Bacia do Bacanga – Com as coisas no lugar, Edivaldo Jr. assina novo contrato com o Banco Mundial
Com representantes do Banco Mundial, Edivaldo Jr. visita obras da Bacia do Bacanga

Bacia do Bacanga – Com as coisas no lugar, Edivaldo Jr. assina novo contrato com o Banco Mundial

O prefeito Edivaldo Holanda Júnior e representantes do Banco Mundial assinam,  nesta terça-feira (17), às 8h30, no Palácio de La Ravardière, aditivo do contrato de empréstimo do Programa de Recuperação Ambiental e Melhoria da Qualidade de Vida da Bacia do Bacanga, financiado através do Banco Mundial. Em seguida, seguem para vistoria às obras.

O aditivo foi referendado este mês pela Secretaria de Assuntos Internacionais do Ministério do Planejamento e pela Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda. Com a medida, o prazo para conclusão das obras se estende por 22 meses, findando em outubro de 2015.

O acordo de empréstimo foi assinado em novembro de 2008. Embora com mais de seis anos em vigência, o programa apresentava deficiências em seu desempenho e problemas de gestão. A Secretaria Municipal Extraordinária de Projetos Especiais (Sempe) iniciou em janeiro uma série de providências para equacionar os problemas que estavam acumulados.

“O contrato ia se encerrar em dezembro de 2013 e não vinha apresentando condições de ser executado dentro do prazo de

Com representantes do Banco Mundial, Edivaldo Jr. visita obras da Bacia do Bacanga

encerramento. Estabelecemos então metas para serem cumpridas até agosto deste ano, sob pena de encerramento do contrato. Nós, então, repactuamos o cumprimento de metas. Com isso conquistamos o aditivo para que fossem concluídas às ações previstas”, esclarece o titular da Sempe, Gustavo Marques.

A aprovação do aditivo não altera o valor inicial do contrato de US$ 36,64 milhões, assinado pela Prefeitura de São Luís com o Banco Mundial. O aporte de recursos suplementares que serão usados na próxima fase do programa, que consiste na concretização de obras físicas, será garantido pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Governo Federal. O incremento está previsto no contrato estabelecido com o Banco Mundial.

Gustavo Marques: readequou os projetos da Bacia para receber mais recursos

Os representantes do Banco Mundial  vão inspecionar documentos, visitar obras e promover reuniões com a Prefeitura de São Luís. A coordenação da visita está sendo  feita pela Sempe. “Nesta visita nós vamos ver as obras que estão sendo retomadas e principalmente os avanços institucionais, técnicos e contratações. Vamos visitar a praça do PEC do Rio da Bicas”, adianta Marques.

O programa consiste em centenas de ações, incluindo obras e atividades de fortalecimento institucional. O objetivo é fortalecer social e economicamente populações da área do programa. Entre as ações de fortalecimento destaca-se a concretização do Plano de Desenvolvimento de Fornecedores (PDF). O PDF trabalha a capacitação dos empresários locais dando oportunidades aos pequenos e micros empresários de concorrerem na prestação de serviços à Prefeitura de São Luís e demais órgãos públicos assim como grandes empresas.

BARRAGEM DO BACANGA

O secretário Gustavo Marques afirma que os principais problemas que o programa enfrentava encontram-se saneados. Ele enumerou deficiências de licenciamento, de definições técnicas de projetos e de caráter institucional, todas superadas na atual gestão municipal, como, por exemplo, da Barragem do Bacanga, estrategicamente importante para continuidade das ações.

“Essa era uma deficiência institucional que teve que ser superada. A Secretaria de Estado de Infraestrutura [Sinfra] se comprometeu em realizar obras de recuperação da barragem. Existe um projeto feito por uma empresa privada. Agora a Sinfra vai proceder a contratação de uma empresa que fará o serviço”, explicou Gustavo Marques.

A recuperação da Barragem do Bacanga é uma condicionante para o êxito do programa. Sendo o programa na bacia, suas ações estão no interior do espelho d´água do Rio Bacanga. Daí, a necessidade de haver segurança plena de que a Barragem não comprometa o conjunto de ações. Das três comportas da barragem, apenas uma está em funcionamento, sendo operada manualmente.

Outros obstáculos estão sendo superados pela Sempe como a adequação de projetos, relocação de espaços, autorização de utilização de áreas que até então não tinham o aval da Secretaria de Patrimônio da União, entre outras ações.

Este ano já estão sendo desenvolvidos projetos habitacionais para resolver o problema à margem direita do Rio das Bicas, que está sendo limpo e canalizado como parte do programa. O avanço das obras depende da retirada de cerca de 30 ocupações instaladas no leito do rio. A Prefeitura vai oferecer unidades habitacionais para abrigar as famílias removidas após discutir sobre o tipo de moradia e respectivos projetos técnicos.

“Além da questão da drenagem, da infraestrutura, tem outro benefício que é a urbanização do entorno das margens do rio, que ganhará um parque. Na verdade estamos falando de três projetos: de drenagem, habitação, lazer e paisagismo. As coisas estão andando de maneira sincronizada e interdependente”, observou Gustavo Marques. O assunto já foi discutido e acordado entre a Prefeitura e as famílias que serão contempladas com transferências e aluguéis sociais, durante a construção das casas.

José Machado

José da Silva Machado. Natural de Duque Bacelar - Maranhão, onde nasceu em 14 de junho de l957. Graduado em Comunicação Social, pela Universidade Federal do Maranhão, especialização Jornalismo. Foi repórter, editor e secretário de Redação nos jornais Pequeno, O Imparcial e Diário do Norte, em São Luís. Também foi diretor de Telejornalismo na TV Difusora (Rede Globo), no período 1985/198). Exerceu o cargo de Secretário de Estado de Imprensa e Divulgação do Governo do Estado (2006-2007). É poeta e escritor, tem lançado o livro "As Quatro Estações do Homem" e conclui o livro; "Os vinte contos de réis". Pai de 5 filhos e 1 neto.

Este post tem um comentário

  1. roberto

    EDVALDO ESTÁ IGUAL CASTELO COMEÇA E NÃO TERMINA
    A PONTE DO RIO GANGAN E AS MARGENS ATÉ AGORA NADA,PIOR ESTÁ PARADA.

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