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09 de dezembro de 2013 - 12:02:38

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Lula, dedo duro? Reinaldo Azevedo e Lobão querem o ex-presidente na Comissão da Verdade

“Assassinato de Reputações – Um Crime de Estado – Romeu Tuma Junior”, lançado recentemente, acusa Lula de ter sido informante da ditadura e “simpático” para os militares.

(247) Com base no livre publicado por Tuma Júnior, o colunista da Folha de S. Paulo e da Veja, Reinaldo Azevedo, não perde tempo e cobra do ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, a convocação do ex-presidente Lula na Comissão da Verdade.

No livro Assassinato de Reputações – Um Crime de Estado, de autoria do ex-secretário nacional de Justiça (2007-2010) Romeu Tuma Júnior, mas escrito pelo jornalista Claudio Julio Tognolli, Lula é apontado como informante da ditadura militar.

“A esta altura, ninguém com um mínimo de honestidade intelectual pode ignorar que parte considerável do establishment militar via com bons olhos a emergência política do tal “sindicalista” porque avaliava — e com razão neste particular — que sua ascensão enfraqueceria os líderes pré-64 que voltaram ao Brasil com a aprovação da Lei da Anistia. Nesse sentido, a escrita se cumpriu. O petismo exilou Leonel Brizola no Rio de Janeiro e Miguel Arraes em Pernambuco. É inegável que Lula cumpriu o desígnio de quebrar as pernas dos antigos líderes populistas, que encontraram um novo Brasil ao voltar ao país”, diz Azevedo em trecho de nota publicada no site da Veja.

O polêmico Lobão, colunista ultraconservador de Veja, que na semana passada foi muito agressivo em críticas à presidente Dilma Rousseff (PT) durante entrevista no programa “Roda Viva”, também está promovendo um abaixo-assinado na internet que pede a inclusão do nome do ex-presidente Lula como testemunha a ser ouvida na Comissão da Verdade.

 

Sinopse – Assassinato de Reputações – Um Crime de Estado – Romeu Tuma Junior

ROMEU TUMA JUNIOR, ex-secretário nacional de Justiça, empreende aqui uma verdadeira devassa nos métodos postos em prática durante o governo Lula. Com longa experiência em investigação no Brasil e no exterior, e tendo ocupado todos os cargos importantes na Polícia Federal, o autor foi colaborador próximo do pai, Romeu Tuma – respeitado diretor do Dops e senador da República. Neste depoimento, o autor conta o que viu e o que ouviu do pai sobre o convívio com o então sindicalista Lula, preso “especial” no Dops; explica o assassinato do prefeito Celso Daniel, de cuja investigação participou; analisa em profundidade como funcionaram, na última década, órgãos de segurança institucional como a Polícia Federal e a Abin; mostra as provas do grampo telefônico no STF; revela como são tratados os desafetos políticos e os empresários incômodos ao governo, e qual o objetivo real de operações midiáticas como a Trovão, a Chacal e a Satiagraha, entre muitos outros temas polêmicos. Num relato desassombrado e contundente, Tuma Jr. também desconstrói a campanha de que foi vítima ao se recusar a pôr em prática os métodos nada republicanos de alguns figurões do governo Lula. Os retratos que pinta dos poderosos de plantão são devastadores, e impressionam pelo realismo e pela minúcia de detalhes. Além do precioso arquivo do pai, que conhece profundamente, Romeu Tuma Junior é um metódico arquivista de tudo que viveu e experienciou. Essa singularidade do seu temperamento faz de ASSASSINATO DE REPUTAÇÕES – UM CRIME DE ESTADO um livro fundamental para se entender, por dentro, a engrenagem do poder no Brasil dos nossos dias.

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