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18 de maio de 2017 - 08:48:34

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    Com Aécio afastado do mandato, pelo STF, irmã dele acaba de ser presa pela PF

    Aécio Neves casa no Rio

    Irmã dele, Andrea Neves, é alvo de mandado de prisão e já foi presa pela PF, na casa dela em Belo horizonte. Janot também pediu prisão de Aécio; Fachin concedeu só afastamento do mandato e buscas. Operação teve início após a delação do dono da JBS. (G1)

    A Polícia Federal e o Ministério Público Federal cumprem nesta quinta-feira (18) mandados de buscas e apreensão em imóveis ligados ao senador Aécio Neves no Rio, Brasília e em Minas Gerais, e no gabinete dele, no Congresso. Agentes tentam cumprir um mandado de prisão contra a irmã dele, Andréa Neves. Segundo a PF, ela não foi presa porque está no exterior.

    O procurador-geral da República Rodrigo Janot pediu também a prisão do senador Aécio Neves, mas o ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, concedeu apenas o afastamento do cargo de senador e as buscas. Segundo o ministro, a prisão é assunto para o plenário.

    Um procurador da República foi preso, em Brasília, e há mandados contra pessoas ligadas ao ex-deputado federal Eduardo Cunha. Os mandados foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que também pediu o afastamento de Aécio do mandato.

    A operação teve início após a delação do dono do frigorífico JBS, Joesley Batista, que entregou à Procuradoria-Geral da República (PGR) uma gravação do senador Aécio Neves pedindo a ele R$ 2 milhões. As informações foram antecipadas pelo jornal “O Globo”.

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    18 de maio de 2017 - 08:34:16

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      Fachin manda afastar Aécio do mandato de senador, mas nega pedido de prisão

      Aécio Neves

      Relator da Lava Jato no STF também ordenou afastamento do deputado Rocha Loures (PMDB-PR) da Câmara. PF cumpre nesta quinta (18) mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Aécio.

      Por Camila Bomfim, TV Globo, Brasília

      O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), mandou afastar o presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), do mandato de senador. O magistrado, no entanto, negou o pedido apresentado da Procuradoria Geral da República (PGR) para prender o parlamentar tucano.

      No despacho, conforme apurou a TV Globo, Fachin ressaltou que cabe ao plenário do Supremo analisar o pedido de prisão de Aécio.

      Endereços ligados ao parlamentar tucano também são alvo de mandados de busca e apreensão na manhã desta quinta-feira (18) no Rio de Janeiro e em Brasília.

      O relator da Lava Jato determinou ainda que o deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) seja afastado da Câmara.

      Reportagem publicada nesta quarta (17) no site do jornal “O Globo” revelou que o dono do frigorífico JBS Joesley Batista entregou à Procuradoria Geral da República (PGR) uma gravação na qual Aécio pede ao empresário R$ 2 milhões.

      No áudio gravado por Joesley, com duração de cerca de 30 minutos, o presidente nacional do PSDB justifica o pedido dizendo que precisava da quantia para pagar sua defesa na Lava Jato. O senador tucano é alvo de seis inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) relacionados à Lava Jato.

      O G1 ainda não conseguiu contato nesta quinta-feira com a assessoria de Aécio Neves. Na noite desta quarta, a assessoria de imprensa do parlamentar mineiro afirmou que ele “está absolutamente tranquilo quanto à correção de todos os seus atos”.

      O Senado informou à TV Globo que, até o momento, ainda não recebeu oficialmente o mandado do ministro do Supremo que mandar afastar Aécio do parlamento.

      Além de afastar o senador do PSDB, Fachin expediu um um mandado de prisão contra a irmã e assessora de Aécio, Andréa Neves. Segundo a TV Globo apurou, um procurador da República foi preso e há mandados contra pessoas ligadas ao deputado cassado e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

      No Rio, estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão em três endereços: os apartamentos de Aécio e da irmã dele e o imóvel de Altair Alves Pinto, conhecido por ser braço direito de Cunha.

      O procurador da República Ângelo Goulart Villela, que atua no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi preso na manhã desta quinta pela Polícia Federal. Agentes da PF cumpriram mandados de busca e apreensão na sede da Corte eleitoral, em Brasília.

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      18 de maio de 2017 - 04:22:18

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        Denúncia contra Temer faz Brasil mergulhar em outra crise profunda e pode travar reformas

        Cédulas de real

        Pode ser considerada a mais grave crise desde o impeachment de Dilma Rousseff e o Brasil pode mergulhar numa crise sem precedentes com essa notícia de que o presidente Michel Temer teria dado o aval para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha

        Independentemente de comprovada ou não, a denúncia do dono da JBS, Joesley Batista, de que o presidente Michel Temer teria dado o aval para cmprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha mergulha o Brasil na mais grave crise desde o impeachment de Dilma Rousseff.

        A denúncia, que foi publicada no início da noite pelo jornal O Globo, faz parte de uma delação premiada que teria sido acertada pelos irmãos Joesley e Wesley Batista. Da delação, teria resultado uma gravação do presidente Michel Temer.

        Se a gravação vier a público com a voz de Temer a crise atingirá proporções inimagináveis. E, para o mercado, o impacto será grande,

        Por enquanto, apenas pela denúncia sem a gravação, ficará politicamente muito mais difícil avançar no cronograma de tramitação das reformas, em particular a da Previdência, devido ao ruído ensurdecedor de tal denúncia.

        Se o governo Temer conseguir que a reforma da Previdência siga seu caminho na Câmara dos Deputados, onde ainda não há data definida para a votação em primeiro turno no plenário, vai aumentar consideravelmente o custo para não somente fazer essa PEC andar, como também impedir diluição adicional do texto-base do relator Arthur Maia (PPS-BA).

        Muito vai depender de como o Palácio do Planalto vai administrar essa crise. Por volta das 21h30, o presidente Michel Temer distribuiu nota à Imprenssa negando que tenha “participado ou autorizado” qualquer movimento com o objetivo de evitar delação ou colaboração com a Justiça pelo ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha.

        Conseguirá o presidente Temer e seus principais assessores negar peremptoriamente as acusações?

        A denúncia também atinge o senador Aécio Neves, que já está envolvido nas delações no âmbito da Lava Jato.

        Mas para o mercado, o foco é Temer.

        E as reformas.

        Sem a aprovação da Previdência, como fica o ciclo de corte de juros do Banco Central?

        Poderá a crise deixar Temer na posição de um presidente sem nenhum capital político e detonar fatalmente sua governabilidade prematuramente?

        São perguntas sem respostas na fotografia de hoje.

        Mas para o mercado, incertezas dessa natureza e magnitude representam fuga para ativos que representem segurança contra riscos elevados.

        Na abertura dos mercados hoje, 18, será possível medir a extensão do estrago à imagem e à governabilidade na visão dos investidores, refletido nos preços dos ativos.

        Já está sendo considerada a mais grave crise desde o impeachment de Dilma Rousseff e pode mergulhar o Brasil numa crise sem precedentes a notícia de que o presidente Michel Temer teria dado o aval para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha

        Independenteente de comprovada ou não, a denúncia do dono da JBS, Joesley Batista, de que o presidente Michel Temer teria dado o aval para cmprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha mergulha o Brasil na mais grave crise desde o impeachment de Dilma Rousseff.

        A denúncia, que foi publicada no início da noite pelo jornal O Globo, faz parte de uma delação premiada que teria sido acertada pelos irmãos Joesley e Wesley Batista. Da delação, teria resultado uma gravação do presidente Michel Temer.

        Se a gravação vier a público com a voz de Temer a crise atingirá proporções inimagináveis. E, para o mercado, o impacto será grande,

        Por enquanto, apenas pela denúncia sem a gravação, ficará politicamente muito mais difícil avançar no cronograma de tramitação das reformas, em particular a da Previdência, devido ao ruído ensurdecedor de tal denúncia.

        Se o governo Temer conseguir que a reforma da Previdência siga seu caminho na Câmara dos Deputados, onde ainda não há data definida para a votação em primeiro turno no plenário, vai aumentar consideravelmente o custo para não somente fazer essa PEC andar, como também impedir diluição adicional do texto-base do relator Arthur Maia (PPS-BA).

        Muito vai depender de como o Palácio do Planalto vai administrar essa crise. Por volta das 21h30, o presidente Michel Temer distribuiu nota à Imprenssa negando que tenha “participado ou autorizado” qualquer movimento com o objetivo de evitar delação ou colaboração com a Justiça pelo ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha.

        Conseguirá o presidente Temer e seus principais assessores negar peremptoriamente as acusações?

        A denúncia também atinge o senador Aécio Neves, que já está envolvido nas delações no âmbito da Lava Jato.

        Mas para o mercado, o foco é Temer.

        E as reformas.

        Sem a aprovação da Previdência, como fica o ciclo de corte de juros do Banco Central?

        Poderá a crise deixar Temer na posição de um presidente sem nenhum capital político e detonar fatalmente sua governabilidade prematuramente?

        São perguntas sem respostas na fotografia de hoje.

        Mas para o mercado, incertezas dessa natureza e magnitude representam fuga para ativos que representem segurança contra riscos elevados.

        Na abertura dos mercados hoje, 18, será possível medir a extensão do estrago à imagem e à governabilidade na visão dos investidores, refletido nos preços dos ativos.

        Se isso acontecer, o Brasil estaria irremediavelmente ferido de morte.

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        17 de maio de 2017 - 22:50:18

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          Temer esteve com empresário, mas ‘jamais’ tentou evitar delação, diz Planalto em nota

          Temer admite encontro, mas nega conversa sobre Eduardo Cunha

          O Palácio do Planalto divulgou na noite desta quarta-feira (17) uma nota na qual informou que o presidente Michel Temer se reuniu com o empresário Joesley Batista, dono da JBS, mas “jamais” tentou evitar a delação do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) – leia a íntegra ao final desta reportagem.

          A nota foi divulgada após reportagem publicada no site do jornal “O Globo” informar que Joesley Batista entregou ao Ministério Público Federal gravação de conversa dele com Temer na qual foi discutida a compra do silêncio de Eduardo Cunha.

          “O presidente Michel Temer jamais solicitou pagamentos para obter o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha. Não participou e nem autorizou qualquer movimento com o objetivo de evitar delação ou colaboração com a Justiça pelo ex-parlamentar”, diz trecho da nota.

          “O encontro com o empresário Joesley Batista ocorreu no começo de março, no Palácio do Jaburu, mas não houve no diálogo nada que comprometesse a conduta do presidente da República”, acrescenta a assessoria de Temer.

          O presidente deixou o Planalto por volta das 22h10. Após a nota ser divulgada, o secretário de Comunicação Social, Márcio Freitas, declarou aos jornalistas. “Tudo o que tem de ser dito sobre esse assunto foi dito na nota. Vamos descansar e amanhã [quinta] falamos. Vamos trabalhar normalmente amanhã”.

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          17 de maio de 2017 - 21:52:20

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            Na íntegra, a notícia-bomba de Lauro Jardim, de O Globo: os alicerces de Brasília voltam a tremer!

            Lauro Jardim

            RIO — Na tarde de quarta-feira passada, Joesley Batista e o seu irmão Wesley entraram apressados no Supremo Tribunal Federal (STF) e seguiram direto para o gabinete do ministro Edson Fachin. Os donos da JBS, a maior produtora de proteína animal do planeta, estavam acompanhados de mais cinco pessoas, todas da empresa. Foram lá para o ato final de uma bomba atômica que explodirá sobre o país — a delação premiada que fizeram, com poder de destruição igual ou maior que a da Odebrecht. Diante de Fachin, a quem cabe homologar a delação, os sete presentes ao encontro confirmaram: tudo o que contaram à Procuradoria-Geral da República (PGR) em abril foi por livre e espontânea vontade, sem coação.

            É uma delação como jamais foi feita na Lava-Jato: Nela, o presidente Michel Temer foi gravado em um diálogo embaraçoso. Diante de Joesley, Temer indicou o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver um assunto da J&F (holding que controla a JBS). Posteriormente, Rocha Loures foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados por Joesley. Temer também ouviu do empresário que estava dando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada na prisão para ficarem calados. Diante da informação, Temer incentivou: “Tem que manter isso, viu?”.

            Aécio Neves foi gravado pedindo R$ 2 milhões a Joesley. O dinheiro foi entregue a um primo do presidente do PSDB, numa cena devidamente filmada pela Polícia Federal. A PF rastreou o caminho dos reais. Descobriu que eles foram depositados numa empresa do senador Zeze Perrella (PSDB-MG).

            Joesley relatou também que Guido Mantega era o seu contato com o PT. Era com o ex-ministro da Fazenda de Lula e Dilma Rousseff que o dinheiro de propina era negociado para ser distribuído aos petistas e aliados. Mantega também operava os interesses da JBS no BNDES.

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            17 de maio de 2017 - 21:24:06

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              Brasília treme; o Brasil ferve! Delação da JBS pega Temer e Aécio. Já se fala em impeachment do presidente…

              Michel Temer e Aécio juntinhos

              Segundo o colunista Lauro Jardim, de ‘O Globo’, informação faz parte do conteúdo da delação dos irmãos Joesley e Wesley Batista. Depoimentos também citam Aécio Neves e Guido Mantega.

              Os donos da JBS disseram em delação à Procuradoria-Geral da República (PGR) que gravaram o presidente Michel Temer dando aval para comprar o silêncio do deputado cassado e ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ), depois que ele foi preso na operação Lava Jato. A informação é do colunista do jornal “O Globo” Lauro Jardim.

              Segundo o jornal, o empresário Joesley Batista entregou uma gravação feita em março deste ano em que Temer indica o deputado Rodrigo Rocha Lourdes (PMDB-PR) para resolver assuntos da J&F, uma holding que controla a JBS. Posteriormente, Rocha Lourdes foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil, enviados por Joesley.

              O segundo tremor do dia foi a revelação de que senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, teria pedido dois milhões de reais à JBS “para contratar um advogado de defesa” na Lava Jato, e que a transação do pedido e da entrega do dinheiro estaria toda documentada pela Polícia Federal.

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              17 de maio de 2017 - 18:31:45

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                WhatsApp passou por nova instabilidade no Brasil e no mundo, agora há pouco

                whatsap no celular

                Aplicativo de mensagens instantâneas, que tem mais de 1,2 bilhão de usuários, enfrentou ira dos usuários nas redes sociais

                O WhatsApp, aplicativo de mensagens instantâneas mais popular do mundo, enfrentou instabilidade na tarde desta quarta-feira, 17. Usuários do aplicativo usaram as redes sociais, como Facebook e Twitter, para reclamar que não conseguiam enviar e receber mensagens por meio do aplicativo. Em alguns casos, as mensagens eram enviadas, mas não eram entregues ao destinatário. O problema não foi localizado apenas no Brasil, já que pessoas reportaram o problema em diversos países.

                Procurado pelo Estado, o WhatsApp confirmou que passou por problemas técnicos. “Hoje, usuários do WhatsApp em algumas partes do mundo tiveram problemas em acessar o WhatsApp por cerca de meia hora. A questão já foi solucionada por nós e nos desculpamos pela inconveniência”, afirmou a empresa, em comunicado.

                É a segunda vez, só em maio, que o WhatsApp enfrenta problemas. Na semana passada, o aplicativo ficou fora do ar por mais de duas horas

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                17 de maio de 2017 - 17:58:34

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                  Cerca de 300 pessoas perdem o emprego com o fechamento da Big Ben no Maranhão

                  Desaparece do cenário comercial a majestade das lojas da rede Big Ben

                  Pelo menos 300 pessoas devem perder seus empregos, no Maranhão, com o fechamento das farmácias da rede Big Ben que, desde esta terça-feira (16), anunciou o encerramento de suas atividades no Estado. São 20 lojas da rede de farmácias no Maranhão, 11 delas em São Luís.

                  Informações dão conta de que a rede, integrante de um conglomerado chamado Brasil Farma, também está fechando as lojas do Pará, onde fica a sede, e dos estados do Maranhão, Piau Ceará e Pernambuco.

                  Os funcionários, que já vinham desconfiados de que algo de ruim poderia acontecer, ainda assim ficaram surpresos e desolados quando cartazes chegaram nas lojas anunciando o fim das atividades, no Estado: “Comunicamos a todos os nossos clientes que encerramos na data de hoje as nossas atividades no Estado do Maranhão. A todos o nosso muito obrigado”.

                  Agora, só resta aos desempregados – operadores de caixa, balconistas, gerentes e farmacêuticooss, dentre outros – lamentar o fim melancólico da rede de farmácias Big Ben na capital e nos demais município maranhenses.

                  A rede é comandada pela Brasil Pharma, que vem passando por problemas financeiros há alguns anos. Dono das farmácias Mais Econômica, Rosário, Farmais, Sant’Anna e Big Ben, a Brasil Pharmajá vinha negociando a venda de algumas das suas lojas há algum tempo, segundo informou a Folha de S. Paulo.

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                  16 de maio de 2017 - 23:29:15

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                    Preso policial rodoviário suspeito de chefiar esquema de fraude no Enem e outros concursos

                    concursos ponto eletrônico

                    Ele era procurado pela Polícia Civil desde sexta-feira, quando foi deflagrada a Operação Gabarito 2. Numa das fraudes, fez a filha passar em Medicina numa universidade federal

                    Um policial rodoviário federal que era procurado pela Polícia Civil desde sexta-feira (12), ocasião da deflagração da Operação Gabarito 2, se apresentou à Justiça nesta terça-feira (16) e foi preso por uma equipe da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF) de João Pessoa. Segundo o delegado Lucas Sá, ele é suspeito de ser um dos chefes do esquema de fraudes a concursos públicos.
                    O delegado explicou que o suspeito chegou ao Fórum Criminal acompanhado de três advogados. No local, ele foi detido por uma equipe da DDF e foi encaminhado à Central de Polícia. Em seguida, ele vai ser levado ao 5º Batalhão de Polícia Militar, onde deve ficar detido.

                    O esquema lucrou pelo menos R$ 18 milhões e aprovou mais de 500 pessoas em pelo menos 70 concursos e vestibulares, segundo a Polícia Civil. Até a sexta-feira (13), 25 pessoas foram presas, sendo 19 no dia 7 e outras seis na sexta-feira, além de 11 veículos apreendidos e muitos documentos e equipamentos eletrônicos.

                    De acordo com Lucas Sá, o policial rodoviário é apontado como segundo o terceiro na “linha de comando” do esquema fraudulento e ficaria com 25% do que fosse arrecadado. O irmão dele foi preso na primeira fase da Operação Gabarito. Segundo as investigações, ele conseguiu fraudar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e aprovar a filha no em primeiro lugar para o curso de medicina. Além dela, ele teria conseguido a aprovação de outras pessoas próximas em diversos cargos públicos.

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                    16 de maio de 2017 - 11:09:11

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                      Mães poderão amamentar em qualquer lugar, estabelece projeto em tramitação no Senado

                      Bebê mamando

                      O Projeto de Lei do Senado (PLS) 514/2015, da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB–AM), estabelece o direito das mães de amamentar em qualquer local público ou privado sem sofrer qualquer impedimento.

                      O leite materno é o único alimento que fornece todos os nutrientes essenciais para o desenvolvimento dos bebês, e o ato de amamentar diminui os riscos de a mulher desenvolver doenças como o câncer de mama, de ovário e também a depressão.

                      Recentemente o Senado aprovou e o Executivo sancionou a lei que transforma o mês de agosto no Mês do Aleitamento Materno.

                      O projeto baseia-se em experiências em que mães são proibidas de amamentarb seus filhos ou discriminadas em locais públicos, como shoppings, por exemplo.

                      QUATRO ESTADOS

                      Amamentar em público já é um direito garantido por lei em quatro estados do Brasil: Santa Catarina; São Paulo; Rio de Janeiro; Mato Grosso e, mais recentemente, Minas Gerais. A decisão foi publicada no dia 22 de dezembro último, no Diário Oficial de Minas Gerais. Para os especialistas, essa garantia é fundamental para que as mães consigam amamentar pelo menos até os seis meses, conforme a orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS).

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