“Me ofereceram R$ 60 mil por uma noite”, diz a drag maranhensePabllo Vittar

A drag também fez revelações sobre adolescência, dificuldade em conseguir emprego e vida amorosa A cantora Pabllo Vittar - que é maranhense de Santa Inês - fez revelações durante uma entrevista ao jornal Extra, do Rio de Janeiro. Ela falou sobre a questão de gênero. “Ser afeminado é revolucionário! Eu amo ter nascido menino gay! Noooossa… Adoro ser veado, drag queen! Nunca quis ser mulher. Poder me transformar é maravilhoso!”, afirmou. Sem a maquiagem e os looks poderosos, Vittar é Phabullo Rodrigues da Silva Araujo. Um jovem que já levou prato de sopa na cabeça na fila da merenda e, mais tarde, perdeu oportunidades profissionais por causa do preconceito. Vittar relembrou a dificuldade em conseguir trabalho por conta de sua aparência. “Nunca consegui emprego em loja de shopping, por exemplo. Trabalhei como cabeleireiro e no telemarketing das empresas, em que eu só usava a voz, ninguém precisava me ver”, disse. Um dos trechos mais polêmicos da conversa foi sobre um convite para se prostituir. Pabllo admitiu ter recebido “propostas indecentes”. “Um cara estava disposto a pagar R$ 60 mil por uma noite comigo. Não aceitei. Respeito muito a minha drag e tudo o que eu conquistei por meio dela”, relatou.

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Barulho nas estradas acordaTemer. Ele convoca reunião para discutir alta no preço dos combustíveis

O presidente Michel Temer (MDB) convocou para esta segunda-feira (21) uma reunião de emergência no Palácio do Planalto para discutir a alta dos preços dos combustíveis. A reunião, que estava marcada para as 18h, ocorre no momento em que o governo se vê desgastado politicamente pela paralisação por tempo indeterminado deflagrada hoje por caminhoneiros que bloqueiam rodoviais em dezoito estados do país.Foram chamados para participar da conversa com Temer os ministros de Minas e Energia, Moreira Franco, da Fazenda, Eduardo Guardia, da Casa Civil, Eliseu Padilha, e do Planejamento, Esteves Colnago, além do secretário da Receita Federal, Jorge Rachid. Pela manhã, os presidentes do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), anunciaram a criação, na próxima quarta-feira (23), de uma comissão-geral no Congresso, que acompanhará os desdobramentos da política de reajuste de preços de combustíveis no país. Nesta manhã, Guardia afirmou que o governo examina a redução de tributos incidentes sobre os combustíveis, mas ressaltou que não tem ainda nenhuma decisão sobre o assunto e que, neste momento, não há “flexibilidade fiscal”. Diante do desgaste político provocado pela paralisação de caminhoneiros em 18 estados, presidente se reúne com quatro ministros no Planalto O anúncio da paralisação dos caminhoneiros foi feito na última sexta-feira (18), em nota distribuída pela Associação Brasileira de Caminhoneiros (ABCam), após o fracasso nas negociações com o governo federal.

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Roberto Rocha fala de emenda parlamentar que viabilizou estudo sobre o Rio Itapecuru

As águas do Rio Itapecuru pedem socorro. É o que diz um recente diagnóstico ambiental e sedimentológico apresentado esta semana ao senador Roberto Rocha (PSDB-MA). De acordo com a gerência de Meio Ambiente da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), o rio apresenta seríssimos problemas ao longo dos seus 1.450 km de extensão, com pontos avançados de assoreamento e grandes retenções de sedimentos, começando desde a sua nascente, no Sul do Estado, cortando território de 55 municípios, até desaguar na Baía de São José, em São Luís. Este minucioso e inédito estudo foi viabilizado exclusivamente por meio de emenda parlamentar de 2016, proposta pelo senador Roberto Rocha, no valor de R$ 2,2 milhões. Segundo a Codevasf, até hoje não há registros de recursos dessa natureza viabilizados por meio de ações de um parlamentar. “O que ouvimos dos especialistas aqui é de que os rios do Maranhão estão se acabando. A minha intenção em continuar alocando recursos para estudos e pesquisas no Itapecuru e demais bacias é chamar a atenção da classe política e conscientizar a população da necessidade de salvar os nossos rios, sob pena de secarem daqui a alguns anos. Sem água, não há vida”, destacou.

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EUA aprovam primeiro medicamento desenvolvido para prevenir enxaquecas crônicas
This May 10, 2018, image provided by Amgen Inc. shows an artist's rendering of the packaging for the drug Aimovig, the first in a new class of long-acting drugs designed to prevent chronic migraines. On Thursday, May 17, 2018, the Food and Drug Administration approved the medication, clearing the monthly shot for sale. (Amgen Inc. via AP)

EUA aprovam primeiro medicamento desenvolvido para prevenir enxaquecas crônicas

TRENTON, EUA - O primeiro medicamento criado para prevenir enxaquecas crônicas foi aprovado pela Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA, na sigla em inglês) na quinta-feira, 17, dando início ao que muitos especialistas acreditam que seja uma nova era no tratamento de pessoas que sofrem da forma mais severa de dor de cabeça. O Aimovig bloqueia a ação do fragmento de uma proteína, a CGRP, que instiga e perpetua as dores de cabeça. “Os remédios terão um grande impacto”, afirmou o dr. Amaal Starling, neurologista e especialista em enxaquecas na Mayo Clinic, em Phoenix. Um estudo mostrou que os pacientes que receberam Aimovig perceberam uma redução no número de dias que sofriam de enxaqueca de oito para quatro vezes ao mês. Além disso, eles apresentaram efeitos colaterais semelhantes, a maioria resfriados ou infecções respiratórias. Alguns pacientes chegaram inclusive a se livrar por completo da dor de cabeça, disse Sean Harper, diretor de pesquisa da Amgen. O Aimovig bloqueia a ação do fragmento de uma proteína, a CGRP, que instiga e perpetua as dores de cabeça. “Os remédios terão um grande impacto”, afirmou o dr. Amaal Starling, neurologista e especialista em enxaquecas na Mayo Clinic, em Phoenix. As novas drogas não são capazes de prevenir todas as crises de enxaqueca, mas podem torná-las menos severas e reduzir a sua frequência em 50% ou mais, de acordo com os especialistas.

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Incertezas com economia elevam dólar, apesar de medida cautelosa do Banco Central

Após o Banco Central surpreender o mercado com a manutenção dos juros em 6,5%, o dólar encostou em R$ 3,70 e a Bolsa teve o maior recuo em um ano Luciana Dyniewicz, Paula Dias e Ana Paula Ragazzi, O Estado de S.Paulo O dia seguinte à decisão do Banco Central de manter a taxa básica de juros (Selic) em 6,5%, surpreendendo os analistas, foi de tensão no mercado financeiro. O dólar atingiu R$ 3,6994, sua maior cotação em pouco mais de dois anos, e a Bolsa registrou o maior recuo em um ano: o Ibovespa, principal índice da B3, fechou com queda de 3,37%, a 83.621,94 pontos. Esse nervosismo é reflexo de uma enorme incerteza que ronda tanto a economia global – o que vem derrubando as moedas dos países emergentes – quanto o mercado local, às voltas com um cenário que conjuga uma recuperação muito frágil da atividade econômica e uma enorme indefinição em relação às eleições de outubro. Com isso tudo, nem a medida cautelosa adotada pelo BC ao decidir não mexer na taxa Selic, quando praticamente todo o mercado esperava um corte de 0,25 ponto porcentual, foi capaz de segurar o real.

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89 morreram ou desapareceram após reunião relatada pela CIA em que Geisel autoriza mortes; veja lista

Memorando da CIA revela que ex-presidente permitiu a continuidade de ações contra opositores. Levantamento do G1 com base em dados da Comissão da Verdade identificou quantos foram alvo dessa política. Oitenta e nove pessoas morreram ou desapareceram no Brasil por motivos políticos, a partir de 1º de abril de 1974 e até o fim da ditadura, segundo levantamento do G1 com base nos registros da Comissão Nacional da Verdade (CNV). Foi a partir desta data que o general Ernesto Geisel, então presidente do Brasil, autorizou execução de opositores, segundo documento da CIA tornado público recentemente pelo governo americano. De acordo com o levantamento do G1, além dos 89 casos confirmados, há outras 11 pessoas que podem ter morrido ou desaparecido a partir de 1º de abril de 1974 – a data não foi esclarecida pela CNV. Além disso, pode haver mortes e desaparecimentos durante esse período da ditadura que não foram registrados. Entre as vítimas desse período estão o jornalista Vladimir Herzog, assassinado em 25 de outubro de 1975 após se apresentar voluntariamente ao Centro de Operações de Defesa Interna, um órgão militar da ditadura; o metalúrgico Manoel Fiel Filho, que foi torturado até a morte, em 17 de janeiro de 1976, nas dependências do Destacamento de Operações de Informações (DOI) do II Exército, em São Paulo. Documento é importante para STF reinterpretar lei da anistia, diz Instituto Vladimir Herzog As informações sobre as vítimas do regime militar estão nos relatórios da CNV, que foi criada para apurar violações de diretos humanos entre 1946 e 1988. Embora tenha feito uma extensa pesquisa histórica, não foi essa comissão que revelou o reconhecimento explícito de que decisões sobre morte de opositores foram tomadas pelo Planalto. A confirmação está um memorando da CIA (a agência de inteligência americana), descoberto pelo pesquisador Matias Spektor, da Fundação Getulio Vargas (FGV). Com data de 11 de abril de 1974, ele foi tornado público em 2015 pelo governo americano. Helio Gurovitz: É preciso abrir os arquivos militares O documento foi elaborado pelo então diretor da CIA, William Egan Colby, e endereçado ao secretário de Estado dos EUA Henry Kissinger. Colby relata um encontro que teria acontecido em 30 de março de 1974.

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Ministro do STF nega recurso contra sentença de Tribunal do DF que impede jornal de publicar informações sobre Fernando Sarney
ADMA464 BSB - 04/09/2013 - STF / MENSALÃO - POLITICA - Min Ricardo Lewandowski - O Supremo Tribunal Federal continua a julgar os recursos dos 25 condenados no julgamento do mensalão AP 470 ,em sessão presidida pelo ministro Joaquim Barbosa, no STF, em Brasilia FOTO: ANDRE DUSEK/ESTADAO

Ministro do STF nega recurso contra sentença de Tribunal do DF que impede jornal de publicar informações sobre Fernando Sarney

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta quarta-feira, 9, um recurso do Estado contra decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), que impede o jornal de publicar informações no âmbito da Operação Boi Barrica envolvendo o empresário Fernando Sarney, filho do ex-presidente José Sarney (MDB-MA). Lewandowski não chegou a apreciar o mérito do processo. Segundo o ministro, o instrumento legal usado na apelação (o recurso extraordinário) não é válido em casos de medidas cautelares como as liminares. Ele determinou que o processo seja encaminhado à 12.ª Vara Cível de Brasília para que julgue o mérito da ação “como bem entender”. O jornal completa hoje 3.145 dias sob censura por causa da decisão judicial do TJDFT. A defesa vai avaliar se cabe recurso. “O que eu lamento é que a decisão aconteça 3 mil dias depois da censura e que o ministro Lewandowski só tenha descoberto isso todo este tempo depois de estar com o processo”, disse o advogado do Grupo Estado Manuel Alceu Affonso Ferreira. “Agora vamos ver se há recurso contra essa decisão dele e qual seria o recurso”, completou.

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Confronto perigoso: Israel ataca forças iranianas na Síria

O Exército israelense lançou ao menos 70 mísseis contra posições iranianas na Síria, nesta quinta-feira (10), numa represália ao ataque com foguetes feito por forças iranianas em território sírio, contra bases israelenses nas Colinas do Golã. O ataque marca a maior intervenção israelense desde o início da guerra civil na Síria, onde forças iranianas, milícias xiitas e soldados russos estão estacionados em apoio ao regime do ditador Bashar al-Assad. "Bombardeamos quase todas as infraestruturas iranianas na Síria. Se nos molham com chuva, nós fazemos cair uma tempestade sobre eles", disse o ministro de Defesa israelense, Avigdor Lieberman. "Espero que eles tenham entendido a mensagem." Segundo o governo Benjamin Netanyahu, as forças iranianas dispararam, a partir da Síria, 20 foguetes que tiveram como alvo posições militares israelenses no Golã, território tomado da Síria por Israel na Guerra dos Seis Dias, em 1967. Todos os disparos foram interceptados. A resposta israelense foi imediata e dura: envolveu quase 30 aeronaves e o disparo de 70 mísseis. De acordo com o independente Observatório Sírio de Direitos Humanos, 23 combatentes morreram no ataque, o que inclui cinco soldados sírios e 18 integrantes de forças aliadas. O vice-ministro das Relações Exteriores russo, Mikhail Bogdanov, apelou à moderação. O presidente francês, Emmanuel Macron, pediu o fim da escalada de confrontação, a maior entre Irã e Israel na guerra síria. Uma guerra complexa Israel vem tentando se manter relativamente distante da guerra civil na vizinha Síria desde que o conflito teve início, em 2011, apesar de ter realizado uma série de ataques aéreos contra carregamentos de armas supostamente destinados ao libanês Hisbolá, grupo militante aliado de Teerã e Damasco. Recentemente, autoridades israelenses vêm alertando para o fato de o Irã e seus aliados xiitas estarem se estabelecendo permanentemente na Síria, o que poderia se voltar contra Israel.

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Imunoterapia: uma nova era no combate ao câncer, com células do próprio paciente

A nova frente de batalha contra o câncer vem de uma ideia simples: usar drogas desenvolvidas para estimular as células do próprio sistema imunológico do paciente. Esse conceito é a base da imunoterapia, a mais promissora força contra a doença. Os avanços do tratamento, reconhecidos neste ano por publicações como a revista Nature e o relatório anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (Asco, na sigla em inglês), têm mudado vidas em todo o mundo. Somada às chamadas terapias-alvo, que acontecem por meio de moléculas específicas para tratar alterações genéticas presentes no tumor, a imunoterapia proporciona um tratamento personalizado na área chamada hematologia oncológica, que inclui também linfomas e mielomas, segundo o Dr. Rodrigo Santucci, coordenador da Oncologia Clínica do Hospital Leforte. Médicos de todo o mundo estão entusiasmados com uma abordagem revolucionária no campo da imunoterapia, chamada CAR-T Cells (em português traduzida como Linfócitos T com Receptores Quiméricos de Antígenos). Ela consiste na extração de células de defesa dos pacientes (os linfócitos T) e manipulação de seu DNA para que desenvolvam um receptor capaz de identificar as células malignas. Reinserido no organismo, esse exército de defesa ataca apenas as células tumorais. O procedimento foi liberado para uso nos Estados Unidos em 2017. Neste ano, a equipe do Dr. Rodrigo Santucci, médico-chefe do setor de Transplantes de Medula Óssea do Hospital Leforte passará quatro semanas no MD Anderson Center,no Texas, considerado um dos maiores centros de tratamento oncológico do mundo, para trocar conhecimentos e aprender mais sobre a técnica. “Desenhamos um tratamento personalizado que, em breve, será uma terapia de precisão”, afirma a Dra. Fauzia, oncologista clínica do Leforte Oncologia Higienópolis.

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Fim do foro privilegiado ameaça 12 senadores e 36 deputados. Votação é hoje no Supremo
BRASILIA DF 31/05/2017 POLITICA STF / FORO PRIVILEGIADO Sessão plenária do Supremo Tribunal Federal com a presidencia da ministra Carmen Lucia em Brasilia . Foto: Nelson Jr./SCO/STF

Fim do foro privilegiado ameaça 12 senadores e 36 deputados. Votação é hoje no Supremo

Levantamento feito pelo ‘Estado’ mostra que 48 parlamentares com inquéritos no STF no âmbito da Operação Lava Jato ficariam sujeitos à nova regra Levantamento feito pelo Estado mostra que pelo menos 12 senadores e 36 deputados com inquéritos abertos no Supremo Tribunal Federal no âmbito da Operação Lava Jato ficariam sujeitos à perda do foro privilegiado, segundo a interpretação da nova regra em votação no Supremo. Isso porque a maioria dos casos envolve investigações de recebimento de propina, via caixa 2, para políticos que já exerciam mandatos no Congresso e tentavam a reeleição ou novo cargo no Executivo. Em seu voto, o relator da matéria, ministro Luís Roberto Barroso, afirmou que o foro só deve ser observado nos casos de imputação de crimes cometidos no atual exercício do cargo e em razão dele. A tese, já seguida por outros sete ministros, deixa claro que um caso de agressão doméstica cometido por um parlamentar, por exemplo, não será mais julgado pelo Supremo, por não ter relação com o cargo. Mas não responde se um deputado em campanha pela reeleição suspeito de receber caixa 2 deve ter seu inquérito encaminhado à 1.ª instância. “Delimitar se o crime ocorreu no exercício do mandato não é difícil. O difícil é definir se ocorreu em razão do mandato. O parlamentar negociou e recebeu caixa 2 porque já estava no cargo? Essa foi a condição? Se esse foi o entendimento, então o caso continuará no STF. Mas cada juiz pode avaliar de uma maneira”, disse o mestre em Direito Público Ivar Hartmann, da FGV-Rio.

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