Flávio Dino assina pacto para gestão integrada e preservação do Rio Parnaíba

Segundo rio mais importante do Nordeste brasileiro, o Rio Parnaíba ganhou um importante instrumento de proteção e preservação de suas águas. O governador Flávio Dino assinou, nesta terça-feira (27), no Palácio dos Leões, o Pacto para Gestão Integrada dos Recursos Hídricos da Bacia Hidrográfica do Rio Parnaíba. O documento cria uma cooperação técnica entre os Estados do Maranhão, Piauí e Ceará e representa o passo que faltava para criação do Comitê Gestor, entidade que irá gerenciar itens como uso da água e preservação, dentre outros. Participaram da ocasião o secretário de Meio Ambiente, Marcelo Coelho, o deputado estadual Rafael Leitoa e o chefe de gabinete do senador Elmano Férrer, Solon Braga. No Maranhão, o Rio Parnaíba banha 34 municípios. Além disso, 99% do estado do Piauí e municípios do Ceará são por ele abastecidos. “O Maranhão ganha porque esse comitê de bacias tem sido debatido há anos para ser criado, e agora, juntamente com o Governo do Piauí e Ceará, conseguimos concretizar esse feito”, explicou o secretário Marcelo Coelho. Segundo ele, a gestão significará “o uso melhor da água, administração de conflitos e a aplicação de recursos no rio e nas pessoas”.

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Aliado de Sarney, delegado Fernando Segovia é demitido por Raul Jungmann do comando da PF
Brazil's newly appointed Director-General of the Federal Police, Fernando Segovia, wipes his brow during his swearing-in ceremony in Brasilia, Brazil, Monday, Nov. 20, 2017. Segovia was sworn-in by unpopular Brazilian President Michel Temer, who is himself being investigated by the force. (AP Photo/Eraldo Peres)

Aliado de Sarney, delegado Fernando Segovia é demitido por Raul Jungmann do comando da PF

Por decisão do ministro Extraordinário da Segurança Pública Raul Jungmann, o delegado, aliado do ex-senador José Sarney (MDB-AP), deixa o comando da Polícia Federal pouco menos de quatro meses no cargo O delegado da Polícia Federal Fernando Segovia não é mais diretor-geral da corporação. O novo diretor é o delegado Rogério Augusto Viana Galloro, atualmente na Secretaria Nacional de Justiça. Segovia, aliado do ex-senador José Sarney (MDB-AP), ficou à frente da PF pouco menos de quatro meses. O delegado tomou posse em 20 de novembro do ano passado. A demissão de Segovia foi decidida pelo ministro Raul Jungmann, que tomou posse nesta terça-feira, 27, no comando do novo Ministério Extraordinário da Segurança Pública, Pasta que incorporou a Polícia Federal, então atrelada à estrutura do Ministério da Justiça. Durante os quatro meses em que permaneceu no cargo, Fernando Segovia protagonizou episódios polêmicos. No momento de maior crise, Fernando Segovia teve que se explicar ao ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, uma declaração à agência Reuters A fala de Segovia sugeria que a tendência da Polícia Federal era recomendar o arquivamento do inquérito contra o presidente Michel Temer, no caso do Decreto dos Portos. O delegado afirmou ainda que poderia abrir investigação interna para apurar a conduta do delegado Cleyber Malta Lopes, responsável pelo inquérito. O motivo seriam os questionamentos enviados a Temer no caso. Na ocasião, a defesa do presidente disse que as perguntas colocavam em dúvida a “honorabilidade e a dignidade pessoal” do presidente.

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Mundo cão – Criança morre após ser esquecida dentro de carro pelo pai, em Minas

Uma criança de dois anos morreu após ser esquecida pelo pai dentro do carro, em Janaúba, Minas Gerais, na última quinta-feira, 15. Segundo o pai da menina, por volta de meio-dia, ele saiu de casa para levar a filha à escola, quando parou em frente ao seu estabelecimento comercial. Ao estacionar o veículo, seu telefone tocou e ele desceu e atendeu a ligação, entrando na loja e permanecendo lá. Quando se lembrou da sua filha, ele correu totalmente desesperado para o veículo, onde já se deparou com a criança inconsciente. Com a ajuda de uma testemunha, depois de observar que a menina ainda apresentava sinal de pulsação, ele se dirigiu imediatamente para o Hospital Fundajan, onde foi feita tentativa de reanimação.

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Crise do vizinho – Com 40 mil venezuelanos em Roraima, Brasil acorda para sua ‘crise de refugiados’

Presidente reconhece situação de 'vulnerabilidade' no Estado e edita Medida Provisória com ações de assistência para imigrantes Diante da escalada da crise na Venezuela que leva cada vez mais venezuelanos a cruzarem as fronteiras rumo ao Brasil em busca de uma vida melhor, o Governo de Michel Temer assinou um decreto reconhecendo a "situação de vulnerabilidade" em Roraima. O Estado é a principal porta de entrada dos imigrantes que fogem da crise de abastecimento de alimentos, do colapso dos serviços públicos e de uma inflação de 700% no país vizinho. O presidente ainda editou uma medida provisória (MP) que acena com ações de assistência emergências para imigrantes venezuelanos no Estado em diversas áreas, como proteção social, saúde, educação, alimentação e segurança pública. Elas serão coordenadas por um comitê federal composto por representantes de distintos ministérios e conduzidas em parcerias entre União, Roraima e municípios. A prefeitura de Boa Vista estima que cerca de 40.000 venezuelanos já tenham entrado na cidade, o que representa mais de 10% dos cerca de 330.000 habitantes da capital. O número de imigrantes equivale aproximadamente a população de uma cidade como Boituva, em São Paulo. Guardadas as devidas proporções, Roraima vive sua crise particular de refugidos. Os abrigos estão lotados e milhares de imigrantes vivem em situação de rua. A maioria chega pelo pequeno município de Pacaraima, com 16.000 habitantes e depois segue para Boa Vista. Apesar de o fluxo de venezuelanos ter aumentado desde o fim de 2016, uma nova leva chegou após a Colômbia colocar mais travas para a entrada de refugiados no país. Segundo o documento assinado por Temer, as medidas visam também ampliar as políticas de mobilidade, distribuição no território nacional e apoio à interiorização dos imigrantes venezuelanos, desde que eles manifestem essa vontade.

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Com intervenção federal no Rio, reforma da previdência vai temporariamente para o espaço

O presidente Michel Temer assinou o decreto para a intervenção federal na segurança pública do Estado do Rio de Janeiro e fez um discurso em tom de declaração de guerra ao crime organizado. O presidente, no entanto, não deixou de citar a tramitação da proposta de reforma da Previdência, diretamente afetada pela medida no Rio. Temer disse que Maia e o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), darão continuidade à tramitação da Reforma da Previdência. "Quando ela estiver para ser votada - segundo a avaliação do Legislativo -, farei cessar a intervenção. O trabalho de segurança federal no Rio será mantido sem alteração durante esse período", afirmou. Enquanto a intervenção vigorar, não pode haver alteração na Constituição. Ou seja, nenhuma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) poderá ser aprovada pelo Congresso. O próprio presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já admitiu que o cronograma de votação da reforma está inviabilizado, inclusive porque o Congresso estará mobilizado para votar o decreto de intervenção. O ministro da Defesa, Raul Jungmann, reafirmou que, apesar da intervenção, o processo de negociação sobre a Reforma da Previdência continuará. "Quando chegar o momento da votação da reforma, o presidente Temer irá suspender a intervenção, mas irá decretar Garantia da Lei e da Ordem (GLO) ampliada no Estado. Assim que a votação acabar, será decretada novamente a intervenção, que será novamente levada ao Congresso", completou. Para suspender os efeitos da intervenção, Temer teria de editar um novo decreto, que teria que novamente passar por votação do Congresso. Tanto a intervenção federal como esse segundo decreto precisa de maioria absoluta entre os parlamentares em uma votação conjunta do Senado e da Câmara.

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Luciano Huck desiste de candidatura à presidência da República. Seu negócio é mesmo televisão

Após voltar a se movimentar entre líderes políticos e econômicos, apresentador da Globo descarta candidatura; recusa leva em conta aspecto profissional e receio de exposição O apresentador Luciano Huck manteve a decisão de não se candidatar à Presidência da República na eleição deste ano. Huck optou pela carreira de sucesso na televisão em vez de se aventurar em uma disputa presidencial. Ele vinha sendo cobrado pela TV Globo a se definir sobre o assunto, o que fez nesta quinta-feira, 15. “Não serei candidato, mas não quero falar mais sobre o assunto agora. Preciso digerir a decisão”, afirmou Huck à coluna Direto da Fonte. O apresentador chegou a anunciar que não seria candidato em artigo publicado no jornal Folha de S.Paulo, em novembro, mas voltou a se movimentar em janeiro, se reunindo com líderes políticos, entre eles o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), e representantes do setor econômico. A informação sobre a desistência de Huck foi revelada pelo site O Antagonista.

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Temer decreta intervenção federal na Segurança Pública do Rio de Janeiro

Decreto será publicado hoje; com medida, Exército terá responsabilidade sobre polícias do Estado O Comando Militar do Leste (CML) foi surpreendido pela decisão do governo federal de decretar intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro. Símbolo dessa surpresa é o fato de o comandante do CML, o general Walter Souza Braga Netto, ter viajado com a família no Carnaval e só ter retornado ao Rio na quarta-feira de cinzas. Braga, como é conhecido pelos colegas, será o interventor no Estado, e deve acumular a função com o comando do CML. Eram 10 horas quando o general embarcou nesta sexta-feira, 16, para Brasília, onde o Alto Comando do Exército deve se reunir. A viagem estava marcada para segunda-feira, quando ia se realizar a reunião ordinária do Alto Comando. O encontro, no entanto, foi também antecipado em função da decisão do governo de intervir na segurança fluminense. “Há uma semana, nós não tínhamos essa perspectiva da intervenção. Foi uma surpresa”, afirmou um general do CML ouvido por O Estado de São Paulo em condição de anonimato.

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Lava Jato: Entrevista de diretor da PF gera novo constrangimento para o Governo no STF

Ministro intima Fernando Segovia a explicar comentário sobre fragilidade de investigação sobre Temer. Diretor da Polícia Federal disse à agência Reuters que inquérito "pode até concluir que não houve crime" O Governo Michel Temer deposita todas as suas fichas que lhe sobraram na aprovação da reforma da Previdência no Congresso Nacional. Mas, enquanto os líderes do Governo concentram seus esforços para convencer parlamentares da necessidade de equilibrar as contas do Estado brasileiro, crises paralelas seguem arranhando a imagem de um Palácio do Planalto já muito desgastado. Neste sábado, o fogo partiu da Polícia Federal (PF), e não exatamente porque os investigadores estão acusando o presidente de corrupto. Muito pelo contrário. O diretor-geral da PF, Fernando Segovia, foi intimado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso a explicar por que disse em entrevista à agência Reuters que os indícios de um inquérito sobre Temer "são muito frágeis” e que a investigação "pode até concluir que não houve crime”. Segovia falava na entrevista sobre a investigação gerada pela suspeita de que Temer teria cometido crimes de corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro por receber vantagens indevidas de uma empresa para editar o "Decreto dos Portos". Junto com o presidente da República, o inquérito investiga o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures, que foi assessor especial de Temer e ficou famoso por ser preso com uma mala de dinheiro, além de outros dois empresários. À Reuters, o diretor-geral da PF disse que o decreto em questão “em tese não ajudou a empresa”. “Se houve corrupção ou ato de corrupção, não se tem notícia do benefício. O benefício não existiu”, disse Segóvia no texto publicado pela Reuters. Nomeado por Temer, Segovia assumiu a PF em novembro do ano passado sob a desconfiança da corporação, que foi comandada por Leandro Daiello durante todo o desenrolar da Operação Lava Jato. As declarações dadas à Reuters nesta sexta-feira não devem melhorar sua popularidade nesse sentido. Especula-se que as críticas à investigação sobre Temer não passam de um ataque pessoal do diretor da PF ao delegado responsável pela investigação, Cleyber Malta Lopes, um antigo desafeto. De qualquer forma, o fundo do desentendimento seria político, o que não faz bem nem para imagem o diretor da PF nem para a do Governo.

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O Maranhão e a Floresta dos Guajás dão título à Unidos de Tatuapé, em São Paulo

A Floresta dos Guarás, uma das maiores reservas florestais do Maranhão, o Palácio dos Leões, sede do governo, e outros pontos turísticos da capital São Luís, foram determinantes para que, no segundo ano consecutivo, a escola de samba Acadêmicos do Tatuapé se sagrasse campeã do Carnaval 2018 de São Paulo. O resultado foi conhecido na divulgação do último quesito, com as notas de mestre-sala e porta-bandeira. A escola desfilou no Sambódromo do Anhembi na sexta-feira (9) e prestou um tributo ao Maranhão e sua cultura local. A Acadêmicos do Tatuapé assumiu a ponta da classificação apenas no sétimo quesito e de lá não mais saiu. Fizeram a diferença as notas descartadas, que valem para o desempate (das quatro avaliações dos jurados em cada quesito, a pior é desconsiderada no somatório geral). Isso tirou as chances de título das outras escolas que alcançaram os mesmos 270 pontos da campeã: Tom Maior e Mancha Verde receberam um 9,9 no quesito alegoria; Mocidade Alegre As escolas voltam ao Sambódromo na próxima sexta-feira (16), no desfile das campeãs, que também terá a presença da Dragões da Real (5ª colocada), junto com Águia de Ouro e Colorado do Brás, campeã e vice do grupo de acesso. Este é o segundo título da história da Acadêmicos do Tatuapé, que voltou a disputar no grupo especial em 2013. O desfile da escola campeã foi assinado pelo carnavalesco Wagner Santos e teve a participação de 2.761 componentes, divididos em 26 alas e cinco carros alegóricos. A ala das baianas homenageou a Floresta dos Guarás, uma das maiores reservas florestais do Maranhão. O Palácio dos Leões, sede do governo, e outros pontos turísticos da capital São Luís, foram representados nas alegorias.

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Beija-Flor de Nilópolis é campeã do carnaval carioca denunciando as mazelas sociais
FMBEIJA46 - RJ - 12/02/2018 - CARNAVAL 2018 / RIO / DESFILE DAS ESCOLAS DE SAMBA / GRUPO ESPECIAL / BEIJA-FLOR - CIDADES OE - A escola de samba Beija-Flor de Nilópolis é a sexta e última escola a desfilar pelo Grupo Especial no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, no centro do Rio, na noite desta segunda-feira, 12. Na foto, Claudia Raia. FOTO: FABIO MOTTA/ESTADÃO CONTEÚDO

Beija-Flor de Nilópolis é campeã do carnaval carioca denunciando as mazelas sociais

A escola de samba Beija-Flor de Nilópolis é a grande campeã do Grupo Especial do carnaval 2018 do Rio de Janeiro. Completando 70 anos neste 2018, a Beija-Flor, que a cada ano se supera nos quesitos luxo e imponência, fez um desfile atípico. Crítica das mazelas brasileiras, a apresentação em alguns momentos remeteu o público que acompanha carnaval ao histórico Ratos e urubus, larguem minha fantasia (1989), do carnavalesco Joãosinho Trinta (1933-2011) - este tratava de luxo, lixo, pobreza e festa e até hoje é um dos mais lembrados da história do sambódromo. A escola fez um paralelo entre o Frankenstein, de Mary Shelley, personagem que está completando 200 anos, e os "monstros nacionais": a corrupção, as agressões à natureza, o uso indevido de impostos, as disparidades sociais. A teatralização excessiva cansou. O carro da favela tinha traficantes "armados", briga de casal e até uma mãe velando um filho policial morto. A chamada "farra dos guardanapos", episódio do esquema criminoso do ex-governador do Rio Sérgio Cabral (MDB), foi encenada.

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