Blog do Machado

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24 de junho de 2016 - 19:21:07

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    Ministro do STF, Teori Zavascki, envia à Justiça Federal de Brasília denúncia contra Lula

    Lula: mais uma vez denunciado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

    Rodrigo Janot, da PGR, queria enviar caso a Sérgio Moro, de Curitiba. Para ministro do Supremo, maior parte dos delitos ocorreu em Brasília.

    O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira (24) o envio para a Justiça Federal de Brasília de denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela suposta tentativa de comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró. Também são alvos da mesma denúncia o senador cassado Delcídio do Amaral, o banqueiro André Esteves e outras quatro pessoas.

    Os sete são acusados de obstrução à Justiça, por suposta tentativa de atrapalhar a delação de Cerveró na Operação Lava Jato. Procurada, a defesa de Lula informou que não vai se manifestar sobre a decisão.

    Para Teori Zavascki, “tais fatos não possuem relação de pertinência imediata com as demais investigações relacionadas às fraudes no ‘ambito da Petrobras’”. Por isso, ele entendeu que deve ser considerado o local onde o suposto crime foi consumado, em Brasília.

    O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo que o caso fosse remetido para o juiz Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato no Paraná, por entender que havia conexão dos fatos com o esquema de corrupção na Petrobras. Segundo Janot, alguns dos denunciados, como o empresário José Carlos Bumlai, o filho dele Maurício Bumlai e o próprio Cerveró já são alvos de processo no Paraná.

    Advogados de defesa dos acusados, no entanto, contestaram o pedido de envio ao Paraná. O banqueiro André Esteves, um dos denunciados, argumentou que o suposto crime foi cometido em Brasília. Já o ex-presidente Lula afirmou que o caso deveria ir para Justiça Federal de São Paulo porque fatos narrados ocorreram naquele estado.

    O ministro Teori Zavascki reconheceu que o que permitia que o inquérito seguisse no Supremo era o foro privilegiado de Delcídio. Mas, depois que ele foi cassado, o caso deve continuar na primeira instância, frisou o ministro.

    Mas ele entendeu que o próprio Supremo já decidiu que não há a chamada “prevenção” para o que não se referir especificamente à corrupção na estatal. Segundo o ministro, a definição do juízo que deve tocar o caso deve ser feita conforme o local onde o crime foi cometido.

    Conforme o ministro, os delitos ocorreram no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Brasília, “com preponderância desta última porque onde desempenhava o ex-parlamentar sua necessária atividade”.

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    23 de junho de 2016 - 19:04:44

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      Deputado José Reinaldo Tavares solicita liberação de recursos para a Saúde do Maranhão

      Deputado federal José Reinaldo Tavares(PSB) com o ministro da Justiça, Ricardo Barros

      Com o objetivo de diminuir o déficit na saúde do estado do Maranhão, o deputado José Reinaldo (PSB/MA) se reuniu na tarde de hoje (23) com o ministro da Saúde, Ricardo Barros. Na pauta, a solicitação da liberação de vinte milhões de reais para o governo do estado.

      “Por indivíduo, o Maranhão recebe menos que os demais estados da federação e estamos tentando corrigir isso. A bancada maranhense já conseguiu aumentar bastante esses recursos e esses vinte milhões de reais fazem parte desse esforço”, disse José Reinaldo.

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      16 de junho de 2016 - 21:45:01

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        Além do pai, Sarney Filho é citado por Machado e pode ser o quarto ministro de Temer a cair

        Sarney Filho: Lava Jato e o efeito bumerangue

        Dos R$ 18 milhões em propina que teriam sido entregues ao ex-presidente da República, José Sarney, segundo o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, em delação premiada, R$ 400 mil foram recebidos pelo deputado federal Sarney Filho, atual ministro do Meio-Ambiente.

        A revelação torna Sarney Filho candidato a ser o quarto ministro a deixar o Governo interino de Temer, em pouco mais de um mês de instalado, já que o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, com fortes ligações com o presidente interino da República e cardeal do PMDB, pediu demissão hoje, 16, e tornou-se a terceira baixa do novo primeiro escalão da República.

        José Sarney, Romero Jucá e Edison Lobão
        Responsável pelas defesas do ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) e dos senadores Romero Jucá (PMDB-RR) e Edison Lobão (PMDB-MA), o criminalista Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, afirmou que eles negam “peremptoriamente” terem recebido qualquer valor, “a qualquer título”, de Sérgio Machado.

        “Esta delação tem que ser vista com muita ressalva, dadas as circunstâncias em que foi feita, para impedir a prisão de dois filhos dele [Machado]“, declarou o advogado.

        Em nota divulgada nesta quinta-feira (16), Sarney diz que não há na delação nenhuma afirmação verdadeira sobre ele.

        “Nunca recebi das mãos desse senhor nenhum centavo. Nunca discuti com os senadores Renan Calheiros e Romero Jucá questão relativa a recursos financeiros”, afirma o ex-presidente (leia a íntegra ao fim da reportagem).

        Sarney Filho
        Em nota, o ministro Sarney Filho chamou o ex-presidente da Transpetro de “monstro moral”, “picareta” e “marginal” que, segundo ele, “chegou ao cúmulo de gravar uma pessoa de 86 anos no leito de hospital”.

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        16 de junho de 2016 - 20:51:02

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          Acesso a toda a delação de Sérgio Machado que revela como os políticos-figurões roubam a Nação

          Sérgio Machado ii

          JOSÉ SARNEY, EDISON LOBÃO, RENAN CALHEIROS, ROMERO JUCÁ E MAIS DUAS DEZENAS DE POLÍTICOS SÃO CITADOS COMO PROPINEIROS PELO EX-PRESIDENTE DA TRANSPETRO, SÉRGIO MACHADO, EM DELAÇÃO PREMIADA FEITA À JUSTIÇA. SÃO MAIS DE 100 MILHÕES DE REAIS ROUBADOS DA NAÇÃO SÓ NA SUBSIDIÁRIA DA PETROBRAS. tODOS OS CITADOS NEGAM OS CRIMES.

          Um dos delatores mais importantes da Lava Jato, o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado não só gravou interlocutores peemedebistas – como o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o senador Romero Jucá (PMDB-RR), o ex-presidente José Sarney e o senador Edison Lobão -, mas também revelou um esquema de corrupção na subsidiária da Petrobras para enriquecer políticos e influir no resultado de eleições por meio de doações oficiais.

          Em 13 anexos, Machado diz ter repassado propina mais de 20 políticos de 6 partidos (VEJA O MAPA). Além do PMDB, ele cita PT, PP, PC do B, PSDB e DEM.

          O blog disponibiliza a íntegra da delação, com 400 páginas. É só acessar o link “LEIA MAIS”, a seguir e ter paciência para essa laagem de roupa suja qwue é a delação premiada do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado

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          15 de junho de 2016 - 21:57:31

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            Maior posto, maior propina! Edison Lobão exigia propina maior por ser ministro, diz Machado

            Edison Lobão

            Lobão pediu R$ 500 mil mensais; Machado disse que podia pagar R$ 300 mil.
            Defesa de Lobão diz que senador nega ter recebidos valores de Machado

            O ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado afirmou em seu acordo de delação premiada que foi pressionado a pagar a “maior propina do PMDB” ao então ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, hoje senador pelo PMDB do Maranhão. Segundo Machado, a exigência foi feita por Lobão por causa da condição de ministro e porque a Transpetro estava vinculada ao ministério que ele comandava.

            O acordo de delação premiada, que pode reduzir eventuais penas de Machado, em caso de condenação, foi homologado pelo ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF). A íntegra dos depoimentos, que somam 400 páginas, foi tornada pública no inicio da tarde desta quarta-feira (15).

            O ex-presidente da Transpetro afirmou a investigadores da Operação Lava Jato ter repassado propina a mais de 20 políticos de 6 partidos. O novo delator contou sobre pedidos de doações eleitorais de parlamentares de PMDB, PT, PP, DEM, PSDB e PC do B.

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            15 de junho de 2016 - 21:40:45

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              Sarney recebeu R$ 16,25 milhões em dinheiro vivo, diz Sérgio Machado

              Sarney José

              Segundo delator da Lava Jato, ex-senador recebia propina anualmente. Além do dinheiro em espécie, R$ 2,25 mi teriam sido pagos por doação.

              (G1-Brasília) – O ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, afirmou aos investigadores da Operação Lava Jato que o ex-presidente da República e ex-senador José Sarney (PMDB) recebeu R$ 16,25 milhões em propina, pagos em dinheiro vivo, entre 2006 e 2014. Outros R$ 2,25 milhões em recursos obtidos de forma ilegal teriam sido pagos por meio de doações legais, totalizando R$ 18,5 milhões.

              O dinheiro era proveniente, conforme Machado, de contratos da subsidiária da Petrobras com diversas empresas. O acordo de delação premiada, que pode reduzir eventuais penas do ex-presidente da Transpetro em caso de condenação, foi homologado pelo ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF).

              A íntegra dos depoimentos, que soma 400 páginas, foi tornada pública no inicio da tarde desta quarta-feira (15). Segundo Machado, além de José Sarney, outros 19 políticos de seis partidos receberam propina de contratos da subsidiária da Petrobras com construtoras. O PMDB, responsável pela indicação de Machado, teria arrecadado, no total, R$ 100 milhões, informou o delator.

              O ex-presidente da Transpetro relatou aos investigadores que foi procurado por José Sarney, em 2006. No encontro, Sarney teria relatado “dificuldades em manter sua base política no Amapá e Maranhão, e pediu ajuda”. O primeiro repasse, conforme Machado, foi de R$ 500 mil em espécie. A partir de 2008, os pagamentos passaram a ser anuais.

              Do total de R$ 18,5 milhões, R$ 2,25 milhões foram pagos por meio de doação oficial pelas empresas Camargo Corrêa e Queiroz Galvão. O restante, R$ 16,25 milhões, foi entregue em dinheiro vivo ao longo de oito anos, segundo Machado.

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              15 de junho de 2016 - 21:14:13

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                Mais de 20 políticos receberam propinas via Transpetro, entrega Sérgio Machado na delação

                Sérgio Machado ii

                O ex-presidente da TranspetroSérgio Machado se comprometeu a devolver aos cofres públicos R$ 75 milhões que teria recebido de propina enquanto comandou a estatal, de 2003 a 2014. Parte menor do valor, de R$ 10 milhões, deverá ser pago até o fim deste mês. Outros R$ 65 milhões até o final do ano que vem.

                O montante foi acertado no acordo de delação premiada fechado pelo executivo com o Ministério Público. Pelo acordo, ele pegará uma pena máxima de 20 anos quando for condenado, mas cumprirá apenas 3 anos em prisão domiciliar.
                Nesse período, deverá permanecer em casa por 2 anos e 3 meses. Depois, poderá sair para prestar serviços comunitários. Em sua residência, em Fortaleza, poderá receber apenas advogados, profissionais de saúde e uma relação restrita de 27 familiares e amigos.

                Até fevereiro de 2018, Machado poderá se ausentar da residência somente em algumas datas especiais, como o Natal.

                Na colaboração com as investigações da Operação Lava Jato, Sérgio Machado admitiu ter repassado propina a mais de 20 políticos de 6 partidos. Só para o PMDB, que apadrinhou sua nomeação, o executivo teria arrecadado R$ 100 milhões.

                O novo delator da Lava Jato também contou aos procuradores da Repúblicasobre pedidos de doações eleitorais de parlamentares de PMDB, PT, PP, DEM,PSDB e PC do B.

                “Embora a palavra propina não fosse dita, esses políticos sabiam, ao procurarem o depoente, que não obteriam dele doação com recursos do próprio, enquanto pessoa física, nem da Transpetro, e sim de empresas que tinham relacionamento contratual com a Transpetro”, disse Machado na delação.

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                15 de junho de 2016 - 17:34:51

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                  Pelo Maranhão, José Reinaldo aconselha Flávio Dino a ser menos ‘ideológico’ e se aproximar de Temer

                  Flávio Dino e José Reinaldo Tavares

                  Por Gil Maranhão e Genésio Jr./ De Brasília

                  “Essa luta ideológica do governador, ele tem todo o direto de fazer, mas até o limite que não rompa com o governo federal”. A afirmação é do ex-governador do Estado, deputado federal José Reinaldo Tavares (PSB-MA), ao avaliar a atual situação política e social daquele estado do Nordeste, e propor uma aproximação do governador Flávio Dino com o governo de Michel Temer. “O Maranhão precisa do governo federal”, afirmou o parlamentar socialista, em entrevista exclusiva à Agência de Notícias Política Real.
                  Peça-chave da mudança ocorrida no governo do Estado do Maranhão, desde que rompeu com o grupo Sarney, em 2004, abrindo espaço, primeiramente, para a eleição, em 2006, do ex-governador Jackson Lago (falecido), e consolidada na eleição do governador Flávio Dino, em 2014 – que pôs fim a cinco décadas da mais longínqua e influente oligarquia no País, Tavares recomenda ao seu aliado a deixar de lado a “sua luta ideológica” e construir diálogos com o novo governo federal para resolver problemas crônicos do estado.

                  Tavares admite que durante muitos anos, o Maranhão aparece entre os estados da Federação que enfrenta as maiores dificuldades financeiras e é detentor de baixos indicadores sociais.

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                  14 de junho de 2016 - 20:43:18

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                    Acabou o stress da trinca de ouro! STF nega prisão para Renan, Sarney e Jucá.

                    A "trinca" Renan-Jucá-Sarney tem prisão negada pelo ministro Teori Zavascki. Eduardo Cunha continua com a corda no pescoço...

                    O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta terça-feira (14) os pedidos de prisão apresentados pela Procuradoria Geral da República (PGR) contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o senador Romero Jucá (PMDB-RR) e o ex-presidente da República José Sarney.
                    Em relação ao pedido da PGR para prender o presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Teori ainda não tomou uma decisão definitiva. Em razão do vazamento do pedido de prisão do deputado do PMDB, o magistrado mandou intimar Cunha a se manifestar em até cinco dias para se defender.

                    A informação sobre os pedidos de prisão de Renan, Jucá e Sarney foi publicada na edição da última terça (7) do jornal “O Globo” e confirmada pela TV Globo. Já a solicitação para prender Cunha foi divulgada pelo Bom Dia Brasil.

                    Segundo o jornal, Janot solicitou a prisão de Renan, Sarney e Jucá em razão de suspeitas de que eles estavam tentando obstruir as investigações do esquema de corrupção que atuava na Petrobras.

                    No caso de Cunha, segundo a TV Globo, o Ministério Público alegou que a decisão do Supremo de afastá-lo da presidência da Câmara e do mandato de deputado federal não surtiu efeito e o parlamentar teria continuado interferindo no comando da Casa.

                    Os pedidos da Procuradoria foram baseados nos depoimentos do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado aos investigadores da Lava Jato e em gravações que ele fez de conversas com Renan, Sarney e Jucá.

                    Nos áudios, os políticos do PMDB discutiam estratégias para tentar barrar a Operação Lava Jato. Jucá chegou a afirmar que era preciso fazer um “pacto” para frear as investigações. Nomeado como ministro do Planejamento do presidente em exercício Michel Temer, Jucá foi exonerado após a divulgação da fala.

                    A PGR viu indícios de que os peemedebistas estavam conspirando para limitar as investigações do esquema de corrupção que atuava na Petrobras.

                    Incomodado com o vazamento dos pedidos de prisão, o procurador-geral da República determinou que o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello, instaure inquérito para apurar o caso.

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                    14 de junho de 2016 - 20:15:14

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                      Finalmente! Cassação de Eduardo Cunha é aprovada pelo Conselho de Ética da Câmara Federal

                      Da parte do Conselho de Ética, Eduardo Cunha, finalmente, foi "deletado" da Câmara dos Deputados...

                      O Conselho de Ética aprovou, por 11 votos a 9, parecer do deputado Marcos Rogério (DEM-RO) pela cassação do mandato do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), nesta quarta-feira (14). A decisão ocorre uma semana após ser divulgado que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu a prisão de Cunha ao Supremo Tribunal Federal (STF).

                      No processo, o peemedebista é acusado de quebra de decoro parlamentar por manter contas secretas no exterior e de ter mentido sobre a existência delas em depoimento à CPI da Petrobras no ano passado.

                      Segundo o relatório de Marcos Rogério, trustes e offshores foram usados pelo presidente afastado da Câmara para ocultar patrimônio mantido fora do país e receber propina de contratos da Petrobras. O deputado diz no parecer que Cunha constituiu os trustes no exterior para viabilizar a “prática de crimes”.

                      Em nota publicada após a votação, Cunha diz que “o processo tem nulidades gritantes” e que vai recorrer à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Ele afirma ter “absoluta confirança” de que reverterá a decisão e que é inocente da acusação de mentir à CPI.

                      O advogado de Cunha, Marcelo Nobre, disse que deve recorrer. “Vamos decidir sobre recurso à CCJ. Não há provas contra meu cliente”.

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