Blog do Machado

contato@blogdomachado.com.br

19 de maio de 2017 - 14:41:43

Sem comentários

Compartilhe:

    Tetas grandes! Além de Temer, delação da JBS envolve Lula, Dilma, Eunício, ministros e governadores

    BRASÍLIA – Além do presidente Michel Temer e do presidente do PSDB, Aécio Neves, a delação da JBS envolve os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff , ministros da atual gestão e governadores de estado.

    No caso dos ex-presidentes, o empresário Joesley Batista e o executivo Ricardo Saud relataram pagamentos em contas no exterior tanto para Lula quanto para Dilma. O saldo dessas contas em 2014 teria chegado a US$ 150 milhões. O ex-ministro Guido Mantega seria o intermediário dos pagamentos que eram devidos em razão de esquemas criminosos no BNDES e em fundos de pensão. Em 2010, por intermédio do ex-ministro Antonio Palocci teria sido feito outro repasse, de R$ 30 milhões, para a campanha de Dilma.

    O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), foi acusado por Ricardo Saud. Segundo o relato, o peemedebista recebeu R$ 5 milhões pela atuação em uma Medida Provisória que disciplinava créditos de PIS/Cofins.

    No caso dos ministros do governo Temer, Gilberto Kassab foi citado como beneficiário de propina por Wesley Batista, irmão de Joesley, e também pelo executivo Ricardo Saud. Em relação a Marcos Pereira, Joesley relatou aos investigadores ter pago propina em troca da aprovação de um empréstimo de R$ 2,7 bilhões para a JBS pela Caixa Econômica.

    GOVERNADORES

    O governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), é citado junto com seu antecessor André Puccinelli (PMDB) como beneficiário de pagamentos de R$ 150 milhões entre 2007 e 2016 como contrapartida a benefícios fiscais recebidos pelo grupo empresarial.

    O governador mineiro Fernando Pimentel (PT-MG), foi acusado de receber R$ 3,6 milhões no período em que ocupou o ministério do Desenvolvimento na administração Dilma Rousseff.

    O governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria (PSD-RN), é acusado de ter recebido junto com seu filho, o deputado Fábio Faria (PSD-RN) um pagamento de R$ 5 milhões em propina em troca da privatização da companhia de água e esgoto do estado.

    No caso do governador catarinense, Raimundo Colombo (PSD-SC), a acusação é de pagamento de R$ 10 milhões em troca de favorecimento na licitação na companhia de água e esgoto do estado.

    São citados como beneficiários os ex-governadores Cid Gomes (PDT-CE), que teria recebido R$ 20 milhões em troca de liberação de créditos de ICMS, Sérgio Cabral (PMDB-RJ), que teria recebido R$ 40 milhões em propina, e Silval Barbosa (PMDB-MT), que recebeu pagamentos em troca de benefícios fiscais à JBS.

    Leia mais...

    19 de maio de 2017 - 13:58:15

    Sem comentários

    Compartilhe:

      Temer e Aécio agiam juntos para impedir avanço da Lava Jato, diz Janot

      Afirmação do procurador-geral da República está na decisão do ministro do STF Luiz Edson Fachin que determinou abertura de inquérito contra Temer, Aécio e deputado Rocha Loures.

      O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirma que o presidente Michel Temer e o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) agiram “em articulação” para impedir o avanço da Lava Jato.

      O G1 procurou as assessorias de Temer e Aécio mas, até a última atualização desta reportagem, ainda não havia obtido resposta.

      A afirmação consta da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Edson Fachin que determinou a abertura de inquérito para investigar Temer, Aécio e o deputado afastado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), que está relacionado ao acordo de delação de executivos da JBS. A decisão foi divulgada nesta sexta (19).

      DELAÇÃO DA JBS: VEJA OS VÍDEOS DOS DEPOIMENTOS

      “Além disso, verifica-se que Aécio Neves, em articulação, dentre outros, com o presidente Michel Temer, tem buscado impedir que as investigações da Lava Jato avancem, seja por meio de medidas legislativas, seja por meio de controle de indicação de delegados de polícia que conduzirão os inquéritos”, afirma Janot.

      “Desta forma, vislumbra-se também a possível prática do crime de obstrução à Justiça”, completa o procurador-geral da República.

      No pedido para investigar Temer e Aécio, a procuradoria afirma que o senador teria “organizado uma forma de impedir que as investigações [da Lava Jato] avançassem por meio da indicação de delegados que conduziriam os inquéritos, direcionando as distribuições.”

      Leia mais...

      19 de maio de 2017 - 12:20:34

      Sem comentários

      Compartilhe:

        Pós-escândalo: Michel Temer orienta equipe a ir para ‘o enfrentamento’

        Presidente pediu ‘resistência’ aos partidos aliados durante reuniões ao longo do dia no Planalto e retocou discurso para enfatizar indignação

        BRASÍLIA O presidente Michel Temer orientou a equipe a “partir para o enfrentamento”, na tentativa de mostrar que não está acuado com as delações feitas pela JBS nem com o inquérito autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para investigá-lo.

        Nas conversas desta quinta-feira, 18, em seu gabinete, no Palácio do Planalto, ele pediu “resistência” aos partidos da base aliada, do PSDB ao PP, e cobrou apoio à agenda das reformas.

        Temer chegou a ser aconselhado a renunciar por pelo menos dois assessores de sua extrema confiança e reagiu com nervosismo. “Não sou homem de cair de joelhos. Caio de pé”, afirmou.

        “Michel, você está passando pelo que eu passei. A diferença é que eu era senador e podia responder e você é presidente e não pode falar tudo o que pensa”, disse-lhe mais tarde o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR). Presidente do PMDB, Jucá deixou o Ministério do Planejamento em maio do ano passado, após 12 dias no cargo, quando vieram à tona gravações em que ele dizia ser preciso impedir a “sangria” da Lava Jato.

        A portas fechadas, Temer usou termos como “conspiração” e “ação orquestrada” para se referir ao vazamento das delações do empresário Joesley Batista e de ex-executivos da JBS. O governo responsabilizou a Procuradoria-Geral da República pela divulgação dos depoimentos. Irritado, Temer disse que toda vez que a economia dá sinais de recuperação, aparece delação.

        Temer telefonou logo cedo para a presidente do STF, Cármen Lúcia, avisando-lhe de que pediria acesso aos áudios. A conversa entre os dois foi protocolar. Ao longo do dia, o presidente recebeu 14 dos 28 ministros e lamentou o destino do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG). “Sem o PSDB, o governo acaba”, disse um ministro ao Estado

        Leia mais...

        19 de maio de 2017 - 12:03:55

        Sem comentários

        Compartilhe:

          Em conversa com Temer, dono da JBS relata obstrução à Justiça e suborno de procuradores

          Joesley Batista gravou encontro com o presidente no Palácio do Jaburu. No diálogo, houve tentativa de ter influência em órgãos que regulam e fiscalizam atividades do grupo empresarial.

          Na conversa em que gravou o presidente Michel Temer, o dono do frigorífico JBS, Joesley Batista, relata uma sequência de crimes que vão de obstrução à Justiça, suborno de procuradores e compra de informações privilegiadas.

          A gravação do empresário que fechou acordo de delação premiada com a Procuradoria Geral da República (PGR) mostra até tentativa de ter influência em órgãos que regulam e fiscalizam as atividades do grupo empresarial (assista ao vídeo acima).

          Ao longo do encontro, Temer ouviu tudo e não condenou os relatos de crimes do empresário em nenhum momento. Pelo contrário, em alguns trechos da conversa, o peemedebista chegou a repetir que tava “ótimo”. Além disso, o presidente da República não mandou investigar nada.

          Com desembaraço e demonstrando intimidade com o chefe do Executivo federal, Joesley pediu na conversa facilidades dentro do governo e combinou encontros na calada da noite.

          Leia mais...

          18 de maio de 2017 - 18:53:08

          Sem comentários

          Compartilhe:

            Aécio diz que ia pagar Joesley quando vendesse apartamento da família

            Em nota divulgada por seu advogado José Eduardo Alckmin, senador tucano diz que ‘solicitou apoio (de executivo da JBS) para cobrir custos de sua defesa, já que não dispunha de recursos para tal’

            O senador Aécio Neves (PSDB) disse que foi ‘surpreendido’ nesta quinta-feira, 18, com ‘a gravidade das medidas autorizadas pela Justiça, a partir da reunião havida com o sr. Joesley Batista’. Ele se refere à decisão do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, que mandou prender Andrea e Fred, irmã e primo do tucano.

            O encontro com o executivo do Grupo JBS – que fechou acordo de delação com a Procuradoria-Geral da República – ocorreu no dia 24 de março em um hotel em São Paulo, revela a Operação Patmos, desdobramento da Lava Jato. Na ocasião, segundo a investigação, Aécio pediu R$ 2 milhões a Joesley alegando que precisava de recursos para pagar sua defesa na investigação – o senador é alvo de seis inquéritos no Supremo.

            “Tratou-se única e exclusivamente de uma relação entre pessoas privadas, em que o senador solicitou apoio para cobrir custos de sua defesa, já que não dispunha de recursos para tal”, afirma o advogado Alckmin.

            Segundo o defensor do tucano ‘foi proposta, em primeiro lugar, a venda ao executivo de um apartamento de propriedade da família’.

            Leia mais...

            18 de maio de 2017 - 17:38:11

            Sem comentários

            Compartilhe:

              Dólar tem a maior alta em 14 anos, em dia de nervosismo pelo cenário político

              A moeda norte-americana subiu 8,15%, a R$ 3,389 na venda.Este é o maior valor de fechamento desde dezembro de 2016.

              O Dólar teve nesta quinta-feora a maior alta em mais de 14 anos. Na máxima do dia, o dólar foi a R$ 3,44, segundo a Reuters, com o mercado reagindo reagindo à forte turbulência política iniciada na noite de quarta-feira, quando o jornal “O Globo” publicou notícia de que o dono da empresa JBS gravou o presidente da república, Michel Temer, dando aval para comprar silêncio do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha.

              A moeda norte-americana subiu 8,15%, a R$ 3,389 na venda. Veja a cotação do dólar hoje. Este é o maior valor de fechamento desde dezembro de 2016, quando, no dia 16, o dólar terminou o dia vendido a R$ 3,3906. Segundo a agência Reuters, a alta desta quinta foi a maior desde 5 de março de 2003, quando a moeda subiu 10,4% sobre o real, logo no início do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
              Nesta quinta, o dólar para turismo chegou a ser vendido acima de R$ 4. Algumas casas de câmbio interromperam a venda de moedas pela manhã, enquanto outras colocaram os preços nas alturas, por causa da falta de parâmetros para as cotações em dia de turbulência do mercado.

              O economista Roberto Troster credita a forte alta desta quinta-feira não apenas às incertezas geradas pelas turbulências políticas, mas também ao chamado “efeito manada”. “Não existe nada mais covarde que o dinheiro, e há uma coisa que se chama comportamento em manada”, afirma. Ele explica que a primeira reação dos investidores é comprar dólar. “Primeiro porque as pessoas buscam refúgio no dólar e segundo porque os investidores estrangeiros, que entendem menos de Brasil, estão vendendo suas ações. Essa saída de dólares da Bovespa afeta o câmbio.”

              Leia mais...

              18 de maio de 2017 - 17:27:01

              Sem comentários

              Compartilhe:

                Michel Temer taxativo: “Não renunciarei!” E agora?

                Presidente afirmou que não teme delação. Segundo ‘O Globo’, empresário entregou à PGR gravação de conversa com Temer sobre a compra do silêncio de Eduardo Cunha.
                O presidente Michel Temer afirmou na tarde desta quinta-feira (18) no Palácio do Planalto que não teme delação e que não renunciará.
                Ele fez um pronunciamento motivado pela delação premiada dos empresários Joesley e Wesley Batista, donos da JBS. As delações já foram homologadas pelo Supremo Tribunal Federal. Nesta quinta, o ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF, autorizou a abertura de inquérito para investigar o presidente.

                “No Supremo, mostrarei que não tenho nenhum envolvimento com esses fatos. Não renunciarei. Repito: não renunciarei. Sei o que fiz e sei a correção dos meus atos. Exijo investigação plena e muito rápida para os esclarecimentos ao povo brasileiro. Essa situação de dubiedade e de dúvida não pode persistir por muito tempo”, declarou.

                Reportagem publicada no site do jornal “O Globo” nesta quarta (17) informou que Joesley Batista entregou à Procuradoria Geral da República (PGR) gravação de conversa na qual ele e Temer falaram sobre a compra do silêncio do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso na Operação Lava Jato.

                “Não temo nenhuma delação, nada tenho a esconder”, disse Temer. “Nunca autorizei que se utilizasse meu nome”, declarou o presidente.

                Houve, realmente, o relato de um empresário que, por ter relações com um ex-deputado, auxiliava a família do ex-parlamentar. Não solicitei que isso acontecesse. E somente tive conhecimento desse fato nessa conversa pedida pelo empresário”, disse.

                Ele afirmou que nunca autorizou que se pagasse a alguém para ficar calado. “Em nenhum momento autorizei que pagasse a quem quer que seja para ficar calado. Não comprei o silêncio de ninguém”, declarou.

                Temer disse que pediu oficialmente ao Supremo acesso ao conteúdo das delações, mas não conseguiu.

                “Meu governo viveu nesta semana seu melhor e seu pior momento”, disse Temer, em referência a indicadores de inflação, emprego e desempenho da economia e à revelação da delação dos donos da JBS. “Todo o esforço para tirar o país da recessão pode se tornar inútil”, afirmou.

                Segundo o presidente, “a revelação de conversas gravadas clandestinamente trouxe fantasmas de crise politica de proporção ainda não dimensionada”.

                O presidente Michel Temer afirmou na tarde desta quinta-feira (18) no Palácio do Planalto que não teme delação e que não renunciará.
                Ele fez um pronunciamento motivado pela delação premiada dos empresários Joesley e Wesley Batista, donos da JBS. As delações já foram homologadas pelo Supremo Tribunal Federal. Nesta quinta, o ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF, autorizou a abertura de inquérito para investigar o presidente.

                “No Supremo, mostrarei que não tenho nenhum envolvimento com esses fatos. Não renunciarei. Repito: não renunciarei. Sei o que fiz e sei a correção dos meus atos. Exijo investigação plena e muito rápida para os esclarecimentos ao povo brasileiro. Essa situação de dubiedade e de dúvida não pode persistir por muito tempo”, declarou.

                Reportagem publicada no site do jornal “O Globo” nesta quarta (17) informou que Joesley Batista entregou à Procuradoria Geral da República (PGR) gravação de conversa na qual ele e Temer falaram sobre a compra do silêncio do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso na Operação Lava Jato.

                “Não temo nenhuma delação, nada tenho a esconder”, disse Temer. “Nunca autorizei que se utilizasse meu nome”, declarou o presidente.

                Houve, realmente, o relato de um empresário que, por ter relações com um ex-deputado, auxiliava a família do ex-parlamentar. Não solicitei que isso acontecesse. E somente tive conhecimento desse fato nessa conversa pedida pelo empresário”, disse.

                Ele afirmou que nunca autorizou que se pagasse a alguém para ficar calado. “Em nenhum momento autorizei que pagasse a quem quer que seja para ficar calado. Não comprei o silêncio de ninguém”, declarou.

                Temer disse que pediu oficialmente ao Supremo acesso ao conteúdo das delações, mas não conseguiu.

                “Meu governo viveu nesta semana seu melhor e seu pior momento”, disse Temer, em referência a indicadores de inflação, emprego e desempenho da economia e à revelação da delação dos donos da JBS. “Todo o esforço para tirar o país da recessão pode se tornar inútil”, afirmou.

                Segundo o presidente, “a revelação de conversas gravadas clandestinamente trouxe fantasmas de crise politica de proporção ainda não dimensionada”.

                Íntegra do pronunciamento

                Leia abaixo a íntegra do pronunciamento de Michel Temer:

                Leia mais...

                18 de maio de 2017 - 11:35:29

                Sem comentários

                Compartilhe:

                  Primo do senador Aécio Neves também é preso na Região Metropolitana de Belo Horizonte

                  Frederico Pacheco de Medeiros foi preso em casa, em um condomínio em Nova Lima; o assessor do senador Zezé Perrella (PMDB-MG), Mendherson Souza Lima, também foi preso pela Polícia Federal. (G1)

                  A Polícia Federal prendeu, na manhã desta quinta-feira (18), Frederico Pacheco de Medeiros, primo do senador Aécio Neves (PSDB-MG). Ele foi preso em casa, no condomínio Morro do Chapéu, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A informação foi confirmada pelo advogado de Frederico, Maurício Campos Júnior, mas o defensor disse que, por enquanto, não vai se manifestar sobre a prisão.

                  A operação teve início após a delação do dono do frigorífico JBS, Joesley Batista, que entregou à Procuradoria-Geral da República uma gravação do senador Aécio Neves pedindo a ele R$ 2 milhões. No áudio, com duração de cerca de 30 minutos, o presidente nacional do PSDB justifica o pedido dizendo que precisava da quantia para pagar sua defesa na Lava Jato. A informação foi divulgada pelo jornal “O Globo” na quarta-feira (17).

                  A entrega do dinheiro foi feita a Frederico Pacheco, que foi diretor da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), nomeado por Aécio, e um dos coordenadores de sua campanha a presidente em 2014. A PF rastreou o caminho do dinheiro e descobriu que foi depositado em uma empresa do também senador Zezé Perrella (PMDB-MG).

                  Leia mais...

                  18 de maio de 2017 - 11:21:13

                  Sem comentários

                  Compartilhe:

                    Irmã do senador Aécio Neves é presa pela Polícia Federal

                    Agentes da PF e do MPF foram ao apartamento de Andrea Neves em Copacabana, mas não a encontraram. Ela foi presa na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Operação também faz buscas em outros endereços ligados a Aécio pelo país.

                    A irmã e assessora do senador Aécio Neves (PSDB-MG), Andrea Neves, foi presa por agentes da Polícia Federal e do Ministério Público Federal na manhã desta quinta-feira (18) em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais. Ainda não foi divulgado o motivo da prisão.

                    A casa de Andrea fica em um condomínio fechado em Nova Lima e uma fonte da Polícia Federal confirmou que a irmã do senador foi presa em casa. O advogado Marcelo Leonardo esteve na sede da PF em Belo Horizonte, para onde Andrea foi levada, e disse que vai fazer a defesa da irmã de Aécio, mas não vai se manifestar sobre a prisão neste momento.

                    A operação foi deflagrada a partir da delação da JBS, revelada pelo jornal O Globo. Nela, Aécio Neves aparece pedindo R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista para pagar a defesa dele na Lava Jato. As informações foram confirmadas pela TV Globo

                    Leia mais...

                    18 de maio de 2017 - 10:11:51

                    Sem comentários

                    Compartilhe:

                      Magnata da JBS gravou Temer autorizando compra do silêncio de Cunha, diz ‘O Globo’

                      Gravações, feitas há dois meses, fariam parte de acordo de delação premiada.

                      Os irmãos Joesley e Wesley Batista, magnatas da companhia JBS, tentam fechar um acordo de delação premiada em que apresentam uma prova, em áudio, de que o presidente da República, Michel Temer tentou obstruir a Operação Lava Jato, segundo reportagem publicada pelo jornal O Globo nesta quarta-feira. De acordo com o veículo, Temer foi gravado dando aval para comprar o silêncio do deputado cassado Eduardo Cunha, preso desde outubro do ano passado.

                      O diálogo entre o presidente e Joesley Batista teria ocorrido por volta das 22h30 do último dia 7 de março deste ano, no Palácio do Jaburu, a residência da vice-Presidência. O empresário portava um gravador escondido, segundo o O Globo. Joesley contou que estava dando uma mesada a Cunha e ao doleiro Lúcio Funaro, para que ambos não falassem nada que prejudicasse o Governo. Temer teria dito: “Tem que manter isso, viu?”. Segundo o empresário, não foi o presidente que determinou o pagamento da mesada, mas ele tinha conhecimento sobre ela.

                      Questionada, a assessoria do Procuradoria-Geral da República nem confirma, mas tampouco desmente as informações de O Globo, informa Afonso Benites. Mesmo sem a confirmação, o deputado Alessandro Molon (Rede-RJ) anunciou que protocolou um pedido de impeachment de Temer com base nas informações divulgadas por O Globo. “Isso fere direta e claramente a lei dos crimes de responsabilidade”, disse o deputado, referindo-se aos pagamentos para que Cunha permanecesse calado. Em nota, o presidente Michel Temer negou a acusação do empresário da JBS.

                      Leia mais...

                      
                      
                      ©2012 José Machado - Web Design MP Marketing e Promoção