Bastidores dão conta de que Edinho Lobão está apavorado com as denúncias de corrupção relatadas por Veja

Bastidores dão conta de que Edinho Lobão está apavorado com as denúncias de corrupção relatadas por Veja

Lobão e Roseana com o ex-diretor bandido da Petrobrás, Paulo Roberto.

A BOMBA REVELADA POR VEJA PODE IMPLODIR A PERMANÊNCIA DE EDISON LOBÃO NO MINISTÉRIO DAS MINAS E ENERGIA

As denúncias  do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, publicadas na edição de Veja que está nas bancas, atingem diretamente a candidatura de Lobão Filho (PMDB) ao governo do Maranhão. Por isso, segundo revelam notícias de  bastidores, o candidato estaria apavorado, sentindo que o escândalo, que abalou os alicerces da República, pode fazer definhar, ainda mais, o seu projeto de chegar ao Palácio dos Leões. Ainda mais quando o seu pai, o ministro Edison Lobão, e a governadora Roseana Sarney, principais cabos eleitorais de Edinho, são citados pelo bandido como beneficiários de propina vinda da Petrobras.

Tanto é forte essa bomba política que é cogitado para esta semana  o pedido de demissão do titular  do Ministério das Minas e Energia,  Edison Lobão, pai de Edinho, citado  por Paulo Roberto , que aceitou o benefício da delação premiada e mandou ver, na sede da Polícia Federal do Paraná.

Tendo como apoios principais a governadora Roseana Sarney e o pai ministro, Edison Lobão, a candidatura de Lobão Filho a governador pode encolher ainda mais…

Antes de aceitar o acordo de delação premiada, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa antecipou o efeito devastador de suas denúncias: “Se eu falar, não vai ter eleição”. Temendo sair como o único prejudicado após as revelações de propina e corrupção dentro da estatal, o executivo decidiu relatar à Polícia Federal como e com quem agiu – e, conforme VEJA revelou na edição desta semana, trouxe uma lista de três governadores, seis senadores, um ministro de Estado e pelo menos 25 deputados federais que embolsaram ou tiraram proveito de parte do dinheiro roubado dos cofres da estatal.

O ex-diretor de Abastecimento agia em parceira com o doleiro Alberto Yousseff, considerado pivô do megaesquema de lavagem de dinheiro. Os dois comandaram a ação, descoberta na operação Lava Jato da Polícia Federal, com movimentação superior a 10 bilhões de reais, em que foram desviadas verbas da Petrobras para o bolso de políticos e partidos. O caso veio à tona em março deste ano e, com detalhes ainda mais contundentes revelados a um mês das eleições, deve incendiar ainda mais a campanha eleitoral.

As denúncias  do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, publicadas na edição de Veja que está nas bancas, atingem diretamente a candidatura de Lobão Filho (PMDB) ao governo do Maranhão. Por isso, segundo revelam notícias de  bastidores, o candidato estaria apavorado, sentindo que o escândalo, que abalou os alicerces da República, pode fazer definar, ainda mais, o seu projeto de chegar ao Palácio dos Leões. Ainda mais quando o seu pai, o ministro Edison Lobão, e a governadora Roseana Sarney, principais cabos eleitorais de Edinho, são citados pelo bandido como beneficiários de propina vinda da Petrobras.

Tanto é forte essa bomba política que é cogitado para esta semana  o pedido de demissão do titular  do Ministério das Minas e Energia,  Edison Lobão, pai de Edinho, citado  por Paulo Roberto , que aceitou o benefício da delação premiada e mandou ver, na sede da Polícia Federal do Paraná.

 

O ministro de Minas e Energia Edison Lobão será investigado pela PF com a delação de Costa, assim como a governadora Roseana Sarney, apoiadora da campanha de Lobão Filho, também lembrada em depoimento. Os dois são os principais fiadores da campanha de Edinho Lobão, o que dá ainda maior força à oposição em um Estado devastado após décadas da gestão Sarney. “Chega. Basta. Hora de tirar o Maranhão das páginas policiais. Essa gente enrolada com a Polícia Federal não pode continuar no governo”, disse, pelo Twitter, o candidato do PCdoB Flavio Dino. “Basta de escândalos com doleiros, lagostas e propinas”, continuou, evidenciando que o caso será incorporado à sua artilharia contra Lobão Filho.

Preso em março pela Polícia Federal, sob a acusação de participar de um mega esquema de lavagem de dinheiro comandado pelo doleiro Alberto Youssef, o ex-diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras Paulo Roberto Costa aceitou recentemente os termos de um acordo de delação premiada – e começou a falar.

Paulo Roberto acusa o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB-MA) e Roseana Sarney (PMDB), atual governadora do Maranhão, de participar do balcão de distribuição de propina onde embolsaram ou tiraram proveito de parte do dinheiro roubado dos cofres da Petrobras, segundo publicação da Revista Veja.

José Machado

José da Silva Machado. Natural de Duque Bacelar - Maranhão, onde nasceu em 14 de junho de l957. Graduado em Comunicação Social, pela Universidade Federal do Maranhão, especialização Jornalismo. Foi repórter, editor e secretário de Redação nos jornais Pequeno, O Imparcial e Diário do Norte, em São Luís. Também foi diretor de Telejornalismo na TV Difusora (Rede Globo), no período 1985/198). Exerceu o cargo de Secretário de Estado de Imprensa e Divulgação do Governo do Estado (2006-2007). É poeta e escritor, tem lançado o livro "As Quatro Estações do Homem" e conclui o livro; "Os vinte contos de réis". Pai de 5 filhos e 1 neto.

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