Brasil recupera só R$ 40 milhões da corrupção e lavagem de dinheiro
Muitos bilhões vão, poucos milhões voltam.

Brasil recupera só R$ 40 milhões da corrupção e lavagem de dinheiro

 

Muitos bilhões vão, poucos milhões voltam.

De acordo com o Ministério da Justiça, desde a criação da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (Enccla) em 2003, o Brasil recuperou R$ 40 milhões desviados dos cofres públicos. Outros R$ 300 milhões foram bloqueados em diversos países, por meio da Secretaria Nacional de Justiça, com a colaboração de órgãos como o Ministério Público Federal e os Ministérios Públicos estaduais.

Apesar desse valor ser muito pouco em relação às dezenas de bilhões desviados dos cofres públicos de várias forams, a Enccla é considerada uma experiência “extremamente bem sucedida” pelo conselheiro Wellington Saraiva, do Conselho Nacional de Justiça. Ele explica que o grupo é permanente, porque as organizações criminosas estão sempre criando novos mecanismos de operação. De acordo com Wellington Saraiva, inúmeras medidas de combate ao crime foram adotadas pelo poder público por iniciativa da Enccla. “A dinâmica da Enccla é detectar os pontos vulneráveis do sistema de prevenção a esses crimes e desenvolver ferramentas necessárias”, disse. Com esse método de trabalho, a Enccla ganhou reconhecimento internacional.

Coordenada pela Secretaria Nacional de Justiça do Ministério da Justiça, a Enccla reúne mais de 70 órgãos do Poder Executivo, Legislativo e Judiciário, tanto no âmbito federal quanto no estadual, além do Ministério Público. Uma vez por ano, esses órgãos se encontram para estabelecer metas para o desenvolvimento de política pública eficaz na coibição de crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.Conjur, com informações da Assessoria de Imprensa do CNJ.

José Machado

José da Silva Machado. Natural de Duque Bacelar - Maranhão, onde nasceu em 14 de junho de l957. Graduado em Comunicação Social, pela Universidade Federal do Maranhão, especialização Jornalismo. Foi repórter, editor e secretário de Redação nos jornais Pequeno, O Imparcial e Diário do Norte, em São Luís. Também foi diretor de Telejornalismo na TV Difusora (Rede Globo), no período 1985/198). Exerceu o cargo de Secretário de Estado de Imprensa e Divulgação do Governo do Estado (2006-2007). É poeta e escritor, tem lançado o livro "As Quatro Estações do Homem" e conclui o livro; "Os vinte contos de réis". Pai de 5 filhos e 1 neto.

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