SUS é uma das jóias do federalismo brasileiro”, diz o governador Flávio Dino

Ao debater sobre o tema: “Pacto Federativo”, da série: “Violações e Retrocessos”, o governador Flávio Dino defendeu que o SUS é o exercício do federalismo cooperativo. Ele destacou que apesar de todas as dificuldades do Sistema Único de Saúde brasileiro, a arquitetura institucional do sistema é tão sólida que está funcionando em meio à pandemia do coronavírus e ajudando a salvar muitas vidas em todo o país. “Mesmo com todas as dificuldades que temos vivido na esfera federal, que de algum modo cuida de suprimentos e equipamentos, infelizmente de modo muito insuficiente, nós temos fortemente a ação dos estados e municípios atuando concretamente na oferta de leitos de média e alta complexidade, além da atenção básica aos cidadãos”, assegurou Dino. Ao lado da professora Vera Karam, diretora da faculdade de Direito da UFPR, o governador do Maranhão relembrou que até o ano passado o SUS era visto como uma espécie de monstro a ser derrotado por aqueles que queriam substitui-lo por vouchers.

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Governador chama prefeitos da Ilha de São Luís para discutir estratégias de combate ao corona vírus

O governador do Maranhão, Flávio Dino, reuniu-se, nesta sexta-feira (17), por videoconferência, com os prefeitos da Ilha de São Luís para definir novas ações para o enfrentamento do coronavírus nos municípios de São Luís, Raposa, Paço do Lumiar e São José de Ribamar. A Ilha de São Luís é a região que concentra mais de 90% dos casos confirmados de Covid-19 no Maranhão. Na reunião, o governador ouviu os gestores municipais e propôs uma ação conjunta com o objetivo de fortalecer as diretrizes de combate ao coronavírus nesses municípios. “Precisamos dar as mãos nesse momento e unificar ações importantes para enfrentar esse momento difícil que estamos vivendo nos municípios da Ilha de São Luís que, hoje, apresenta o maior número de casos confirmados no estado”, disse o governador Flávio Dino. A disponibilidade de novos leitos e a melhora do fluxo de porta de entrada dos pacientes foram alguns dos pontos tratados entre o governador, gestores municipais e secretários de Estado.

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Reportagem – Governos da América Latina deixam cidadãos no escuro sobre coronavírus

Levantamento feito em 13 países aponta que metade deles não divulga quantos testes realizam por dia ou quantos leitos de UTI estão disponíveis, informações importantes para a gestão da pandemia Agência Pública Texto: Anna Beatriz Anjos | Infográficos: Bruno Fonseca Especial: Coronavírus Os cidadãos de metade dos países da América Latina não sabem quantos testes para detectar o novo coronavírus são realizados diariamente pelos seus governos. Também não sabem quantos leitos de UTI estão disponíveis. Mesmo que a doença ainda não tenha atingido o número máximo de pacientes que necessitam de cuidados médicos intensivos, esse tipo de dado é crucial para manter a população informada. Mas não está acessível, segundo descobriu uma investigação conjunta de 15 meios de comunicação de 13 países do continente – os Estados Unidos foram incluídos pela sua população latina. Há apenas dois dados universalmente disponíveis em 11 países da América Latina: o número diário de casos confirmados de Covid-19 e o de óbitos. Nem sequer as estatísticas sobre a quantidade de pessoas recuperadas são públicas em todo o continente. Isso significa que os governos latino-americanos têm adotado a postura de divulgar o mínimo possível de informações sobre a doença. Por aqui, o governo de Jair Bolsonaro tentou limitar a divulgação de informações públicas com uma Medida Provisória em em 23 de março. A MP permitia às agências federais suspender os prazos da Lei de Acesso à Informação caso seus funcionários estivessem em regime de teletrabalho e sem acesso à documentação física necessária para responder aos pedidos, ou então se estivessem envolvidos em ações de resposta à crise. E se a resposta fosse negada, não haveria possibilidade de recurso. Após pressão da sociedade civil – mais de 80 organizações repudiaram a medida em uma uma carta coletiva – a MP foi temporariamente revogada pelo juiz Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Quantos latino-americanos foram infectados pela Covid-19? Todos os 13 países atualizam diariamente as suas estatísticas públicas de casos confirmados de Covid-19 e mortes. Entretanto, uma análise do detalhamento sobre os infectados e recuperados mostra que o Brasil está longe de ser o mais transparente. Os Estados Unidos não publicam o número de pessoas que se recuperaram, um dado crucial para compreender a capacidade e a qualidade da resposta do sistema de saúde ao número de pessoas infectadas. O Brasil só começou a publicar essa informação em 14 de abril. Qual é a capacidade dos leitos de UTI? Apenas metade dos países analisados informa publicamente sua capacidade total de leitos de UTI, segundo dados analisados pela reportagem. A informação é crucial, dado o risco real de que, no ápice da curva de infecção, a infraestrutura de tratamento intensivo dos sistemas de saúde não seja suficiente para atender à alta demanda. Embora nem todas as pessoas hospitalizadas com Covid-19 necessitem de leitos de UTI, essa informação permite analisar a eficácia das medidas adotadas por cada país para aumentar sua capacidade de atendimento médico. O dado é público na Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Paraguai, Peru e Estados Unidos. Mas isso não significa que o indicador seja de fácil análise. No Peru, por exemplo, o número de leitos de UTI, bem como de ventiladores, não é divulgado em nenhuma plataforma, mas é conhecido porque as autoridades do país, quando questionadas, o citam em entrevistas. No entanto, são dados nacionais; não há como entender sua distribuição por região ou hospitais.

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Estocada de Bolsonaro em Mandetta é pura aula de mesquinharia

Virtù e fortuna são conceitos básicos de qualquer curso de introdução à ciência política. Está em Maquiavel. Referem-se à capacidade de um governante (o príncipe) de administrar os acontecimentos, bons ou ruins, em seu governo. Até outro dia, Jair Bolsonaro era um presidente eleito com 55% dos votos e que viu seu capital político se resumir, com viés de baixa, ao apoio de 30% da população. Ninguém que tenha acompanhado a carreira política e militar do presidente acreditou, da sua posse em diante, na ideia de unificar o país ou colocar os interesses nacionais acima de todos, como falava seu slogan de campanha. Se fosse, não teria sequer aventado a possibilidade de instalar em Washington um embaixador que não sabe a tradução de buraco em inglês. Com o tempo, os que apertaram o número 17 nas urnas porque não podiam ver a sigla de número 13 ao lado, ou mesmo os que acreditaram sinceramente que o deputado de talento mediano se convertesse em um estadista com domínio da oratória foram perdendo a esperança à medida que o governo se transformava numa trincheira inspirada no jogo de Resta 1. Bolsonaro arranjou briga com seu partido, com alguns de seus principais auxiliares, com suas lideranças no Congresso, com jornalistas, com países amigos da Amazônia, com o presidente francês, com os presidentes da Câmara e do Senado e com governadores do Nordeste. Só não arranjou briga com Donald Trump porque quem pode manda e quem não pode tem juízo. Em quase 500 dias de governo, Bolsonaro só agradou mesmo os que votaram nele esperando que transformasse a língua em ferradura. Estes vibram a cada coice em inimigos reais e imaginários. Sobretudo os imaginários. A crise do coronavírus fez com que até o mais desconfiado dos eleitores olhasse para o presidente com a esperança de quem reconhece os grandes momentos da História como a chance de mudar a sua própria. Era a “fortuna” passando como um cavalo selado que só precisava ser montado. Bolsonaro preferiu chutar a cabeça do equino. Nas primeiras semanas da pandemia, ele não cansou de emitir sinais trocados sobre para onde seus governados deveriam ir. Transformou a crise numa trincheira para atacar governadores, agora de todas as colorações e macrorregiões. Ensaiou um certo equilíbrio em ao menos duas ocasiões, quando prometeu baixar a guarda a governadores do Nordeste e quando chamou um pronunciamento em rede nacional para ler em teleprompter a mensagem de que, diferentemente das elucubrações de más línguas, não era um ser autômato, como parecia toda vez que chamava de covarde quem seguia as orientações das autoridades sanitárias para salvar a própria vida e a vida dos seus. Bolsonaro foi à TV dizer que era capaz de sentir. Não convenceu nem o autor da mensagem, seja lá quem a redigiu. Conforme a consultoria Curado & Associados tem mostrado, a condução do governo durante a crise reforçou a imagem de “vulnerabilidade” na gestão da economia, pela dificuldade em demonstrar como as pessoas vão receber o dinheiro, e pela demora de 48 horas para sancionar as medidas aprovadas pelo Congresso. Diz o último boletim dos analistas: “o comportamento errático de Bolsonaro – impulsivo e irresponsável – elevou o seu índice negativo da véspera, que foi de -2,93, para -3,77. O tom ameno do dia anterior foi substituído pela insistência em flexibilizar a quarentena e pela divulgação de um vídeo falso anunciando desabastecimento e críticas aos governadores. Além disso, a determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF, para que Bolsonaro apresente em 48 horas medidas contra a pandemia reforçou a percepção de líder acuado e incompetente”. Em contraposição, diz o boletim, “o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, continua sendo percebido como prudente e o seu índice subiu para +2,59, pouco superior ao dia anterior que foi de +2,44”. Isso antes de o presidente vir a público dizer que seu auxiliar extrapola, não tem humildade e só não foi demitido ainda porque não se descarta um soldado no meio da guerra. O capitão que hoje lidera as forças militares age como o general que destroça o moral das tropas enquanto os inimigos, em marcha, bombardeiam. Os inimigos sanitários, no caso. Bolsonaro insiste em se desvencilhar da culpa pelo tranco que a economia certamente sentirá durante e depois da pandemia. Em vez de assumir a linha de frente, prepara o “eu avisei”. Quando o ministro da Saúde, criticável em diversos posicionamentos ao longo da carreira política, começou a arregaçar as mangas na crise e mostrar serviço, em vez de replicar os discursos alucinógenos da ala ideológica do governo, houve quem apostasse, querendo estar errado, que a postura em algum momento poderia ferir os brios do comandante -- um comandante inseguro que lida com suas limitações atacando os talentos alheios que dimensionem, pelo contraste, sua própria estatura. Ao acusar uma suposta falta de humildade de um auxiliar que tem salvado seu governo da vergonha e de um morticínio ainda maior, Bolsonaro não mostra autoridade. Mostra mesquinharia. No momento em que o mundo inteiro pede grandeza, ele expôs apenas ciúmes. Não é que sairá menor da crise. Sairá com o tamanho que sempre teve. A crise apenas fez baixar as águas das expectativas e mostrar quem era quem em seu tamanho real.

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Covid-19! “Quem quer dar o golpe jamais vai falar que quer dar”, diz Bolsonaro

Indagado pelo apresentador José Luiz Datena na noite desta sexta-feira se seria capaz de "dar um golpe e fechar o país", o presidente Jair Bolsonaro se limitou a dizer que "quem quer dar o golpe jamais vai falar que quer dar”. Este foi mais um sinal do desprezo do mandatário pelas instituições democráticas, e chega em um momento no qual ele é amplamente criticado pela forma desastrada com que vem minimizando a pandemia do coronavírus. Em entrevista de mais de uma hora, Bolsonaro também minimizou o número de mortes por Covid-19 no país. "Alguns vão morrer, vão morrer, lamento, é a vida. Não pode parar uma fábrica de automóveis porque tem mortes no trânsito", afirmou. Ele também voltou a chamar a crise de "histeria". "Fui muito criticado lá atrás quando falei que era histeria [a pandemia], e agora muita gente tá vendo que era histeria sim", afirmou, sem mencionar os mais de 23.000 mortos pela doença no mundo inteiro.

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Sem esmolas! Senado dos Estados Unidos aprova 2 trilhões de dólares para combate ao Corona Vírus

O Senado dos Estados Unidos aprovou na madrugada de hoje um plano "histórico" de US$ 2 trilhões para dar oxigênio à maior economia do mundo, asfixiada pela pandemia de coronavírus, que já provocou mais de mil mortes no país. Estimulado pelo governo de Donald Trump e resultado de longas negociações entre os senadores e a Casa Branca, o texto "histórico", segundo os negociadores, foi aprovado com o apoio dos 96 democratas e republicanos presentes na votação. O plano ainda precisa da aprovação da Câmara de Representantes, controlada pelos democratas, que votará na sexta-feira, antes da promulgação pelo presidente. "Peço à Câmara de Representantes que aprove este texto vital e me envie o projeto de lei sem demora para que seja promulgado. Vou assinar imediatamente", disse Trump "Precisamos injetar este dinheiro na economia americana e enviá-lo aos trabalhadores americanos", afirmou o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin. O pacote de ajudas contempla a entrega de dinheiro aos cidadãos - até US$ 1.200 para solteiros, US$ 2.400 para casados e US$ 500 por menor de idade - nas residências com renda anual inferior a US$ 150 mil (no caso dos casados) e US$ 75 mil (solteiros). No Brasil, o governo federal estuda dar 200 reais aos trabalhadores desempregados e os informais, quantia que está longe de ser chamada de esmola.

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