5 de janeiro de 2015. Começa, hoje, prá valer,  o novo ano. E, com ele, uma nova história para o Maranhão
Flávio Dino e Roberto Rocha: dois novos líderes para um novo capítulo da história política do Maranhão

5 de janeiro de 2015. Começa, hoje, prá valer, o novo ano. E, com ele, uma nova história para o Maranhão

Flávio Dino e Roberto Rocha, inaugurando um novo capítulo da história política do Maranhão

5 de janeiro de 2015. Começa, hoje, prá valer, o Ano Novo. Só hoje muitos acordarão para a nova realidade em suas vidas pessoal e profissional.

No Maranhão, acorda-se para uma nova realidade política e social. O grupo Sarney, que nos comandou por cinco décadas, parece, finalmente, ter naufragado em seu mar de fracassos, desacertos e estripulias políticas. Deixa seguidores, é verdade, mas nada comparável ao rolo compressor com que comandou o Maranhão por um período tão longevo.

Basta dizer que um filho e neto do oligarca ainda detêm mandato de deputado federal e estadual: Sarney Filho e Adriano Sarney . Dois senadores da República – Edison Lobão e João Alberto – estão apenas na metade de seus mandatos. E Ricardo Murad, que chegou a enganar a muitos como um dissidente da oligarquia, está aí, batendo no peito, com muita saúde, gabando-se de ter “feito” dois deputados estaduais, em 2014 – a filha Andrea  e o genro…

Deixa o grupo Sarney (que era formado da família e de um naco de  aliados fiéis e outros nem tanto) uma herança maldita, que os atuais e futuros mandatários terão que extirpar:  nível da oferta de educação ruim (em quantidade e qualidade), o que freia o desenvolvimento do Estado); saúde pública precária (com indicadores ainda vergonhosos de mortalidade infantil e outras endemias ) ;  segurança pública baleada (como expressam os números de assassinatos e todo o tipo de violência); pobreza absoluta, superando praticamente os níveis de todos os estados brasileiros, consequência da má distribuição da riqueza, concentrada nas mãos de poucos… e muito mais malfeitos.

Paremos por aqui, no dia de hoje, com  essas reminiscências sobre a família mandona que muitos chamavam de oligarquia.

Com o olhar para frente, vamos observar o que virá do muito que se expectou com o novo comando político do Maranhão, liderado pelo governador Flávio Dino (PCdoB), na esfera do Executivo, e pelo senador eleito Roberto Rocha (PSB), no âmbito do Legislativo.

É essa a crônica que o Maranhão passa a escrever a partir de 2015. Que terá em seus filhos bons ou maus críticos. Dependendo do andar da carruagem.

Por enquanto, a “mudança” tem todo o crédito do mundo e, em nome do que pregou, pode promover as reformas que lhe aprouver. Das nossa parte,  vamos torcer por um bom desenlace desse novo capítulo da nossa História maranhense.

E Viva 2015!

José Machado

José da Silva Machado. Natural de Duque Bacelar - Maranhão, onde nasceu em 14 de junho de l957. Graduado em Comunicação Social, pela Universidade Federal do Maranhão, especialização Jornalismo. Foi repórter, editor e secretário de Redação nos jornais Pequeno, O Imparcial e Diário do Norte, em São Luís. Também foi diretor de Telejornalismo na TV Difusora (Rede Globo), no período 1985/198). Exerceu o cargo de Secretário de Estado de Imprensa e Divulgação do Governo do Estado (2006-2007). É poeta e escritor, tem lançado o livro "As Quatro Estações do Homem" e conclui o livro; "Os vinte contos de réis". Pai de 5 filhos e 1 neto.

Este post tem um comentário

  1. Palhano

    Tomara que esse grupo aí não seja uma nova oligarquia, mas só tá começando, tem tempo.

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