PM evita invasão  ao hospital onde Sarney está internado
Manifetação e tumulto na frente do Sírio Libanês

PM evita invasão ao hospital onde Sarney está internado

Grupo com cerca de 50 pessoas tentou entrar pelo pronto-socorro do Sírio Libanês.

(Com informações do G1)

 

Manifetação e tumulto na frente do Sírio Libanês

Foi preciso a  Polícia Militar usar  gás de pimenta,  na noite desta terça-feira (13), para reprimir uma tentativa de invasão ao Hospital Sirio-Libanês – o mesmo onde está internado o senador José Sarney (PMDB-AP). O centro médico foi o destino de um grupo de cerca de 50 pessoas que protesta por melhorias na saúde pública em São Paulo.

Por causa do gás de pimenta, alguns manifestantes chegaram a vomitar. Após a ação da PM, o grupo se dispersou pelas ruas da Bela Vista.

O ato reivindica melhorias no Sistema Único de Saúde (SUS). Os manifestantes se reuniram por volta das 17h30 no Viaduto do Chá, depois seguiram para a Prefeitura e, em seguida, para o hospital.

O protesto, chamado de “2ª Via Sacra de Luta pela Saúde”, se diz organizado por movimentos sociais, trabalhadores e usuários do sistema público de saúde. Na última quinta-feira (8), os manifestantes também protestaram em frente ao Hospital Sirio-Libanês.

Nesta noite, um representante do hospital permitiu que três manifestantes entrassem para conversar.  Em nota, o Hospital Sírio-Libanês lamentou a forma como o protesto foi conduzido.

Segundo a instituição, a manifestação prejudicou pacientes, familiares e acompanhantes. “O Hospital Sírio-Libanês lamenta que, mais uma vez, as manifestações por melhorias na área da saúde estejam acontecendo dessa forma, em prejuízo do bem-estar de pacientes que merecem respeito.” O texto diz ainda que a instituição é parceira do SUS, com projetos desenvolvidos nas áreas de assistência, ensino e pesquisa.

 

Por causa do gás de pimenta, alguns manifestantes chegaram a vomitar. Após a ação da PM, o grupo se dispersou pelas ruas da Bela Vista.

O ato reivindica melhorias no Sistema Único de Saúde (SUS). Os manifestantes se reuniram por volta das 17h30 no Viaduto do Chá, depois seguiram para a Prefeitura e, em seguida, para o hospital.

O protesto, chamado de “2ª Via Sacra de Luta pela Saúde”, se diz organizado por movimentos sociais, trabalhadores e usuários do sistema público de saúde. Na última quinta-feira (8), os manifestantes também protestaram em frente ao Hospital Sirio-Libanês.

Nesta noite, um representante do hospital permitiu que três manifestantes entrassem para conversar.  Em nota, o Hospital Sírio-Libanês lamentou a forma como o protesto foi conduzido.

Segundo a instituição, a manifestação prejudicou pacientes, familiares e acompanhantes. “O Hospital Sírio-Libanês lamenta que, mais uma vez, as manifestações por melhorias na área da saúde estejam acontecendo dessa forma, em prejuízo do bem-estar de pacientes que merecem respeito.” O texto diz ainda que a instituição é parceira do SUS, com projetos desenvolvidos nas áreas de assistência, ensino e pesquisa.

José Machado

José da Silva Machado. Natural de Duque Bacelar - Maranhão, onde nasceu em 14 de junho de l957. Graduado em Comunicação Social, pela Universidade Federal do Maranhão, especialização Jornalismo. Foi repórter, editor e secretário de Redação nos jornais Pequeno, O Imparcial e Diário do Norte, em São Luís. Também foi diretor de Telejornalismo na TV Difusora (Rede Globo), no período 1985/198). Exerceu o cargo de Secretário de Estado de Imprensa e Divulgação do Governo do Estado (2006-2007). É poeta e escritor, tem lançado o livro "As Quatro Estações do Homem" e conclui o livro; "Os vinte contos de réis". Pai de 5 filhos e 1 neto.

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