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26 de março de 2017 - 01:29:45

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    O estudante de 17 anos que corrigiu dados da Nasa

    Estudante Reino Unido NASA

    Miles Soloman descobriu que sensores de estação espacial gravavam dados falsos
    Miles Soloman descobriu que sensores de estação espacial gravavam dados falsos
    DA BBC BRASIL

    Um adolescente britânico entrou em contato com cientistas da Nasa (agência espacial americana) para apontar um erro em seus dados.
    O estudante Miles Soloman, de 17 anos, descobriu que sensores de radiação na Estação Espacial Internacional estavam gravando dados falsos.

    O jovem de Sheffield, no norte da Inglaterra, recebeu uma resposta da agência espacial, que, além de agradecer pela correção, convidou o garoto para ajudar a analisar o problema.

    “Recebi um monte de planilhas, o que é muito mais interessante do que parece”, disse Soloman ao programa World at One, da BBC Radio 4.

    A descoberta do estudante ocorreu como parte do projeto TimPix do Instituto de Pesquisa em Escolas (Iris, na sigla em inglês), que dá aos alunos de todo o Reino Unido a oportunidade de trabalhar em dados da estação espacial, procurando anomalias e padrões que possam levar a novas descobertas.

    Durante a estadia do astronauta britânico Tim Peake na estação espacial, detectores começaram a registrar os níveis de radiação. “Fui direto para o fundo da lista, para os bits mais baixos de energia que havia”, explicou Soloman.

    “Estávamos todos discutindo os dados, mas ele de repente se animou em uma das sessões e questionou: ‘por que há -1 energia aqui?’”, contou o professor de física do estudante, James O’Neill.

    O que Soloman tinha acabado de notar era que, quando nada chegava ao detector, uma leitura negativa era gravada.

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    25 de março de 2017 - 00:34:01

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      Antes de estrear, filme sobre a Lava Jato vira alvo de Lula na Justiça

      Lava jato filme Lula

      A colaboração da Polícia Federal com um filme sobre a Operação Lava Jato provocou a insatisfação de membros do Partido dos Trabalhadores (PT) e, sobretudo, de Luiz Inácio Lula da Silva. Na última quinta-feira, a defesa do ex-presidente enviou uma petição ao juiz Sérgio Moro em que reivindica o sigilo de imagens que teriam sido repassadas por autoridades aos produtores do longa “Polícia Federal: a lei é para todos”. De acordo com o advogado Cristiano Zanin, a produção obteve acesso ilegal a filmagens captadas por um agente da Polícia Federal durante a condução coercitiva de Lula com o intuito de reconstituir a cena, que deve compor o desfecho da obra.

      “Os vídeos, que teriam sido entregues a terceiros, mostram a residência, a intimidade e a coleta de depoimento do ex-presidente Lula”, disse Zanin em um seminário sobre a Lava Jato promovido pelo PT nesta sexta-feira, em São Paulo, onde atribuiu o vazamento à PF. “É uma situação muito grave. Em vez de zelar pelo material confidencial, aparentemente as autoridades o entregaram à produtora do filme, que é alinhado às ideias dos acusadores do ex-presidente e detém um material que a Constituição Federal considera privado.”

      Na petição, os advogados de Lula citam trechos de entrevistas em que os produtores do filme revelam ter tido acesso a vídeos para auxiliar na reconstituição de passagens da Operação Lava Jato. Além do sigilo, eles solicitam à produtora New Group Cine & TV LTDA, responsável pelo projeto cinematográfico, que não utilize as imagens da condução coercitiva. Ainda no evento do Partido dos Trabalhadores, Zanin afirmou que a suposta divulgação pela Polícia Federal é “mais uma prova de que os processos da Lava Jato não observam garantias legais”.

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      22 de março de 2017 - 22:49:04

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        Caso da condução de blogueiro pela PF reacende debate sobre métodos de Moro na Lava Jato

        blogueiro Eduardo Guimarães

        Defesa diz que ação viola sigilo da fonte garantido por lei a jornalistas e juiz rebate. Coação para depor sem convocação prévia é criticada e OAB pede que STF analise prática

        Ao longo de três anos de Operação Lava Jato, o juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos que correm na primeira instância em Curitiba, e os procuradores da investigação colecionaram tanto trunfos como decisões polêmicas. Nesta terça-feira foi a vez de um instrumento usado várias vezes no período voltar aos holofotes, com a condução coercitiva do blogueiro Eduardo Guimarães, responsável pelo Blog da Cidadania, crítico do Governo de Michel Temer. Ele foi levado pela Polícia Federal para depor sobre o suposto vazamento da também controversa condução coercitiva do ex-presidente Lula, em março do ano passado. Guimarães divulgou detalhes da ação uma semana antes do fato e Moro queria confirmar a identidade de quem lhe repassou as informações. Em sua casa foram apreendidos celulares, um notebook e um pendrive. Além da volta do debate sobre o uso da condução coercitiva pela Lava Jato, o episódio trouxe à tona outra polêmica: a defesa diz que foi violado o direito ao sigilo de fonte garantido aos jornalistas pela Constituição. Já a assessoria do juiz rebateu dizendo que Guimarães faz “propaganda política”: “Não é necessário diploma para ser jornalista, mas também não é suficiente ter um blog para sê-lo”.

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        22 de março de 2017 - 22:13:18

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          Câmara dos Deputados aprova terceirização para todas as atividades. Entenda o que muda

          Deputados de oposição protestam contra projeto, mas o rolo compressor do governo passou por cima... .

          A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira, o texto base do projeto de lei que libera o trabalho terceirizado em todas as atividades das empresas. Por 231 votos a favor, 188 contra e oito abstenções, a base aliada do Governo Michel Temer conseguiu ressuscitar o texto, proposto há 19 anos pelo Governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e já aprovado no Senado. Depois da votação dos destaques, que deve acontecer ainda nesta noite, a nova lei seguirá para sanção do presidente Michel Temer. Centrais sindicais e deputados da oposição criticaram a medida, dizendo que ela fragiliza e precariza as relações de trabalho e achata os salários, dando mais poder aos empresários em detrimento do funcionário. Antes do projeto, a Justiça do Trabalho só permitia a terceirização em atividades secundárias – conhecidas como atividades-meio, que não são o principal negócio de uma companhia.

          Para o Planalto, que tenta emplacar uma agenda de reformas de corte liberal sociais, trabalhistas e previdenciárias com o objetivo declarado de atrair investimentos e tentar equilibrar as contas públicas, a aprovação da lei de terceirização foi uma vitória. É a maior conquista parlamentar da base de Temer desde dezembro de 2016, quando foi a aprovada a emenda à Constituição dos gastos públicos, que limita as despesas dos Governos em até 20 anos. Czar das reformas, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, defendeu a aprovação do projeto, que, segundo ele, “ajuda muito porque facilita a contratação de mão de obra temporária, e facilita a expansão do emprego”. Meirelles se encarregou de discutir pessoalmente com as bancadas da Câmara e do Senado a importância das medidas.

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          22 de março de 2017 - 21:54:48

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            Brasil despenca 19 posições em ranking de desigualdade social da ONU

            Desigualdade social cresce no Brasil, aponta a ONU. LALO DE ALMEIDA FOLHAPRESS

            País aparece entre os 10 mais desiguais do mundo. Além da diferença entre ricos e pobres, levantamento ressalta desvalorização e baixa representatividade da mulher na sociedade brasileira

            As desigualdades social e de gênero se acentuaram no Brasil. Esse é o diagnóstico revelado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento(PNUD), o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), com dados de 2015, divulgado nesta terça-feira. O país ocupa o 79º lugar entre 188 nações no ranking de IDH, que leva em conta indicadores de educação, renda e saúde, mas despencou 19 posições na classificação correspondente à diferença entre ricos e pobres.

            Enquanto a nota de 0,754 do Brasil se mantém estagnada, preservando-o em um patamar considerado alto pela ONU, o número cai para 0,561 no indicador social. Analisando somente esse fator, o país seria rebaixado para a escala de países com índice médio. O IDH varia entre 0 (valor mínimo) e 1 (valor máximo). Quanto mais próximo de 1, maior é o índice de desenvolvimento do país. Pela primeira vez desde 1990, quando o levantamento começou a ser publicado anualmente, o Brasil não elevou sua nota no ranking. A Noruega permanece na primeira colocação e encabeça a lista das nações com IDH muito alto, com 0,949, seguida por Austrália e Suíça, ambas com 0,939.

            Ainda no cálculo ajustado pela desigualdade social, o Brasil, empatado com Coreia do Sul e Panamá, só não regrediu mais nesse quesito que Irã e Botsuana, que caíram 40 e 23 posições, respectivamente. Já o Coeficiente de Gini, que mede a concentração renda, aponta o país como o 10º mais desigual do mundo e o quarto da América Latina, à frente apenas de Haiti, Colômbia e Paraguai. Segundo o levantamento da ONU, o percentual de desigualdade de renda no Brasil (37%) é superior à média da América Latina, incluindo os países do Caribe (34,9%).

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            20 de março de 2017 - 10:28:06

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              Temer diz que fraude da carne é pontual e convida embaixadores para churrascaria

              Temer e ministros em reunião neste domingo. ERALDO PERES AP

              Presidente se reuniu com representantes diplomáticos e do setor de carnes no Planalto. Ministro defende sistema e promete lista de carga exportada por empresas suspeitas

              O presidente Michel Temer tentou tranquilizar países importadores da carne brasileira neste domingo após o escândalo do esquema de propina e fraudes em frigoríficos tornado público na sexta-feira pela Polícia Federal e que afetou até gigantes do setor, como a JBS e a BRF. Em reunião com embaixadores e representantes da indústria da carne, Temer afirmou que se trata de “desvios pontuais” no sistema de vigilância sanitária. Ele prometeu acelerar as auditorias nos estabelecimentos sob suspeita, 21 até agora, entre eles três já interditados, e encerrou convidando os representantes diplomáticos para uma churrascaria em Brasília.

              O presidente, no encontro de emergência que reuniu representantes de 33 países segundo o Governo, respondia a cobranças de informação da União Europeia, EUA e outros importadores que se seguiram às notícias do escândalo que afeta um setor que movimenta 12 bilhões de dólares anualmente. Temer e o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, prometeram divulgar no mais tardar nesta segunda-feira uma lista de todos os carregamentos exportados por seis das 29 empresas sob suspeita nos últimos 60 dias. “Ressalte-se: o objeto de apuração não é o sistema de defesa agropecuária, cujo rigor é reconhecido, mas alguns poucos desvios de conduta”, leu o presidente. “Somente em 2016, foram expedidas 853 mil partidas de produtos de origem animal do Brasil para o exterior e apenas 184 foram consideradas, pelos importadores, fora de conformidade, muitas vezes por causa de temas não sanitários, como rotulagem e preenchimento de certificados”, seguiu.

              Se Temer foi mais formal, lendo um documento preparado para a ocasião, o ministro Maggi fez um apelo. Ele lembrou as dimensões do setor de carnes do Brasil e afirmou que a interrupção das compras internacionais poderia causar um colapso do sistema e pediu aos representantes diplomáticos que ajudem a esclarecer as dimensões do escândalo.

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              18 de março de 2017 - 01:07:31

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                Prefeitura de São Luís abre inscrições para curso de Educação Ambiental

                Curso vai ensinar convivência com o meio-ambiente.

                Começa na próxima segunda-feira (20) e vão até sexta-feira (31), as inscrições para o curso ‘Educação Ambiental na Escola: Educando para a sustentabilidade’. A realização é da Prefeitura de São Luís por intermédio da Secretaria Municipal de Educação (Semed) e as inscrições podem ser feitas na sede da secretaria, edifício Trade Center, bairro São Francisco.

                Estão sendo oferecidas 42 vagas para gestores e 18 vagas para a comunidade. No ato da inscrição, devem ser apresentados documento de identidade (RG), contracheque e comprovante de residência (para servidores) e RG e comprovante de residência (comunidade). A formação vai acontecer aos sábados, das 8h às 18h, uma vez por mês, no Parque do Bom Menino.

                O objetivo é discutir os princípios norteadores da Educação Ambiental e fomentar a reflexão no participante e na comunidade escolar, além de promover um espaço de diálogo sobre as problemáticas ambientais locais.

                Para o secretário municipal de Educação, Moacir Feitosa, com o curso, o participante pode contribuir para a melhoria da qualidade de vida de todos. “O curso dá a base teórica e prática necessária para desenvolver projetos que vão contribuir para melhorar a realidade, tanto da escola, como na comunidade, gerando também novas posturas nos estudantes e demais pessoas”, afirmou o titular da pasta.

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                18 de março de 2017 - 00:33:22

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                  Em outro grampo, PF flagra conversa de ministro da Justiça com líder de esquema com frigoríficos

                  Em ligação, Osmar Serraglio demonstra preocupação com atuação de fiscal e possível fechamento de frigorífico em Iporã

                  O ex-deputado federal e atual ministro da Justiça, Osmar Serraglio (PMDB), foi flagrado em uma ligação grampeada pela Polícia Federal conversando com um homem apontado como “líder da organização criminosa” envolvendo agentes fiscalizadores e frigoríficos. O esquema é alvo da Operação Carne Fraca, deflagrada na manhã desta sexta-feira (17) em seis estados, além do Distrito Federal.

                  Na ligação grampeada, Osmar Serraglio inicia a chamada exclamando “grande chefe. Tudo bom?”. Do outro lado da linha estava Daniel Gonçalves Filho, ex-superintendente regional do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) no Paraná.

                  Os investigadores da Polícia Federal descrevem Daniel como “pessoa de grande poder e influência no âmbito da superintendência regional do Mapa, mantendo contato direto com parlamentares, seus assessores, e com diversos empresários do ramo agropecuário”.

                  Na rápida conversa entre Daniel e Serraglio, o peemedebista relata um “problema em Iporã”, cidade do Paraná. Daniel diz que não tem conhecimento do assunto, no que Serraglio dá a seguinte explicação:

                  “O cara lá que… O cara que tá fiscalizando lá… Apavorou o Paulo lá. Disse que hoje vai fechar aquele frigorífico… botô [sic] a boca… Deixou o Paulo apavorado! Mas pra fechar tem o rito, num tem? Sei lá. Como que funciona um negócio desse?”, pergunta o então deputado.

                  “Paulo”, no caso, seria o empresário Paulo Rogério Sposito, dono do frigorífico Larissa e que já foi candidato a deputado federal em São Paulo pelo PPS, em 2010.

                  Daniel responde a Serraglio que vai “tomar pé da situação” e encerra a ligação. Posteriormente, segundo a Polícia Federal, o então superintendente regional do Mapa ligou para uma de suas subordinadas, Maria do Rocio, falando sobre o possível fechamento do frigorífico Larissa em Iporã.

                  Maria do Rocio então averiguou a situação e disse a Daniel que não havia nada de errado em Iporã, informação que foi repassada a Serraglio logo em seguida.

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                  18 de março de 2017 - 00:12:02

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                    Em áudio divulgado pela PF, empresários decidem usar cabeça de porco em linguiça

                    Divulgação/Polícia Federal - Operação Carne Fraca é deflagrada em São Paulo, Paraná, Goiás, Minas, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e DF

                    Operação Carne Fraca tem como alvo empresas como a BRF Brasil, que controla marcas como Sadia e Perdigão, e a JBS, dona da Seara e da Friboi. Operação Carne Fraca é deflagrada em São Paulo, Paraná, Goiás, Minas, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e DF

                    Após a deflagração da Operação Carne Fraca, nesta sexta-feira (17), a Polícia Federal (PF) divulgou gravações telefônicas que apontam o envolvimento direto de diretores e donos das empresas em fraudes de fiscalização em frigoríficos brasileiros. Em uma delas, inclusive, é possível identificar práticas ilegais como a inserção de papelão em lotes de frango e de carne de cabeça de porco na linguiça.

                    A Operação Carne Fraca investiga uma organização criminosa liderada por fiscais agropecuários federais e empresários do agronegócio . De acordo com a PF, os fiscais – que contavam com a ajuda de servidores do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, no Paraná, Goiás e Minas Gerais – se utilizavam dos cargos para, mediante propinas, facilitar a produção de alimentos adulterados por meio de emissão de certificados sanitários sem que a verificação da qualidade do produto fosse feita.

                    A operação envolve grandes empresas, como a BRF Brasil, que controla marcas como Sadia e Perdigão, e também a JBS, dona não só da Seara, da BigFrango e da Friboi, mas também de outras empresas e de frigoríficos menores, como Mastercarnes e Peccin, do Paraná.

                    O delegado Moscardi Grillo confirmou que ao menos três executivos da BRF e dois da JBS foram presos na manhã desta sexta. O delegado explica que, ao longo das investigações, iniciadas em 2015, quase 40 empresas foram autuadas pela PF e os investigadores não encontraram nenhum frigorífico onde não havia “problemas graves”. Moscardi Grillo chegou a afirmar que as empresas adulteravam a carne para disfarçar o mau-cheiro do produto.

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                    17 de março de 2017 - 23:56:27

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                      POLÍCIA FEDERAL: JBS e BRF, de “campeãs nacionais” a suspeitas de vender carne vencida

                      Fábrica da BRF em Chapecó (SC), um dos alvos da operação Carne Fraca. NELSON ALMEIDA AFP

                      A Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, não só apontou para a existência de um suposto esquema de corrupção entre frigoríficos e fiscais agropecuários do Ministério da Agricultura, como colocou em dúvida a qualidade dos produtos vendidos por duas gigantes brasileiras do setor de carnes: JBS, dona das marcas Friboi Seara e Big Frango, e a BRF, dona da Sadia e Perdigão. A notícia de que as empresas pagavam propina para vender carnes vencidas ou adulteradas com produtos químicos —o que tanto a JBS quanto a BRF negaram— fez com que as ações dos frigoríficos despencassem mais de 8% na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) até o início da tarde sexta-feira. Além das duas gigantes do setor, outras 29 companhias também são alvo da operação.

                      Tão logo foi noticiado, o suposto esquema de corrupção para vender carnes podres também despertou a desconfiança dos consumidores: sobrou até para o ator Tony Ramos, garoto-propaganda da Friboi, que tornou-se alvo de memes nas redes sociais e se disse “surpreso” com o esquema, em entrevista ao site Ego, da Globo —vegetarianos estão sendo felicitados por não comerem carne e, assim, estarem imunes ao esquema de fraude. Parte dos alimentos adulterados teriam sido fornecidos para alunos da rede pública do Paraná. A investigação também revelou a reembalo de produtos vencidos.

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