Blog do Machado

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10 de janeiro de 2018 - 20:08:22

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Ronco durante o sono – a cura em cinco passos

Foi-se o tempo em que roncar era considerado apenas curioso, engraçado ou desagradável para quem dormisse por perto. Se por um lado sabemos que por trás do ronco pode haver uma doença potencialmente fatal (apneia do sono), por outro temos atualmente condições de levar a quase todos a cura do ronco. Veja como.

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10 de janeiro de 2018 - 19:44:41

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Dormir com alguém que ronca: genuína prova de amor…

Ruth Manus*
– Retratos e relatos do cotidiano

Existem, sem sombra de dúvida, milhares de formas de demonstrar amor por alguém. Levar café da manhã na cama, ajudar o outro a fazer a declaração de imposto de renda, dividir um sanduíche de mortadela, escrever longas e bonitas cartas, aguentar coisas na família do outro que, por vezes, nem na sua você aguentaria. Sim, há muitas formas de demonstrar amor.

Mas existe uma prova de amor que, segundo estudos das melhores universidades, está entre as maiores do mundo: dormir ao lado de alguém que ronca. Pessoas que não fazem suas malas e vão embora apesar do ronco do outro têm um grau elevadíssimo de altruísmo e de compreensão, assemelhando-se, em alguns aspectos, à Madre Teresa de Calcutá ou ao Gandhi.

As pessoas que roncam podem ser classificadas em algumas espécies: as que negam que roncam, as que quase admitem que roncam, as que roncam muito mas só admitem que roncam um pouquinho e, por fim, as que roncam tanto que nem tem qualquer condição de negar que parecem britadeiras noturnas assombrando a vizinhança.

Hoje em dia, com o auxílio da tecnologia, ficou muito mais fácil provar ao roncador o tamanho do incômodo que ele gera àqueles que o cercam. Através da gravação de vídeos e de áudios fica comprovado o ato, de uma vez por todas, evitando respostas evasivas como “ela diz que eu ronco, mas eu nunca ronquei na vida, não é possível, ela deve sonhar com isso”.

E, acerca do ronco em sim, há diferentes tipos de volume. Aquele ronquinho que atrapalha o sono de quem dorme ao lado, mas não chega a acordá-lo; aquele ronco médio que acorda o companheiro, mas que permite que ele adormeça de novo e, por fim, o ronco de animais suínos, que faz um barulho insuportável, sendo resistente a portas fechadas, travesseiros na orelha e tampões de ouvido.

Também temos diversos comportamentos noturnos dos roncadores. Aqueles que se assustam com o próprio ronco e acordam gritando coisas como “ESSVIZGRL MONGS DA AERONAVE EU TAVA RONCANDO??!!”. Outros que roncam horrores mas são carinhosos e vão abraçando a outra pessoa até que consigam roncar exatamente em cima da orelha dela, num misto de afeto e tortura. Outros, nada dóceis, que, ao roncar, recebem do companheiro um toquinho na barriga como tentativa de reduzir o ruído ou de fazê-los virar, e, o roncador, achando que era um carinho, responde grunhidos como “sai”, “me deixa dormir” ou “pára com isso”.

Seja qual for a espécie: os roncadores assumidos ou não assumidos, de volume alto ou baixo, fofinhos ou ásperos, dormir ao lado deles nunca será uma tarefa fácil. E alguém que decida, no pleno exercício da sua liberdade, ter noites turbulentas dia após dia, pela simples vontade de dormir ao lado de quem se ama, é alguém digno de algum louvor.

Trata-se, de fato, de uma genuína e intensa prova de amor. Valorizem-nos, pessoas que roncam, valorizem-nos porque não está sendo fácil.

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07 de janeiro de 2018 - 14:08:31

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Lista de resoluções: seis propósitos sexuais para melhorar as relações em 2018

Nossa lista de resoluções de Ano Novo está destinada a descobrir o tipo de animal erótico que temos dentro de nós, e a satisfazê-lo adequadamente. Por algum motivo chegamos à maioridade neste século

1. Planejar o lazer tanto quanto o trabalho

Quando somos adolescentes ou estamos apaixonados nossos hormônios e órgão genitais têm um peso considerável nas atividades diárias, e eles mesmos encontram espaços em nossas agendas apertadas. No entanto, a coisa muda quando ficamos mais velhos ou passamos muito tempo com a mesma pessoa. O trabalho, as obrigações cotidianas, o estresse, a academia, as crianças, as compras, as redes sociais, a série de televisão do momento… Tudo fica à frente da sexualidade, essa maravilhosa e gratuita capacidade de passar bem que começamos a explorar cada vez menos, mesmo que evoquemos com verdadeiro fervor.

Deixar as relações sexuais nas mãos da espontaneidade, se não se pertence aos grupos anteriores, é como esperar que nosso chefe nos chame e aumente o nosso salário. Planejar e reservar momentos de lascívia, seja sozinho/a ou acompanhado/a, e transformá-los em compromissos inadiáveis é uma boa maneira de o sexo não passar a ser uma recordação vintage. Aqui acontece como o exercício físico. Se não nos inscrevemos em uma academia ou atividade às segundas, quartas e sextas de 7h às 9h, será muito difícil que a gente faça atividade esportiva em casa. Marque um dia na semana para a bagunça, no meu caso as dirty fridays, e vai ver que a coisa tem outro swing.

2. Atrever-se a experimentar coisas novas

Vejo as mães tentando que seus filhos pequenos experimentem receitas e alimentos novos, sempre com o mesmo argumento, “se não provar nunca vai saber se gosta ou não”. Enquanto isso, os filhos têm três listas separadas: aquilo que gostam, aquilo que não gostam e aquilo que ainda não experimentaram. “Gosta de bacalhau, Carlinhos?”, “Não sei, nunca comi”. “Quer um pouco?”. “Não, obrigado”.

A vida sexual deveria ser parecida com essa etapa infantil em que estamos permanentemente em fase de experimentação e na qual, pouco a pouco, vamos reduzindo a lista de experiências desconhecidas. É claro que há coisas que à primeira vista não ativam nem de longe os nossos sucos gástricos; mas exceto esses exemplos extremos, talvez deveríamos ser mais propensos a nos deixar surpreender pelos sabores do mundo.

Ideias preconcebidas, estereótipos ou regras autoimpostas são alguns dos principais obstáculos para provar coisas novas. “E o senso de ridículo”, afirma Francisca Molero, sexóloga e ginecologista, “é um grande inibidor sexual que nos impede de fazer muitas coisas. Porque além disso, o riso não cai muito bem com o sexo na nossa mentalidade, e não deveria ser assim”. Todos, cada um adaptado à sua personalidade sexual, temos coisas que gostaríamos de provar e que não nos atrevemos. É a hora de experimentar.

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27 de dezembro de 2017 - 01:55:43

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Comunidades quilombolas no MA se recusam a pagar taxa de uso a fazendeiros

Capatazes chegam com chicotes em punho para cobrar o foro: uma espécie de imposto pago pelos quilombolas aos fazendeiros para poder viver nas terras e plantar. Sem muita conversa, recolhem a maior e melhor parte da produção da lavoura, fruto de meses de trabalho. Mandioca, milho, arroz, maxixe, abóbora.

Quando julgam que a colheita não foi suficientemente farta, exigem dinheiro e confiscam tudo o que encontram. Carregam até pratos, panelas e cavalos. Botam fogo em casa de farinha para retaliar. Ameaçam de expulsão e morte quem se atreve a resistir. Deixam famílias inteiras para trás passando fome.

Embora pareçam saídos de um livro de história do século 19, os relatos são de fatos recentes e acontecem ainda hoje em quilombos do Maranhão –comunidades formadas pelos descendentes de quem viveu a escravidão naquela época.

Em comunidades da Baixada Maranhense, é comum fazendeiros que se dizem donos das terras, muitas vezes sem ter nenhum documento de comprovação, obrigarem os moradores a repartir o que cultivam. É um sistema que se repete há décadas e, durante longo tempo, foi seguido sem questionamentos pelos quilombolas. Mas, à medida que eles foram tomando consciência de seus direitos, passaram a resistir e os conflitos se acirraram.

“Houve um fenômeno esquisito no Estado, as fazendas eram vendidas com as pessoas dentro, como se fossem coisas”, pontua Sandra Araújo dos Santos, advogada da CPT (Comissão Pastoral da Terra). “Os negros não entendiam dessas questões de documentação, então iam sendo submetidos ao que os novos donos queriam, como ao pagamento de taxas absurdas…

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26 de dezembro de 2017 - 23:55:22

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“A realidade do Rio, de três facções criminosas em disputa, se revela no país inteiro”

Faz um ano e dois meses que Roberto Sá (Barra do Piraí, 1964) assumiu a Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro. As Olimpíadas acabavam de terminar, o Estado já tinha decretado calamidade financeira, e os índices de letalidade violenta prenunciavam níveis de dez anos atrás. “Eu gosto de desafios, mas não esperava que fosse dessa monta”, afirma.

O cenário, desde então, não melhorou, a violência continua aumentando, e o horizonte não é nada esperançoso. O orçamento da pasta em 2018 vai diminuir quase 5% e um corte de 500 milhões, quase 10% do total, vai fazer tremer a Polícia Militar, que já tem mais da metade das viaturas paradas por falta de manutenção. O ajuste vai deixar as convalidas Unidades de Polícia Pacificadora com apenas 10.000 reais para despesas, o equivalente a cerca de 50 pneus, contra os 5,4 milhões deste ano. Sá, no entanto, diz que recuou do seu plano, anunciado em agosto, de enxugar o programa e deslocar 3.000 homens das UPPs para patrulharem o asfalto. Os constantes conflitos na Rocinha lhe fizeram repensar a estratégia.
Em encontro com um grupo de correspondentes estrangeiros no dia 13 de dezembro, o secretário voltou a cobrar um rigor maior da progressão de pena e das leis para punir criminosos e abriu a porta a delações premiadas de narcotraficantes. O secretário, que já protagonizou embates com o Governo federal elogiou, desta vez, a presença das Forças Armadas no Estado que vêm apoiando operações contra o tráfico com resultados modestos. Na avaliação de aliados de Michel Temer e do governador Luiz Fernado Pezão, do PMDB, a participação dos militares no Estado coroou o “sequestro” do Governo do Rio pela gestão federal, mas para Sá trata-se de o Governo federal ter entendido que tem sua responsabilidade num contexto de violência urbana. O Rio, lamentou o secretário, vive “um momento dramático”. Preocupado, segundo ele, com a letalidade das ações policiais, afirmou não saber o que aconteceu na madrugada do dia 11 de novembro quando uma operação da Polícia Civil com apoio do Exército deixou sete mortos –um oitavo morreu um mês depois.

Pergunta. O senhor anunciou que pode recuar do pedido de transferência de Rogério 157, pivô do conflito na Rocinha, a um presídio federal se ele fizer delação. Se isso acontecer, poderia abrir a porta a novas delações premiadas e, em consequência, uma nova maneira de combater o tráfico de drogas? Poderia se esperar um impacto comparável ao que as delações estão tendo na Lava Jato?

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16 de novembro de 2017 - 19:50:24

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Guia definitivo do namoro digital depois dos 50 anos

A internet é uma ferramenta muito útil para conhecer pessoas novas e começar um novo relacionamento. Veja estas dicas e não perca tempo

As redes sociais já fazem parte da vida das pessoas de todas as idades. Há quem as use para se informar, trocar experiências, contar sobre a vida para amigos e parentes que moram longe. E também há quem as use para encontrar novas pessoas. Fazer amigos diferentes e, por que não, desbravar um novo relacionamento.

Com certos cuidados, não há por que se preocupar. Lembrando sempre: essa é uma plataforma diferente da vida real. Conheça as especificidades desse ambiente e vá à luta!

1. Capriche no perfil

Fotos falsas, nem pensar. Mas é muito bom trabalhar na imagem, tirar uma fotografia nova. Escolha um bom cenário, num dia claro, use uma roupa que combine com você. A imagem é a primeira coisa em que as pessoas vão reparar. É importante que ela lhe represente. Depois, conte o melhor de você e preencha seu perfil tentando fugir dos lugares-comuns que deixariam sua página parecida demais com outras.

2. Tome a iniciativa

Gostou de alguém? Mande uma mensagem. A pessoa demorou para responder e você acha que também deveria demorar um pouco para enviar a nova mensagem? Não precisa. Seja em sites de namoro, seja nas redes sociais, esperar demais só demonstra insegurança.

Cobheça as demais especificidades….

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16 de novembro de 2017 - 19:27:56

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Modelo de 19 anos vende a virgindade por quase R$ 10 milhões

Ela foi muito criticada por sua escolha, porém ela se defende considerando que o que fez foi um ato de emancipação sexual

Uma modelo norte-americana vendeu sua virgindade por 2,5 milhões de euros (aproximadamente R$ 9,6 milhões). Giselle, 19, fez a transação através de um site de leilões alemão e o ganhador foi um homem de negócios de Abu Dhabi.

“Eu nunca imaginei que o lance chegaria tão alto. É um sonho que se tornou realidade”, disse Giselle ao jornal Daily Mail. Ela declarou estar contente com o resultado e afirma que vai usar o dinheiro para pagar os custos da faculdade, comprar uma casa nova e viajar pelo mundo.

Ela foi muito criticada por sua escolha, porém ela se defende considerando que o que fez foi um ato de emancipação sexual. “Sou eu que decido se quero perder a virgindade com alguém que eu não amo”, falou.

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14 de novembro de 2017 - 20:55:42

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Prefeitura prorroga prazo para início da fiscalização nas faixas exclusivas

Para garantir melhor adaptação da população ao uso das faixas exclusivas, a Prefeitura de São Luís prorrogou por mais 30 dias o prazo para início da fiscalização dessas vias. A Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT), responsável pelo monitoramento do trânsito, já havia concedido um período de 30 dias de fiscalização em caráter experimental. Com a decisão, a Prefeitura irá intensificar as campanhas educativas para ampliar o alcance das informações.

O objetivo das faixas exclusivas, que integram essa nova configuração do trânsito da capital, é promover maior fluidez ao trânsito, beneficiando especialmente os usuários do transporte coletivo. Com as faixas exclusivas – implantadas nas avenidas Colares Moreira e Castelo Branco e na Rua das Cajazeiras – pelos quais somente podem trafegar ônibus, ambulâncias, táxis com passageiro e viaturas das polícias e da SMTT- os veículos podem circular com maior eficiência e com a vantagem de um menor tempo de viagem.

O secretário municipal de Trânsito e Transportes, Canindé Barros, ressaltou a necessidade de prorrogar o prazo para o início da fiscalização. “A prorrogação é para que a população possa compreender melhor como funcionará essa fiscalização nas faixas exclusivas. Nesse período, estamos à disposição da população para esclarecer quaisquer dúvidas em relação a essa fiscalização. Nosso objetivo é conscientizar as pessoas acerca do uso das faixas exclusivas, que permitem um ganho na velocidade do transporte coletivo”, explicou o secretário.

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14 de novembro de 2017 - 18:05:10

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Café diminui chance de ataque cardíaco e outras doenças coronarianas, revela nova pesquisa

Uma nova pesquisa trouxe mais uma boa notícia para os amantes de café. A bebida, além de dar aquela disposição extra, diminui a chance de sofrer com insuficiência cardíaca, ataques cardíacos e doenças coronárias.
O estudo feito pela Escola de Medicina da Universidade de Colorado, em Aurora, nos Estados Unidos, usou de maneira automática, com um algoritmo, os dados de um amplo estudo epidemiológico de longa duração feito pela Framingham Heart Study e conseguiu associar o consumo da bebida aos benefícios para o coração.
Essa pesquisa já acompanhou mais de 15 mil pessoas com doenças cardíacas desde a década de 1940. Em particular, os cientistas revelaram que, a cada xícara de café consumida, o risco de insuficiência cardíaca cai 7%, o de ataque reduz em 8% e o de doenças coronárias cai 5%.

Para confirmar as informações, eles repetiram o uso do algoritmo com dados de outras duas pesquisas, feitas pelo Cardiovascular Heart Study e pelo Atherosclerosis Risk In Communities Study, e também identificaram a mesma relação entre consumo e o risco de doenças cardíacas. Com informações da Ansa.

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13 de novembro de 2017 - 19:17:58

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Do jeitinho da novela da Globo agiu o covarde que, em S. Luís, quase matou ex-mulher a porradas

A novela das 9 da Rede Globo está mostrando um relacionamento conturbado em que o personagem Gael é doente só para bater na mulher, Clara. Não importa se ela está, indisposta, grávida, alegre ou triste. O negócio dele é bater na esposa. E anda se diz arrependido sempre após o malfeito.

Nessa  da vida imitar a arte, Lúcio André Silva Soares –  filho de Zé Genésio, ex-prefeito de Pinheiro, também irmão do atual prefeito do município, Luciano Genésio – agiu muito parecido com o personagem da novela global, até mesmo com a história de tomar o celular da vítima, como ocorre no folhetim

Mas como o histórico das agressões do maranhense começou bem antes da novela, é até provável que o autor tenha sabido da sua doença e se inspirado nele para compor o personagem televisivo.

Na novela também tem um delegado sem vergonha que faz vistas grossas para os crimes dos poderosos do lugar onde ocorre o enredo fictício. Já aqui no Maranhão, de verdade, tem autoridades policiais e judiciais que agem muito parecido para proteger covardes que batem em mulher, bem como traficantes e assaltantes de banco…

Pois não é que, depois de espancar e quase matar a ex-companheira – sendo contido e preso por amigos da vítima e por policiais chamados ao local, Lúcio André pagou uma fiança e saiu da delegacia como se nada houvesse acontecido…   

Segundo registro policial,  na noite de sábado, (11),  André espancou o quanto pode a ex-companheira, advogada Ludmila Rosa Ribeiro da Silva, com quem teria um filho de 1 ano de idade. De acordo com a família de Ludmila, Lúcio André já havia agredido a ex-mulher grávida de cinco meses, no ano passado.

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